
Você acabou de chegar em casa, cansadíssima e com o estômago roncando. Para não sair da dieta nem recuperar as calorias que deixou na academia, faz um prato nota dez. Tem salada fresquinha, repleta de folhas e legumes, carne grelhada, macarrão ao sugo... Ah, e uma fruta de sobremesa! Tudo seria perfeito para um quadro saudável não fossem os inseticidas, fertilizantes químicos, anabolizantes, antibióticos e cia. que podem estar contidos na refeição que você está prestes a ingerir. Perdeu a fome? Calma, há uma maneira de eliminar os riscos desse arsenal perigoso: os alimentos orgânicos.
Comida do bem
O sucesso dos orgânicos está no cuidado que se tem no cultivo das plantas, para que se fortaleçam e se tornem mais resistentes às pragas sem perder as características nutricionais. Tem ainda o sabor, a cor e o aroma, que costumam ser mais acentuados nesse tipo de alimento. Agora, dizer que eles são mais ricos nutricionalmente do que os convencionais é outra história... Quanto aos macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) não se discute, eles são idênticos aos dos produtos tradicionais.
Sobre os micronutrientes (vitaminas e minerais) não existe consenso entre os especialistas: alguns afirmam que há concentrações maiores de vitamina C, ferro, magnésio e fósforo nos orgânicos, outros dizem que são necessárias mais pesquisas para comprovar tal tese. O que todo mundo sabe com certeza é que a alimentação equilibrada faz bem para o organismo em geral, aumenta a imunidade e diminui a incidência de doenças. "Se a saúde está bem, a beleza é uma conseqüência", resume o nutricionista George Guimarães, expert em alimentação vegetariana (SP).
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