Todas essas fases fazem parte do ciclo biológico feminino e impõem ao organismo novas necessidades nutricionais, a fim de fazê-lo funcionar melhor. “A solução para driblar os desconfortos é simples: basta adotar um estilo de vida e uma alimentação adequados – a soja pode ajudar bastante nesse processo – afastando assim os riscos para a saúde, que podem ser desde uma simples anemia até acidentes cardiovasculares, como o derrame e o infarto, por exemplo”, aponta a nutricionista Adriana Alvarenga (SP), da Gold Nutrition, fabricante da linha de alimentos Soyos Woman Care. Para manter-se bem informada e se prevenir, conheça a seguir o caminho das pedras.
Vença as CARÊNCIAS DA MENARCA
No início do ciclo menstrual é comum a adolescente apresentar deficiências nutricionais. Três fatores contribuem para isso:
1. As perdas irregulares (e muitas vezes acentuadas) de sangue que, ao ser eliminado, leva com ele substâncias importantes para o organismo, como ferro, cobre e ácido fólico.
2. O auge da puberdade, justamente quando o corpo precisa de mais nutrientes para crescer.
3. Por fim, as jovens tendem a ter uma dieta pobre em itens saudáveis, em função dos cuidados com a estética. As conseqüências desse regime são velhas conhecidas e típicas da idade, como fadiga, irritabilidade, insegurança e desatenção,que acabam prejudicando o bom rendimento escolar. Sem contar a saúde que também sofre, já que um quadro de anemia predispõe a pessoa a infecções.
SUPERSOJA EM AÇÃO
“Por ser rico em proteínas de alta qualidade, a soja é fundamental no processo de crescimento. Além disso, tem outras vantagens especialmente importantes para essa fase: o grão contém ferro (previne a anemia) e alto teor de ácido fólico, substância que evita depressão, fraqueza e lesões dermatológicas”, alerta a nutricionista Adriana Alvarenga.
Tenha uma GRAVIDEZ SAUDÁVEL
O período requer muitos cuidados quando se trata de alimentação. As mudanças exigidas para o desenvolvimento do feto e a formação das estruturas internas necessárias para a gestação (placenta, útero, glândulas mamárias) pedem um cardápio balanceado que contenha principalmente proteína, cálcio, ferro e ácido fólico. Veja por quê:
Proteína – É o principal componente das células do bebê e essencial para a resistência da placenta.
Cálcio – Garante a boa composição e o endurecimento dos ossos do nenê e uma amamentação saudável.
Ferro – Sua necessidade dobra durante a gravidez porque é muito importante para formar o sangue do bebê.
Ácido fólico – Atua no desenvolvimento e crescimento dos tecidos da medula e do cérebro da criança. Consumi-lo corretamente reduz a possibilidade de malformações do sistema nervoso central e defeitos congênitos. Mas não é só. O aumento do útero exerce uma pressão no intestino, provocando a prisão de ventre, sendo necessária a ingestão de fibras. Não se pode esquecer ainda que a futura mamãe precisa de energia extra, fornecida pelos carboidratos. Nesse caso, prefira os complexos (cereais, verduras e frutas com casca) e evite os simples (arroz branco, batata, massas, doces, açúcar).
SUPERSOJA EM AÇÃO
O cereal é um dos poucos alimentos que possui em sua composição praticamente todos os nutrientes necessários às gestantes. “Ele contém muita proteína e cálcio, que facilita a digestão, e apresenta aminoácidos essenciais ao desenvolvimento do bebê. E ainda é fonte de vitaminas, sais minerais e carboidrato complexo, que correspondem às necessidades exigidas pelo organismo de uma gestante”, esclarece Adriana.
Conviva bem com a MENOPAUSA
Como sabemos, essa etapa vem carregada de mudanças indesejáveis para o organismo feminino, já que indica o fim do período fértil e é caracterizada pela ausência total de menstruação por 12 meses seguidos. O principal responsável pela alteração é o hormônio estrógeno (determina as características femininas e o ciclo reprodutivo) que, a essa altura, tem sua produção bem reduzida, provocando sintomas como ondas de calor intenso, secura e perda da elasticidade vaginal (gera desconforto e dores nas relações sexuais), diminuição da libido, aumento da ansiedade e do risco de depressão. E os efeitos da queda dos níveis desse hormônio não param por aí: o corpo passa a acumular mais gordura e apresenta perda de massa muscular; compromete a absorção de cálcio pelo organismo; eleva as taxas de colesterol e triglicérides no sangue, o que facilita o depósito de gordura na parede das artérias, aumentando a pré-disposição a doenças cardiovasculares como infarto e derrame. No entanto, incluir atividade física na rotina e adquirir hábitos alimentares saudáveis tornam esse momento crítico muito melhor.
SUPERSOJA EM AÇÃO
“Um dos componentes da soja, a isoflavona, se assemelha à composição química do estrógeno. Isso auxilia bastante na qualidade de vida durante e após a menopausa”, explica a profissional, ressaltando que a isoflavona também possui ação antioxidante e redutora do colesterol, diminuindo os riscos de doenças cardiovasculares e até de câncer. “Para a beleza, ela também exerce papel importante: melhora a hidratação e a elasticidade da pele e estimula a produção de colágeno”, complementa Adriana.