Guilhermina Guinle é o símbolo do equilíbrio. Ela se mantém longe dos conflitos e preza seus momentos de tranqüilidade e felicidade. Veja os detalhes:
Síndrome de Pollyanna
"Procuro ver o lado bom das coisas, da vida. Quando passo por uma experiência ruim, tento enxergar uma alternativa, um caminho. Busco sempre a face boa de tudo. Esqueço os acontecimentos desagradáveis com muita facilidade, apago mesmo. Isso ajuda bastante a me manter serena. Meu amigos até me chamam de Pollyanna."
Filosofia de vida
"De uns tempos pra cá tenho lido muito sobre budismo. Fiquei encantada com essa filosofia e me identifiquei com diversos pontos, principalmente os que dizem respeito ao desapego e a sofrer menos. Passei a entender alguns porquês da nossa existência e a lidar melhor com os fatos."
Fonte de serenidade
"Acho que não sou ansiosa, estou dentro dos padrões normais. Por exemplo: se quero que um trabalho ou uma viagem se realize, fico pensando no resultado de forma leve, tranqüila. Mas quando eu espero algo que quero muito, tenho uma postura mais ativa."
Válvulas de escape
"Adoro viajar, estar com os meus amigos e dar risada! Isso é o melhor da vida."
Soninho bom
"Eu era superdorminhoca, não acordava cedo de jeito nenhum. Mas no ano passado resolvi fazer faculdade e passei a acordar cedo, às sete e meia tinha que estar na Barra (da Tijuca, bairro distante da zona sul do Rio de Janeiro). E não sofri por isso. Pelo contrário, percebi que sou capaz de dormir menos, sem grandes prejuízos. Não tenho nenhum problema em dormir pouco, desde que seja de vez em quando. Acho que oito horas de sono por noite é ideal."
O poder da natureza
"O clima mexe muito comigo. Se está um dia azul, iluminado, fico feliz. Se ao acordar eu olho tudo em volta e está cinza, fico baixo-astral. Gosto de admirar uma paisagem linda, conhecer lugares diferentes e interessantes. Essa coisa de visual é importante pra mim."