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Por Isabela Leal | Adaptação Ana Paula Ferreira

Para deixar o banho ainda mais relaxante, vale pingar

essências no chuveiro / Foto Shutterstock

Um banho morno antes de dormir traz benefícios ao corpo e à mente. E não são poucos. “O corpo responde bem aos estímulos da água morna e atinge um estado de relaxamento importante para os músculos, assim como uma melhora na circulação sanguínea e oxigenação do organismo. O banho ainda alivia as enxaquecas e regula o cortisol, hormônio responsável pelo estresse”, explica Nathalie Moreno, esteticista do Espaço Lotus, do Rio de Janeiro (RJ). 
Para atingir o nível ideal de relaxamento, a temperatura da água deve ser a mesma do corpo: 37 graus. Além disso, o tempo para permanecer imerso na banheira é de dez minutos, podendo se estender por, no máximo, mais dez. 

No chuveiro, vale pingar algumas gotinhas de óleo essencial de lavanda, manjerona, camomila ou alecrim, que têm propriedades poderosíssimas para promover um relaxamento profundo do corpo e mandar a insônia e as preocupações embora. E após o banho, com a pele ainda molhada, Nathalie Moreno indica aplicar uma loção hidratante para o corpo, preferencialmente que contenha a essência utilizada no banho, para prolongar o contato com o aroma. “Com o creme tópico, além de manter e aprofundar o estado de relaxamento, é possível repor a umidade perdida, principalmente nas áreas mais ressecadas do corpo como, por exemplo, os cotovelos”, conclui a especialista.

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

O primeiro passo para ter energia de sobra durante o dia é

ter uma boa noite de sono! / Foto Shutterstock

A rotina acaba com seu pique e sua energia ao longo do dia? Pois saiba que muitas pessoas acreditam que essa sensação é sinônimo de muito trabalho e, portanto, algo bom, quando na verdade é apenas resultado de hábitos ruins que podem ser mudados.

“Existem maneiras simples de fazer o corpo ter mais energia para realizar as tarefas do dia a dia”, explica Antonio Prates, especialista em desenvolvimento pessoal e fundador do canal Vida Com Método, em sociedade com Taty Nascimento. “Ao conseguir essa melhora, é possível viver de forma mais leve e curtir os bons momentos com mais presença”, destaca Taty.

Abaixo, os profissionais explicam 4 dicas para aumentar a energia ao longo do dia. Confira!

1. Dormir bem

O primeiro passo é ter uma boa noite de sono. Segundo Antonio, o que parece óbvio pode ser difícil para algumas pessoas. “Ter uma alimentação leve à noite, reduzindo o consumo de estimulantes, como o café e alguns tipos de chá, pode fazer toda a diferença na qualidade do seu sono”, explica. O especialista também destaca que algumas pessoas sequer prestam atenção na qualidade da cama e do travesseiro. “É muito importante verificar se o lugar onde você dorme não está impedindo seu corpo de descansar”, alerta.

2. Alimentação boa e prazerosa

Outro fator importante para que a energia ao longo do dia seja realmente plena é a alimentação. Taty explica que, mais do que se preocupar com alimentos específicos, é importante preocupar-se com o todo. “A alimentação precisa ser estética, ou seja, bonita aos olhos, e deve ser nutritiva, leve e bem temperada”, ensina. O consumo de produtos de origem animal ou industrializados em excesso costuma tirar a energia. “Uma alimentação mais frugal, ou seja, com uma quantidade menor de alimentos, sem resultar na sensação de estar ‘explodindo’ de tanto comer, pode aumentar muito a energia de uma pessoa”.

3. Transformar emoções

Antonio explica que as emoções negativas são verdadeiros ladrões de energia. A notícia boa é que, segundo ele, é possível trabalhar para transformar essa vibe negativa em uma vibe mais construtiva. “O sentimento de ciúme, por exemplo, pode ser transmutado em zelo, que é algo positivo, e o que é cobiça pode ser trabalhado para virar apenas uma ambição positiva”, explica. “O medo, por exemplo, pode se transformar em precaução”, e assim mudar a forma de encarar os desafios da vida diária.

4. Respirar 

Por fim, Taty ensina que é importante praticar a respiração. “Muitas pessoas nem sabem da capacidade respiratória que possuem nos pulmões”, conta. Existem diversas técnicas que auxiliam a obter mais energia, mas Taty conta que o primeiro passo a ser dado é respirar fundo e encher o corpo de ar, incluindo a respiração com o diafragma. “É aquela que faz parecer que estamos enchendo o abdômen, mas deve encher também a região intercostal e a parte alta dos pulmões”, conta. Segundo ela, essa prática permite que o corpo aumente a capacidade de absorver oxigênio e, consequentemente, energia.

 

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Por Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

De acordo com alguns profissionais, é possível entender quais razões levam ao sobrepeso

com ajuda da hipnose / Foto Shutterstock

 

Basta uma busca rápida no Google para concluir que o método tem se tornado cada vez mais popular. Por meio da hipnose, um profissional habilitado acessa o inconsciente da pessoa em tratamento e entende quais as razões que levaram ao sobrepeso e também quais impedem o emagrecimento. E, dessa forma, é capaz de mudar essas percepções. 

“Temos um vínculo emocional com a comida. Pode ser uma fuga, uma punição... E as pessoas não conseguem mudar seus hábitos justamente porque não se dão conta do que, exatamente, causa aquela compulsão”, explica Pollyanna Esteves, nutricionista e coach, de São Paulo (SP), que estudou a técnica e a aplica em suas pacientes. “Aprende-se a ter uma relação normal com a comida. Vou instalando na pessoa novos padrões de comportamento e pensamento. Por isso, não há restrição na dieta, todos os alimentos são liberados,” explica. 

Mariana Farage, nutróloga do Rio de Janeiro (RJ), pondera: “Não acredito na eficácia da hipnose como tratamento isolado. Ela pode ser válida, desde que associada a outras medidas, como alimentação saudável, exercícios físicos e bons hábitos em geral”. 

É importante dizer que o método não é usado para manipular ou levar a pessoa a fazer algo que não faria de maneira consciente. Mas é preciso estar atento às credenciais do profissional antes de fechar um pacote de emagrecimento por hipnose.

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Por Carol Salles | Adaptação Ana Paula Ferreira

Estas 3 atitudes podem te ajudar a reforçar a memória

Foto Shutterstock

Não é impressão: a sobrecarga de informações que recebemos todos os dias tem um impacto sobre nosso foco e memória. As três estratégias abaixo, indicadas por médicos da Harvard Medical School, dos Estados Unidos, podem ajudar.

1. Ao conversar com alguém, repita pontos importantes em voz alta. Se combinou algo, por exemplo, reforce: “Cinema sábado,  às seis da tarde, no shopping”. E não tenha vergonha de pedir para a pessoa repetir o que foi dito.

2. Se estiver tendo uma conversa importante em um ambiente muito movimentado e barulhento, fuja!  Procure um local mais tranquilo, com menos distrações. Em restaurantes, por exemplo, prefira mesas próximas às paredes, que costumam ser mais calmas.

3. Não tenha receio de cortar a comunicação com o mundo externo ao fazer alguma tarefa que demande muita concentração.  E-mails, ligações e conversas fora de contexto podem, sim, esperar.

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Por Carol Salles | Adaptação Ana Paula Ferreira

A vacina é segura e é o único jeito de se prevenir contra gripe

Foto Shutterstock

De acordo com Jean Gorynchtein, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo (SP), a vacina é segura e é o único jeito de se prevenir contra gripe. Por isso, o ideal é que todo mundo tome — ainda que as campanhas sejam voltadas para públicos específicos, os mais afetados, como idosos, crianças, gestantes e portadores de doenças crônicas. Mesmo que você não se encaixe, pode valer a pena procurar o serviço em uma clínica particular. 

Se estiver em dúvida porque já ouviu casos de pessoas que se vacinaram e, depois, pegaram uma gripe, é bom saber que isso pode, sim, acontecer. No entanto, segundo o médico, não é efeito da vacina. “Depois da picada, o corpo leva de 10 a 14 dias para produzir anticorpos. Portanto, nesse período, mesmo quem tomou ainda pode estar vulnerável”, explica.

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

Aposte nos florais para amenizar os sintomas da TPM

Foto Shutterstock

Todo mês é a mesma história: está tudo bem e, de repente, tudo vira um caos. É claro que estamos falando da TPM e seus sintomas que insistem em não nos deixar em paz.

Para passar pelo período turbulento da tensão pré-menstrual, a terapeuta floral Marcia Rissato, de São Paulo, indicou 5 florais perfeitos para quem quer aliviar este problema: 

1. Olive: alivia sintomas de cansaço, desânimo e estresse profundos.

2. Chicory: indicado para o apego excessivo.

3. Wild Rose: para a vibração, ajudando a mulher a ser menos resignada e apática.

4. Crab Apple: valoriza a autoimagem. 

5. Walnut: auxilia e protege a individualidade nos momentos de transições e transformações.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

A respiração alternada pode ser feita de 1 a 3 vezes por dia

Foto Shutterstock

Certamente você respira sem nem pensar no assunto. Mas você já parou para observar a qualidade da sua respiração? “A curta acelera os pensamentos, e hoje tudo já é muito veloz, instantâneo. Isso não é de todo mau, mas é preciso cuidar para não passar dos limites. Senão, o resultado pode ser uma sensação de afogamento, ansiedade, medo. Acaba com o centramento”, explica Lilly Hastings, coach e professora de ioga, de São Paulo (SP). 

Abaixo, Lilly ensina uma técnica simples da ioga para acalmar a ansiedade: a respiração alternada. Ela pode ser feita em ciclos de 8 ou 10 respirações, de 1 a 3 vezes por dia. Se estiver grávida ou menstruada, observe suas reações. Se não se sentir bem, não faça.

- Sente-se em um local tranquilo e feche os olhos. Com o dedão da mão direita, feche a narina direita. Inspire e retenha o ar por alguns segundos.

- Sem soltar o ar, desobstrua a narina direita e, com o dedo médio da mesma mão, feche a narina esquerda. Solte o ar.

- Inspire pela narina desobstruída (direita), segure o ar e solte pela outra narina (esquerda). Faça de 8 a 10 repetições em cada narina, lembrando que a troca da obstrução das narinas é sempre com os pulmões cheios.

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Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

O Dia das Mães está chegando e você ainda não comprou o presente? Veja algumas sugestões que prometem agradar a todos os gostos!

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Não se movimentar e o trabalho de digitação contínuo

provocamdores no pescoço, nos ombros e nos punhos

Foto Shutterstock

Ficar muitas horas sentada ou em pé, com atividades contínuas e repetitivas, pode comprometer a coluna, a postura, os músculos, os tendões e as articulações. Tanto que as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort) são sintomas que afastam cerca de 100 mil trabalhadores por ano, no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Mas a saída é simples: se alongar. “Exercícios de alongamento no trabalho evitam dores nas costas, tensões musculares, coluna comprimida e enrijecimento das articulações e dos músculos. Procure ainda sair de vez em quando do seu posto de trabalho para ativar a circulação mais vezes durante o dia”, destaca Leandro Pessoa Olivério, personal trainer e diretor da LPO Assessoria Esportiva, de São Paulo (SP), que recomenda ainda que os movimentos sejam calculados pelo número de respirações. “Contar respirações, em vez de números de movimentos, é uma maneira da pessoa relaxar de verdade e entrar em contato com ela mesma, é tirar a atenção do relógio e se interiorizar.”  

A seguir, Leandro sugere uma série de alongamentos para serem feitos três vezes por dia e que vão te salvar das dores no trabalho: “Antes e depois das atividades e uma horinha qualquer, enquanto espera algo longo ser impresso ou quando o programa do computador estiver fazendo alguma leitura — down ou upload — mais demorada”.

Dor nas costas

Ficar sentada por longas horas deixa a coluna comprimida. Se a postura for ruim, a gravidade acentua o problema, provocando desconforto. 

Exercício: sente-se na ponta da cadeira com a planta do pé no chão. Afaste-se um pouco da mesa.  Deixe seu tronco cair sobre as pernas, aproximando o peito dos joelhos. Abrace suas pernas e faça de 3 a 5 respirações.

Tensão muscular

Não se movimentar e o trabalho de digitação contínuo provocam dores no pescoço, nos ombros e nos punhos.  

Exercício: em pé, coluna reta, junte a palma das suas mãos como se estivesse rezando, e desça da altura do peito em direção ao abdome, sem separar as palmas das mãos.  Chegando no seu limite, leve a ponta dos dedos (que estão para cima) para baixo e mantenha. Faça de 3 a 5 respirações em cada posição.

Enrijecimento das articulações e músculos

A inatividade torna os movimentos mais difíceis e dolorosos, em longo prazo.

Exercício: rotacione os ombros para trás e para frente, em amplitudes confortáveis.  Faça o mesmo com os punhos e leve os ombros para cima e para baixo. Faça de 3 a 5 respirações durante os movimentos.

Má circulação

Quando ficamos sentadas e imóveis, o sangue tende a permanecer na parte inferior das pernas e não circula facilmente pelo corpo.

Exercício: levante-se. Flexione seu tronco à frente, deixando a coluna arqueada, de maneira que a cabeça fique mais baixa do que a linha do quadril. Isso permite que aumente a irrigação sanguínea da altura da cintura para cima do seu corpo, ao mesmo tempo em que alonga toda a cadeia muscular da parte de trás do corpo. Nesta posição, faça de 3 a 5 respirações.

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Devido ao desconforto, muitas mulheres acabam dando

alguma desculpa para evitar relações sexuais

Foto Shutterstock

Um estudo conduzido pela Federação Brasileira de Gastroenterologia com mais de 3 mil mulheres de diferentes regiões e classes sociais mostrou que 79% das entrevistadas que declararam ter problemas de trânsito intestinal tinham suas vidas sexuais impactadas pelo desconforto

A psicóloga e terapeuta de casais Pamela Magalhães conta que nem sempre é fácil falar sobre o problema com o parceiro, e que muitas acabam dando alguma desculpa para evitar as relações.

 

 

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Por Juliana Vaz | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Lubrificantes solúveis e hidratantes intravaginais são os principais métodos

para tratar o problema / Foto Shutterstock

Que nós vivemos uma montanha-russa hormonal todo mundo sabe: os efeitos da TPM já se tornaram comuns em qualquer roda de conversa feminina. Mas pouco se fala sobre um dos maiores desconfortos vivenciados pela mulher: o ressecamento vaginal.

Um estudo sobre o problema e como ele afeta a vida da mulher foi realizado pela Teva Farmacêutica, uma das líderes da indústria de medicamentos genéricos, que aponta dados preocupantes: 20% das mulheres entrevistadas afirmaram não saber o que é ressecamento vaginal, mesmo indo ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano; e 40% afirmaram que apesar da falta de lubrificação durante a relação sexual e o incômodo que sentiram, não pensaram que pudesse ser algo sério e que requer tratamento.  Mas é. “Mulheres jovens não costumam falar sobre o tema, pois acham que é uma fase, ou que o problema surgirá apenas quando envelhecerem”, diz Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra, de São Paulo (SP).

Fatores como pós-parto, amamentação, medicamentos usados no tratamento de câncer de mama e o uso contínuo de pílulas anticoncepcionais podem diminuir a lubrificação vaginal drasticamente. “Apesar da baixa concentração de hormônios das pílulas modernas, o anticoncepcional diminui a produção do estrogênio e altera o pH da vagina, causando o ressecamento em algumas pacientes”, explica a médica. 

Lubrificantes solúveis e hidratantes intravaginais são os principais métodos para tratar o problema; já o uso de estrogênios como forma de reposição hormonal só é indicado para mulheres que enfrentam o climatério e a menopausa.

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Por Juliana Vaz | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

cortisol,hormônio do estresse, possui benefícios para

a saúde, indicou o estudo / Foto Shutterstock

O estresse é capaz de bagunçar o organismo. Insônia, dores musculares, pressão arterial nas alturas e alterações na pele são alguns sintomas. Mas ele também pode ser bom... Um estudo publicado no ¬ e Lancet, jornal científico do Reino Unido, comprova a tese do bem: ao analisar voluntários de 1996 a 2015, concluiu-se que o cortisol, hormônio do estresse, pode ser útil para melhorar a memória e aumentar a imunidade contra infecções

Para garantir que os níveis desse hormônio não se excedam e causem apenas efeitos negativos, Michael Zanchet, psicólogo do Centro Médico e Spa Kurotel, de Gramado (RS), diz que a chave é manter o equilíbrio emocional e físico. “O exercício garante mobilidade e energia, a alimentação entrega nutrientes, o sono regenera as células e o lazer ajuda a ‘desligar’ dos problemas.” 

Uma ferramenta poderosa para controlar o estresse e a ansiedade é a meditação. Sua aliada é a regularidade e as técnicas de respiração que podem ser realizadas em qualquer lugar. Uma boa técnica é respirar pelo diafragma. Sinta o ar inflando o peito, como se fosse um balão, e solte devagar como se estivesse soprando uma vela; descanse e repita quantas vezes desejar.

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Por Diana Cortez | Adaptação Ana Paula Ferreira

Antes e depois de Osanita Rodrigues

Fotos Arquivo Pessoal

Quem vê as curvas definidas da empresária e instablogger Osanita Rodrigues, de São Paulo (SP), não imagina o quanto ela já lutou contra a balança. Ela conta que, aos 23 anos, começou a engordar, e o trabalho e os estudos eram suas desculpas para seguir uma vida desregrada e sedentária. “Eu vivia à base de lanches, muitas vezes detonava uma pizza inteira e tomava dois litros de refrigerante sozinha! Quando tinha um tempo livre, era para curtir um happy hour ou uma balada”, lembra.  Dessa forma, os anos se passaram e os ponteiros da balança continuaram subindo até apontarem os 85 quilos!

Na tentativa de reverter a situação, a empresária tentou seguir algumas dietas, mas sem sucesso. “Ficava sem comer o dia inteiro, depois, atacava até as paredes”, brinca. Aos 34 anos, Osanita recebeu um convite para abrir uma loja de moda fitness dentro de uma academia. Foi aí que a ficha caiu e ela se deu conta de que precisava emagrecer. “Via aquelas mulheres lindas desfilando na academia e entrando na minha loja, enquanto eu nem podia sonhar em colocar aqueles looks”, fala a empresária. 

Foi então que decidiu mudar seus hábitos e sua vida. Na época, ela também se apaixonou por um professor de Educação Física. Com a ajuda dele e de uma nutricionista,  Osanita planejou a transformação de seu corpo em seis meses. “O começo foi bem difícil, pois além de reduzir a quantidade de comida,  não podia mais tomar refrigerante. Mas fui me acostumando.” 

A gata passou a comer a cada três horas, reduziu o consumo de carboidrato, investiu na salada e na carne branca e usou alguns suplementos para ajudar no ganho de massa magra. “Treinava musculação de segunda a sexta-feira, até a exaustão. Ainda fazia 30 minutos de transport, duas vezes na semana. Em seis meses, emagreci mais de 20 quilos e estava linda de biquíni branco em Maresias [cidade do litoral paulista].” 

No meio de sua transformação surgiu a ideia do Projeto Massa Magra, no Instagram, um perfil criado por ela para incentivar outras pessoas a saírem do sedentarismo e a buscarem uma vida mais saudável. Hoje, ela treina praticamente todos os dias. “É um momento de prazer. Faço diversas aulas, desde boxe com funcional até ioga.”

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Por Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Qualquer ritmo de música oferece benefícios á saúde

Foto Shutterstock

Escutar música aumenta 19% das funções cardíacas e da capacidade de exercício, de acordo com um estudo realizado pelo instituto de cardiologia da Universidade de Nis, na Sérvia.

As endorfinas, liberadas quando escutamos músicas que nos agradam, ajudam a aumentar a vascularização do organismo. E não há um ritmo específico, é simplesmente aquele que a deixa feliz.

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Por Ana Paula Ferreira

Existem dois tipos de DIU no mercado: com progesterona e de cobre

Foto Shutterstock

Mais conhecido como DIU, o Dispositivo Intrauterino é um método contraceptivo feito de plástico flexível em forma de “T” e que é introduzido no útero pelo ginecologista. Atualmente, é possível encontrar dois tipos do produto no mercado: um com progesterona, que suspende a menstruação, e outro com cobre, que utiliza espermicida (mata espermatozoides). 

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou a ampliação do acesso ao DIU de cobre, já distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nas maternidades e hospitais do Brasil. Contudo, o método ainda gera muitas dúvidas entre as mulheres. Por isso, Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra de São Paulo, listou 9 mitos e verdades sobre ele. Confira: 

1. O DIU pode atrapalhar a relação sexual

Mito! Ele possui um fio bem fino, que ajuda na hora de sua retirada, mas este item não atrapalha em nada na hora da penetração e também não prejudica a sensação de prazer da mulher. 

2. Mulheres que ainda não tiveram filhos podem usar o DIU

Verdade! A mulher que nunca teve filhos pode sim usar o DIU, mas o recomendado é consultar o médico ginecologista.

3. Há uma faixa etária ideal para o uso do DIU

Mito! Não existe idade certa para a implantação, desde que a mulher tenha recebido aconselhamento adequado sobre o uso.

4. Dói para colocar o DIU

Mito! A maioria das pacientes sente apenas um leve desconforto, como cólica menstrual, no momento da implantação.  

5. Dispositivo Intrauterino pode ser usado na fase de amamentação

Verdade! Ele pode ser usado sem preocupações por aquelas que estão amamentando, porém, o DIU com progesterona só deve ser colocado seis semanas após o parto e o sem hormônio pode ser inserido antes disso.

6. O DIU é abortivo

Mito! Não há motivos para essa associação, já que este é um método contraceptivo que impossibilita a junção do óvulo com o espermatozoide. Ou seja, o DIU atua muito antes do processo de fecundação.

7. Pode prejudicar a fertilidade da mulher

Mito! O retorno da fertilidade feminina acontece em um curto período de tempo, mesmo após uso prolongado do método.

8. Uso do DIU requer outro método adicional

Verdade! O aconselhável é que a mulher não pare de usar o preservativo feminino ou masculino na hora da relação sexual, já que o DIU não garante proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.

9. Esse método possui contraindicações

Verdade! Ele não deve ser a opção de mulheres que apresentem alguns tipos de má formação uterina ou que tenham manifestado infecções uterinas recentemente, além de mulheres virgens. 

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Por Karine César | Adaptação Ana Paula Ferreira

Tecidos que estimulam a circulação, reduzem a fadiga, evitam o mau cheiro...  A cada dia, a moda fitness lança uma nova funcionalidade para o vestuário, a fim de melhorar o desempenho e prevenir problemas de saúde. Tudo isso sem abrir mão do lado fashion! Confira abaixo nossa vitrine com 7 sugestões! 

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Por Evelyn Cristine | Adaptação Ana Paula Ferreira

Não eliminar os quilos ganhos durante a gestação pode

oferecer problemas à saúde, segundo o estudo

Foto Shutterstock

Uma pesquisa feita no Canadá apontou que o período entre três e 12 meses após o parto é o tempo ideal para eliminar os quilos a mais ganhos durante a gravidez.

Segundo o estudo publicado na revista Diabetes Care, as mães que não conseguem perder o excesso de peso dentro de um ano depois do nascimento do bebê ou engordam neste período, podem vir a sofrer com problemas de saúde como hipertensão e outros fatores que provocariam diabetes e doenças cardíacas no futuro.

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Por Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Movimentos de pilates ajudam a fortalecer os músculos

da região pélvica / Foto Shutterstock

As mudanças no corpo das mamães durante a gestação são muitas e, conforme os meses vão passando, além do inchaço e do cansaço que aumentam mês a mês, a dor na lombar também se agrava. “Os ligamentos que sustentam a coluna e o útero relaxam, e conforme o bebê cresce e ganha peso, a dor tende a aumentar”, explica Alberto Guimarães, ginecologista e obstetra, de São Paulo (SP), que destaca a má postura como um dos fatores que pioram ainda mais o desconforto. Para diminuir a sensação desagradável, é importante fortalecer os músculos e ligamentos da região pélvica com exercícios de baixo impacto, mas que trabalham profundamente a musculatura, como o pilates. Veja dois movimentos fáceis de serem realizados em casa:

→ Apoie os joelhos e a palma das mãos no chão, em quatro apoios. Mantenha as costas retas, na mesma linha do quadril. Inspire, e na hora de expirar, contraia a pelve e o abdome por dez segundos. Repita por, no mínimo, dez vezes e lembre-se de não movimentar as costas durante o movimento. 

→ Sentada no chão, cruze as pernas uma sobre a outra e incline o tronco para frente. Estique os braços, se conseguir. Mantenha-se na posição por alguns segundos e retorne lentamente.

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Por Diana Cortez | Adaptação Ana Paula Ferreira

Fisgada no quadril e formigamento na região dos glúteos

e na perna são indícios da síndrome do piriforme

Foto Shutterstock

Fisgada no quadril, formigamento na região dos glúteos e na perna e uma dor que impede de realizar exercícios que recrutem a parte de baixo do corpo. Esses podem ser indícios da síndrome do piriforme, como explica o ortopedista Antonio Alexandre Faria, de São Paulo. 

“Trata-se da compressão do músculo piriforme (localizado na região dos glúteos), que ocorre por excesso de atividade ou lesão nessa área”, diz. “O tratamento é feito com anti-inflamatórios e relaxantes musculares para aliviar a dor, além de alongamentos específicos, mas raramente é necessário cirurgia”, esclarece Antonio Alexandre.

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Por Rita Santander e Marcia Di Domenico | Adaptação Ana Paula Ferreira

A fadiga muscular é um cansaço generalizado, agravado

por dores nos músculos e articulações / Foto Shutterstock

Não há dúvida de que a atividade física traz muitos benefícios à saúde: fôlego, força, perda de peso, prevenção de doenças, bom humor. Só que, como quase tudo na vida, exagerar na dose pode desencadear prejuízos. “Se você treina todo dia até o músculo não aguentar mais, pode acabar tendo uma estafa muscular, que é o que também chamamos de overtraining e se caracteriza por um período prolongado de fadiga”, explica Thiago Soares Camargo Póca, personal trainer da assessoria esportiva Prime Life, de São Paulo.

A fadiga muscular nada mais é que um cansaço generalizado, agravado por dores nos músculos e articulações. “Essas dores são apenas parte dos sintomas”, observa Thiago. Falta de disposição para malhar, perda de massa magra e queda no rendimento também podem surgir quando você não escuta seu corpo e segue treinando. “Tem pessoas que acham que, para o exercício ser bom, tem que doer. Mas, às vezes, a dor é o alerta do corpo para que você dê um tempo”, enfatiza o profissional.

Incômodo necessário

Treinos de resistência, principalmente os que utilizam carga (como musculação, funcional e crossfit), geram microlesões nos músculos, necessárias para obter resultados e típicas de quando você adota um novo treino ou retoma as sessões depois de um tempo parada. Nesses casos, o desconforto tende a aparecer de 24 a 48 horas após a ginástica. Quando você está acostumada à atividade, o mais comum é que o corpo não manifeste essas dores, o que não quer dizer que não precise de período para se recuperar das microlesões geradas pelo esforço.

Dar esse tempo ao corpo não significa abrir mão dos treinos diários. Thiago Póca recomenda a periodização dos treinos, que vai estimular músculos diferentes em intensidades distintas, sem levá-los à exaustão. “Por mais que não seja possível isolar alguns grupos, o importante é focar em um dia quadríceps e no dia seguinte posteriores, por exemplo. A ideia é não trabalhar a mesma musculatura em menos de 48 horas, para não correr o risco da estafa muscular”, aconselha.

Em atividades que acionam sempre os mesmos grupos musculares, como corrida ou natação, é importante cadenciar o treino para não sobrecarregar o corpo. “Por isso, deve-se fazer um treino de educativo em um dia, um de explosão no outro e, no seguinte, uma treino de resistência, por exemplo”, sugere Thiago. 

A importância do sono

Dormir bem é, junto com a periodização e o descanso, uma atitude chave para evitar a estafa porque é durante o repouso que ocorre a liberação de hormônios envolvidos na recuperação muscular. Somado à falta de disposição por causa da noite maldormida, isso pode, com o tempo, resultar em perda de massa e definição muscular ou, ainda, em regressão do condicionamento físico conquistado. O dia a dia tenso de trabalho e alterações psicológicas que interferem na qualidade de sono (como ansiedade e estresse) também podem prejudicar a recuperação muscular e aumentar o risco de estafa muscular. “Nesse caso, ela estará relacionada não ao excesso de exercícios, mas à falta de recuperação adequada devido ao sono insuficiente”, conclui o personal.

Questão feminina

Comum em mulheres que treinam pesado (atletas profissionais ou não), a chamada tríade da mulher atleta afeta o metabolismo, ocasionando distúrbios alimentares, baixo índice de massa corporal, falhas na menstruação e osteoporose. “Muitas doenças da velhice estão surgindo na população jovem devido a hábitos negativos”, avalia o enfermeiro Sandro Gama, da Faculdade Anhanguera de Taubaté (SP), alertando que a diferença entre a ação benéfica e a maléfica do esporte é a dosagem.

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Por Ana Paula Ferreira

A depressão atinge cerca de 5,5 milhões de brasileiros, de acordo com estudos

Foto Shutterstock

Considerada um transtorno de humor, a depressão atinge hoje cerca de 350 milhões de pessoas no mundo todo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, estudos como o da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) mostram que a doença atinge 5,5 milhões de brasileiros.

Embora a tristeza seja o sintoma mais relacionado à depressão, seu impacto vai muito além de disso. “A depressão altera diversos sistemas do organismo, causando sintomas muitas vezes incapacitantes, principalmente quando não há diagnóstico e tratamento adequados. É importante entender que muitas vezes os sintomas físicos antecedem os sintomas mentais ou ainda podem acontecer simultaneamente”, explica a psicóloga Ghina Machado, de São Paulo.

Abaixo, a profissional indicou 7 efeitos da depressão na saúde física, que devem ser investigados para o diagnóstico.

1. Insônia 

A insônia é um dos critérios diagnósticos da depressão. A dificuldade para dormir, alterações na continuidade do sono, despertar precoce, sono leve, interrompido ou agitado são características da insônia relacionada à depressão. Estima-se que cerca de 90% dos pacientes com depressão apresentam alterações no sono. Embora a insônia seja mais comum, há também casos em que há sonolência excessiva. 

2. Perda ou ganho de peso 

A falta de apetite é uma alteração muito comum na depressão. A pessoa não consegue se alimentar e acaba perdendo peso. Porém, também há casos de ganho de peso quando o paciente aumenta a ingestão de alimentos ricos em carboidratos e açúcar, por exemplo. 

3. Dores 

Estima-se que 60% dos casos de depressão estão relacionados a sintomas orgânicos, entre eles a dor. As dores podem aparecer muito antes do diagnóstico da depressão. Isso porque os circuitos ativados pela doença estão ligados às regiões do sistema nervoso que comandam o funcionamento dos órgãos. A causa está ligada aos neurotransmissores serotonina, noradrenalina e dopamina que na depressão não funcionam como deveriam. Além de regularem o humor, essas substâncias participam do processo de inibição da dor e sensação de prazer. As dores mais comuns são de cabeça, musculares e gastrintestinais. 

4. Constrição dos vasos sanguíneos 

A depressão leva a um “desgaste” do organismo, causando reações inflamatórias devido à elevação dos níveis do cortisol, hormônio secretado em maior volume quando há estresse. Essa inflamação gera a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos, aumentando assim o risco de um infarto ou AVC, além de elevar a chance de desenvolver pressão alta e trombose.  

5. Queda da imunidade 

A depressão induz o organismo a produzir substâncias chamadas citocinas pró-inflamatórias, que afetam o bom funcionamento do sistema imunológico. Com isso, há maior risco de contrair doenças como gripes, resfriados e herpes, por exemplo.   

6. Perda da libido 

A depressão causa queda do desejo sexual. Além disso, a doença afeta a produção e a liberação dos hormônios sexuais, fundamentais para ter uma vida sexual ativa.   

7. Fadiga (cansaço) 

É muito difícil diferenciar a depressão da fadiga. Se não há nenhuma questão médica envolvida, é bem provável que seja um sintoma da depressão. 

 

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Por Marcia Di Domenico e Victoria Bassi | Adaptação Ana Paula Ferreira

O repelente deve ser aplicado por último, depois do

filtro solar e maquiagem / Foto Shutterstock

O calor traz de volta o risco de ser picada pelo Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya. Quem pratica treino outdoor fica mais exposto e, portanto, precisa ficar de olho em como se proteger. Confira estas dicas de segurança:

- Use boné ou viseira para evitar que o repelente aplicado na testa escorra com a transpiração e entre nos olhos. É importante evitar o contato do produto com mucosas como olhos, nariz e boca.

- Saiba que o mosquito tem hábitos diurnos. Portanto, capriche na aplicação do repelente se for correr de manhã ou à tarde.

- O repelente deve ser o último produto a ser aplicado na pele, por cima de filtro solar e maquiagem, quando for o caso. Escolha uma composição à base de icaridina, DEET ou IR3535, que têm efeito comprovado contra o Aedes aegypti, são liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e seguros, inclusive, para grávidas (desde que com liberação médica).

- Deixe para passar o repelente o mais perto possível do horário de sair de casa ou, no caso de uma prova de corrida, por exemplo, próximo da largada. Assim, você aproveita ao máximo o tempo de ação do produto, já que não vai reaplicá-lo durante o percurso.

- Dispense receitas caseiras contra o mosquito, pois evaporam rápido e costumam ter tempo de ação reduzido (menos de meia hora, geralmente).

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Por Ana Paula Ferreira

As próteses na mamoplastia são colocadas atrás da glândula mamária ou atrás do músculo

, ou seja, não ficam a frente da glândula / Foto Shutterstock

Ao optar pelas próteses de silicone para aumentar os seios, muitas mulheres se preocupam com a questão da amamentação e se ela será impedida ou prejudicada após a cirurgia. 

De acordo com Fábio Augusto Arruda de Oliveira, mastologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, as próteses na mamoplastia de aumento são colocadas atrás da glândula mamária ou atrás do músculo, ou seja, não ficam a frente da glândula. Além disso, nenhum dos dois tipos de incisão citados pelo especialista impede a amamentação. “A melhor técnica cirúrgica deve ser avaliada pelo médico em cada caso devido a suas peculiaridades”, afirma o profissional. “O procedimento é consolidado e muito seguro, desde que seja feito por um profissional capacitado”, completa. Portanto, apesar de interferir no tamanho ou formato, a prótese não muda a estrutura da mama e não interfere nos ductos mamários. 

Vale ressaltar que, mesmo após a amamentação, a prótese não sofre nenhum tipo de alteração – o que pode acontecer é mudar o formato da mama por causa da possível flacidez na região. 

Para as mulheres que estão em fase de amamentação e planejam se submeter à cirurgia, Oliveira indica esperar até o leite secar completamente. “Para quem ainda não fez o procedimento e pretende engravidar em breve, vale avaliar a possibilidade de esperar também”, orienta ele. 

 

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Por Marcia Di Domenico e Victoria Bassi | Adaptação Ana Paula Ferreira

Evite a ansiedade para preservar sua juventude

Foto Shutterstock

Um estudo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, relacionou a ocorrência de distúrbios de ansiedade ao encurtamento dos telômeros – as extremidades do cromossomo, que servem como uma espécie de medida da idade biológica do organismo e vão encolhendo a medida que a idade avança. 

A pesquisa revelou que pessoas ansiosas têm telômeros mais curtos do que as não ansiosas, ou seja, é como se fossem mais velhas. Quer preservar a juventude? Então pare de sofrer e se preocupar por antecipação – é isso que define o mal do século! – e encaixe mais atividades relaxantes e prazerosas no dia a dia.

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Por Marcia Di Domenico | Adaptação Ana Paula Ferreira

Praticar exercícios vai te ajudar a relaxar

Foto Shutterstock

Tem dias em que agente acorda para baixo, sem ânimo para nada. É normal, mas não quer dizer que você precisa deixar de aproveitar o dia e se conformar com o mau humor. Por que não colocar em prática atitudes que são tiro e queda para devolver o ânimo? Temos três ideias:

Explore seu ponto forte 

“Realizar alguma coisa em que você seja muito boa (pode ser cozinhar, dar um conselho ou simplesmente ajudar alguém com a declaração do imposto de renda) ajuda a reafirmar seu valor pessoal e elevar a autoestima”, fala a psicóloga Soraia Ribeiro, de São Paulo.

Relaxe 

Pratique seu exercício preferido, marque uma massagem, leve o pet para passear, namore. Se estiver no trabalho, saia para dar uma volta ou apenas pare alguns minutos o que está fazendo para meditar e respirar. Não há baixoastral que resista a uma mente tranquila.

Conclua algo pendente 

Pode parecer pouco, mas resolver um conserto em casa, levar aquelas roupas separadas para doação, ligar para uma amiga que não vê há tempos ou organizar o armário desatravanca a rotina e dá um gostinho de satisfação por ser dona da própria vida. 

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Por Ana Paula Ferreira

Cuidados preventivos são importantes para manter

a saúde em dia / Foto Shutterstock

Você se lembra quando foi sua última consulta? Se parou para pensar, é bem provável que já tenha sido há bastante tempo.

Com a aproximação do Dia Internacional da Mulher – comemorado no dia 8 de março –, é importante ressaltar os cuidados que se deve ter com a saúde do público feminino, que inclui alguns exames indispensáveis.

“Cuidados preventivos são as melhores medidas para manter a saúde da mulher em dia e devem ser realizados mesmo que elas estejam se sentindo saudáveis”, explica Maria Elisa Noriler, ginecologista de São Paulo. “Doenças descobertas no início geralmente têm maiores chances de cura, por isso, é tão importante visitar o médico regularmente.”

Abaixo, você confere 6 exames indicados pela profissional e por que eles são importantes para a saúde da mulher:

Papanicolau: É importante a realização desse exame para detectar HPV, câncer do colo de útero e diversas DSTs. Devem realizar anualmente o procedimento as mulheres que têm entre 25 e 65 anos e que já tiveram relações sexuais.

Mamografia: Este exame, que tem como finalidade estudar o tecido mamário, é o principal exame para detectar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos ou calcificações. Mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco.

Ultrassom pélvico: Este exame avalia os órgãos genitais internos da mulher (ovários, útero, trompas) e serve para detectar doenças, acompanhar a gestação e controlar a ovulação em episódios de infertilidade.

Colposcopia: É realizada para analisar a vulva, a vagina e o colo do útero para identificar inflamações ou doenças como o HPV e o câncer. Normalmente é solicitada em caso de alteração no papanicolau.

Ultrassom de tireoide: Ajuda a detectar nódulos na região e a evitar possíveis disfunções e doenças que podem prejudicar a produção de hormônios essenciais para a saúde da mulher.

Densitometria óssea: Indicado para mulheres que já passaram pela menopausa, este exame serve paramedir a densidade dos ossos, a possível perda de massa óssea, além de atuar na prevenção e no diagnóstico da osteoporose.

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