Quer saber mais sobre a saúde do seu coração? Confira 6 mitos e verdades que esclarecem algumas dúvidas importantes sobre o órgão

Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



O diagnóstico nas mulheres demora mais

Verdade. “Elas reclamam de dor ou mal-estar, mas acreditam que seja apenas psicológico.  Isso acaba agravando o quadro e retardando o diagnóstico”, diz Rogério Krakauer, cardiologista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP).

Estresse faz mal

Verdade. “Um estudo realizado pela McMaster University, no Canadá,  com 24 mil voluntários em 52 países,  revelou que a prevalência de estresse crônico é maior entre as vítimas de infarto”, diz Rogério Krakauer.

Um estilo de vida saudável pode contar mais do que a genética 

Verdade. Um trabalho apresentado no congresso da American Heart Association, em 2016, relatou que hábitos saudáveis reduzem o risco de doença cardiovascular, infarto e morte por causa cardíaca mesmo nas pessoas com histórico familiar.

Os riscos aumentam após a menopausa

Verdade. Os hormônios femininos protegem o coração. Então, quando há seu declínio, por volta dos 50 anos, os riscos elevam progressivamente.

Prevenção é tudo

Verdade. A avaliação cardiológica para pessoas com história familiar de doenças do coração deve ser iniciada entre os 30 e 35 anos, para quem não desempenha atividade esportiva intensa. Indivíduos sedentários e sem história familiar de problemas cardíacos podem começar um pouco mais tarde, entre 35 e 40 anos.

Apenas obesos têm problema no coração

Mentira. A obesidade é apenas um dos fatores. Magros também podem ser afetados, principalmente se integrarem grupos de riscos, como hipertensos, sedentários e fumantes.

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