Algumas propriedades presentes nos alimentos podem te ajudar a garantir uma noite leve de sono. Veja quais são elas e melhore a qualidade e duração do período de descanso!

Texto Mariana Vieira | Edição Isabela Leal | Foto Escala Imagens | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Os hábitos alimentares estão intimamente ligados ao modo pelo qual a população dorme. De acordo com Gisele Paula Vieira, nutricionista e especialista em Terapia Nutricional, da Matterclin, de São Paulo (SP), estudos recentes mostram que excessos ou reduções de macronutrientes, como carboidratos, proteínas e gorduras, influenciam a qualidade do sono e a facilidade ou dificuldade de iniciá-lo ou mantê-lo durante o período noturno. “A carência de algumas vitaminas e minerais pode influenciar diretamente o sono, especialmente os ligados à melatonina, que é o hormônio indutor do sono, ao triptofano, que é o aminoácido que regula sua qualidade, e ao zinco e ao selênio, que são os minerais que modulam o estresse”, esclarece ela. Com isso, a alimentação, somada a hábitos de vida saudáveis, pode ser uma aliada no combate à insônia

A nutricionista aponta que o consumo de determinados alimentos, principalmente no jantar e na ceia, melhora a qualidade e a duração do período de descanso. Confira a seguir quais são os aliados do sono:

Moduladores do cortisol → abacate e aveia (principalmente o farelo de aveia).

Fontes de triptofano → carnes magras (vermelha, frango, peixes) e leguminosas (feijões, ervilha, lentilha, grão-de-bico).

Fontes de zinco e selênio → oleaginosas (castanhas, nozes, amendoim, semente de girassol e semente de abóbora).

Alimentos de baixa carga glicêmica → kiwi, banana, maçã, abacate, melão,  morango, coco, tapioca (sem recheio),  arroz (integral, cateto, 7 grãos, vermelho), cenoura, batata-doce,  inhame, batata yacon, cacau em pó, melancia, entre outros.

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