O spray salino sempre salvará seu look, inclusive nos bad hair days. Reunimos seis macetes para você dominar a arte de criar ondas lindas, vem ver!

Texto Vand Vieira | Edição Cáren Nakashima | Adaptação Ana Araujo

Siga essas dicas para usar spray salino

De ondas despojadas a penteados certinhos, o spray salino sempre salva o look

Foto: Christian Parente

1. Se o seu cabelo é bem curto, substitua o spray salino por um gel de brilho molhado, que vai entregar mais textura e deixar os fios no lugar.

2. Nos cabelos cacheados, o efeito passa despercebido se os fios não estiverem escovados. Vale lembrar que o spray salino NÃO substitui o ativador de cachos.

3. Aproveite que as embalagens são compactas e leve-as na bolsa para eventuais retoques ao longo dia. Quando ele seca naturalmente, dá um volume interessante no meio do dia.

4. Acordou naquele bad hair day ou não deu tempo de lavar o cabelo? Pode recorrer aos beach sprays e faça o gênero (bem) despenteada.

5. O spray salino também pode ser usado na construção de penteados menos despojados. Para isso, sobre o cabelo protegido com um produto termoativado, utilize secador, difusor ou babyliss e modele as ondas antes da aplicação. “Também é possível usar os equipamentos de calor depois de aplicar o spray salino, porém seu efeito pode ser anulado devido à alta temperatura”, complementa Wesley. Portanto, o ideal é usá-lo nos fios arrumados e frios. Três borrifadas de cada lado da cabeça adicionará textura.

6. Quer um ondulado mais selvagem? Em vez de amassar as madeixas após a aplicação, separe-as em quatro mechas (dividindo toda a cabeça – são duas em cima e duas próximas à nuca), torça-as e as prenda em forma de coques, com a ajuda de grampos. Secou? Solte um por um e dê aquela bagunçadinha básica com a ponta dos dedos. Quem tem cabelos longos pode usar o truque com um único coque bem alto.

#FicaaDica: o surf spray funciona muito melhor em cortes repicados e em camadas do que nos retos. Mas isso não significa que as donas de fios certinhos não possam usá-lo, ok?

Revista Corpo a Corpo | Ed. 321