Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Suar bastante quer dizer que estou emagrecendo?

Há quem acredite que suar enquanto pratica exercícios produz resultados melhores, e por isso usa roupas quentes durante a corrida, imaginando que assim consumirá calorias de forma mais rápida e eficiente. Puro engano! Segundo o personal trainer Silvio Cabral, suar e emagrecer não são fatores inter-relacionados, uma vez que a transpiração é composta por água e sais minerais que podem ser rapidamente recuperados com a hidratação.

O verdadeiro responsável pela queima de calorias é o próprio exercício físico. Portanto, estimular a transpiração com roupas de fibras sintéticas, faixas ao redor do abdome ou filme plástico sobre a pele não ajuda em nada na perda de peso e pode causar desidratação e muito calor. A dica é treinar com roupas leves para potencializar o seu rendimento e não correr o risco de ficar pelo caminho.

Vale ressaltar que uma pessoa em movimento pode eliminar em torno de um litro e meio de líquido por hora através da transpiração. E já existem estudos que demonstram que quem pratica exercícios regularmente costuma suar mais porque sua capacidade de resfriamento é mais desenvolvida. À medida que o treinamento e o atleta progridem, mais o suor aparece. Por exemplo: um triatleta pode produzir até quatro litros de suor a cada 60 minutos. 

Via Revista Dieta Já! Ed. 238

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Se você sofre com quedas no sistema imunológico quando pega firme na malhação, saiba que você não está sozinha nessa. O problema é mais comum do que parece. “Ao contrário do que muita gente pensa, não é a atividade física intensa que compromete a imunidade, mas a frequência alta de treino combinada à falta de descanso entre sessões”, explica Luiz Noboru, educador físico da Bodytech Eldorado, de São Paulo (SP). É o que chamamos de overtraining

Para evitar o problema e bater o cartão na academia sem ter que se preocupar com a saúde, basta conversar com um profissional de educação física e montar um cronograma que contemple dias de repouso. “É preciso considerar que, após o treinamento, o músculo precisa de 48 horas para se recuperar e repor nutrientes como água, carboidratos,  proteínas e minerais”, diz Luiz Noboru.

Outros sintomas do overtraining:

- Cansaço anormal
- Irritabilidade
- Falta de vontade de malhar
- Lesões agudas e crônicas
- Ausência de apetite
- Perda de força
- Contusões e resfriados frequentes
- Dores de cabeça
- Sede
- Insônia
- Tremor nas mãos
- Ansiedade

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Por Redação Revista VivaSaúde | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

É verdade que as mulheres ficam com hematomas mais facilmente?

Sim, mas não apenas as mulheres. Crianças e idosos também têm essa predisposição para hematomas. Isso porque esses grupos têm peles mais finas e os idosos, mais especificamente, têm maior fragilidade dos vasos. 

De acordo coma dermatologista Tatiana Steiner, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia(SBD), em caso de trauma ou golpe, o primeiro passo é aplicar gelo no local durante cinco minutos em intervalos de uma hora. Outra técnica é pressionar imediatamente a palma da mão sobre o local e manter a pressão por vários minutos. Cremes podem ajudar também, como os à base de arnica e heparina. A mancha some em alguns dias.

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Por Rita Trevisan e Louise Vernir | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Quem disse que é preciso ouvir sons de passarinhos para desestressar? Segundo a musicoterapeuta Maristela Smith, doutoranda da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, o som que faz bem é aquele que agrada a quem ouve. “A música atua na bioquímica de nosso organismo, tanto positiva quanto negativamente, e muitos autores falam sobre a influência dos sons no ritmo cardíaco”, diz. 

Só tem um detalhe: as sensações que a mesma música provoca podem variar muito de uma pessoa para outra, e o segredo é descobrir aquela que funciona melhor para acalmar você.

Via Revista VivaSaúde | Ed. 155

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Por Kelly Miyazato | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira


O uso de protetor diário pode prejudicar a saúde íntima da mulher?

Sim. Segundo Cristina Carneiro, ginecologista da Vagisil, é recomendável evitar o uso contínuo de protetores diários. "Esse tipo de absorvente abafa a região genital da mulher e, consequentemente, pode causar o surgimento de infecções”, esclarece ela.

De acorpo com a profissional, é importante sempre ficar atenta aos sinais que seu corpo dá e, caso note que está com algum tipo de corrimento vaginal, procure um especialista para investigar e orientá-la.

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Por Ana Paula Ferreira | Fotos Divulgação

O universo feminino não para de inovar e receber novidades! Por isso, todo mês, a CORPO vai te mostrar os produtos que já chegaram ou devem chegar em breve às prateleiras. Confira abaixo os lançamentos do mês de NOVEMBRO!

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*Por Letícia Ronche | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



É visível que algumas pessoas engordam em partes do corpo diferentes de outras. Umas mais no quadril, outras na barriga, e tudo bem. Isso faz parte de quem somos, porém denuncia alguns hábitos de saúde. “A forma como a gordura se acumula na região abdominal diz muito sobre o tipo de problema que pode causar na saúde”, conta a médica nutróloga Ana Luisa Vilela (SP). Abaixo, confira quais são as recomendações da profissional para cada tipo de gordura na barriga:

1. Ampulheta (cintura fina com gordura no quadril)

Esta não é uma gordura metabólica. Pessoas com esse perfil se beneficiam mais com exercícios físicos e consumo de fibras.

2. Pochete (gordura localizada abaixo do umbigo)

Essas pessoas conseguem bons resultados com tratamentos estéticos. Este tecido adiposo aparece também em pessoas magras, pois se trata de uma característica genética.

3. De cerveja (durinha e proeminente)

Para estas, é ideal a diminuição dos carboidratos, massas brancas e açúcar.

4. Avental (flácida com dobra)

O recomendado é o consumo de proteínas e colágeno, que pode ser ingerido na alimentação por meio de gelatina ou tutano ou suplementado. Alguns tratamentos estéticos funcionam.

Via Revista VivaSaúde | Ed. 168

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Por Isabela Leal | Foto Getty Image | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Estudos mundiais revelam que cerca de 30% a 40% da população do planeta apresenta algum nível de temor de voar, desde uma ansiedade leve até a aerofobia, considerada o grau mais severo. As causas têm relação com algum transtorno de ansiedade. Soma-se a isso o medo de ficar em lugares fechados (claustrofobia), traumas relacionados a incidentes (forte turbulência, pouso de emergência etc.) e o desconhecimento sobre a parte técnica da aviação (segurança, manutenção e funcionamento da aeronave). Mas a boa notícia é que existe tratamento para o problema com um índice de 95% de sucesso, segundo Fernanda Queiroz e Paola Casalechi, psicólogas e orientadoras do curso VOE Psicologia, de São Paulo (SP), que, a seguir, dão dicas essenciais para superar essa barreira.

1. Informe-se

O medo de voar está ligado às crenças sobre a aviação. O público leigo não tem conhecimento de toda a segurança que existe para que um avião possa funcionar. Portanto, a educação sobre a aviação comercial é fundamental para quebrar esses mitos.

2. Respire

Controlar a respiração ajuda a gerenciar a ansiedade, que está diretamente ligada ao medo de voar. Os movimentos de inspiração e expiração favorecem a circulação sanguínea, diminuem os batimentos cardíacos, e isso tudo ajuda o corpo a sair do estado de alerta.

3. Nunca tome medicamentos sem prescrição

Apesar de ser comum, esse comportamento, que já é arriscado em solo, é ainda mais perigoso no ar. Os remédios que dão sono terão seu efeito potencializado na altitude. A mesma regra vale para o álcool. Essas substâncias podem gerar confusão mental, delírios e outros efeitos indesejados.

4. Tente se distrair

Livros, palavras-cruzadas, filmes, jogos etc. Qualquer atividade que desvie o foco do medo de estar ali é útil para ajudar o cérebro a se desconectar dos pensamentos negativos.

5. Sente-se no corredor

Isso ajuda nos casos de claustrofobia associada, pois são lugares fáceis de se levantar quando preciso. Mas atenção: como a ansiedade pode levar a uma necessidade maior de movimentação, o passageiro precisa respeitar regras e medidas de segurança do voo e só levantar quando for permitido.

6. Enfrente a turbulência

A primeira dica é escolher assentos perto das asas, para ficar próximo ao centro de gravidade da aeronave, onde a trepidação costuma ser mais leve. A outra é optar por voos noturnos, quando a instabilidade climática é menor. Por último, quanto maior a aeronave, menor a sensação do efeito de uma turbulência.

7. Cuide da alimentação

Procure fazer refeições leves e evite alimentos que possam provocar desconforto gástrico (feijão, brócolis, couve, batata, bebidas com gás e alimentos gordurosos), principalmente gases. Isso porque no ar a pressão cai e o ar interno tem mais espaço para se expandir.

8. Procure tratamento

Casos de fobia em que a pessoa não se sente capaz de entrar no avião para viajar pode causar constrangimentos e riscos à saúde, sendo essencial procurar tratamento especializado para se libertar dessas amarras.

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira


De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 80% da população mundial tem ou terá pelo menos um episódio de dor lombar durante a vida. No Brasil, o problema é a segunda causa que mais incapacita pessoas de irem trabalhar — a primeira é a cefaleia. 

A boa notícia é que o 13º Congresso Brasileiro para Estudo da Dor, promovido pela Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED), reuniu profissionais para discutir o problema. Entre a produção de medicações que atuam em diferentes alvos do sistema nervoso, procedimentos minimamente invasivos, novos modelos de exercícios e estimulação magnética transcraniana, o tratamento da dor lombar tem evoluído em praticamente todas as áreas. "Os avanços da ciência, especialmente da neurociência, permitiram o desenvolvimento de novas tecnologias, o que tem um reflexo direto na criação de novos tratamentos e na qualidade de vida dos pacientes com lombalgia", avalia Artur Padão Gosling, fisioterapeuta e mestre em Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ).

A mais nova solução veio lá do outro lado do mundo: da Austrália. Pesquisadores desenvolveram um método que previne e acaba de vez com as dores na coluna lombar e cervical: a Estabilização Segmentar Vertebral.  O tratamento é realizado por meio de exercícios específicos e com o auxílio de um equipamento chamado Unidade Pressórica de Biofeedback. "Esse aparelho faz com que os músculos mais profundos da região, responsáveis por estabilizar a lombar, a pélvica e a cervical, voltem a contrair de forma correta", explica Ana Gil, diretora do Espaço Ana Gil, do Rio de Janeiro (RJ).

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Texto Natasha Franco | Edição Isabela Leal | Foto Getty Image | Adaptação web Ana Paula Ferreira



É comum todo mês nos depararmos com aquele incômodo ou até uma dor um pouco mais forte, porém suportável, causada pela cólica. Contudo, de acordo com a ginecologista Cintia Pereira, uma dor muito intensa pode sinalizar problemas mais sérios e sugere a procura imediata de um especialista, para que ele possa investigar a origem.

Confira abaixo as possíveis causas da dor excessiva:

Endometriose: é uma doença que leva à proliferação do endométrio tanto para a musculatura uterina quanto para outros locais fora do útero [região pélvica, ovários, intestino, reto, bexiga e peritônio (membrana que reveste o abdome)], causando dores, menstruação retrógrada e até problemas de imunidade.

Miomas uterinos: eles são tumores benignos que crescem no útero e são classificados conforme o local em que crescem, podendo resultar em problemas como a infertilidade. Há maiores chances de aumentar a dor, mas principalmente nos casos em que são grandes, levando ao aumento considerável do volume uterino.

Infecções do trato vaginal: essa região é constituída pela sucessão de cavidades (tubas de Falópio, cavidade uterina, endocérvice e vagina). Quando há uma doença inflamatória pélvica, um quadro infeccioso causado por uma bactéria que atinge essa região, ela causa dores, entre outros problemas para a saúde.

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Por Diego Benine | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



Mais incidente nas mulheres do que nos homens, a infecção urinária costuma aparecer quando a imunidade do corpo está baixa. A maioria dos casos tem origem nas bactérias da flora intestinal, as quais passam pelo canal da uretra e caem na bexiga, provocando a infecção.

Dor no baixo ventre na hora de urinar, vontade frequente de ir ao banheiro e micção com odor desagradável são alguns dos sintomas da doença. Veja algumas medidas simples que ajudam a evitar o problema: 

1. Hidratação: é imprescindível beber muito líquido (de preferência, água e bebidas naturais) para manter o aparelho urinário em atividade e, dessa forma, eliminar as impurezas do organismo.

2. Não reter a urina: uma vez que a doença é causada por uma bactéria, quanto mais a urina estiver parada, mais os agentes infecciosos vão proliferar na bexiga.

3. Higienização: quando for ao banheiro, limpe-se no sentido da frente para trás, de modo a evitar que as bactérias migrem do ânus para a vagina. Além disso, faça a limpeza da região genital antes e depois de ter relações sexuais.

4. Consuma vitamina C: os alimentos ou suplementos ricos nessa substância diminuem a acidez da urina. Uma das melhores opções é o suco de cranberry.

Via Revista VivaSaúde | Ed. 125

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock



Quando o assunto é dieta, existem dois tipos de pessoas: as que seguem o cardápio à risca e as que, por mais que tentem, não conseguem manter a alimentação saudável por muito tempo. Se você se identifica mais com a segunda situação, saiba que não está sozinha.

Um estudo realizado com mais de 2.400 pessoas pela Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – concluiu que 80% dos brasileiros tentam comer direito, mas não conseguem. De acordo com a pesquisa, as principais queixas são: 

1. 57% não melhoram a alimentação por falta de dinheiro.
2. 36% dizem não ter tempo para organizar um cardápio equilibrado.
3. 37% não resistem aos doces, embutidos e frituras.
4. 28% acham difícil demais modificar os hábitos.

Além disso, o estudo constatou que 73% dos participantes estão com um índice de massa corporal (IMC) maior do que o recomendado e apenas 4% deles consideram ter hábitos saudáveis. Então se você acredita que não está levando uma vida saudável, nunca é tarde para começar. Afinal, é difícil, mas não impossível. ;)

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Texto Thainá Zolim | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Que corridas e caminhadas são sinônimos de saúde não nenhuma é novidade. Porém, um estudo realizado pela revista científica Nature Running confirmou que além dos diversos benefícios que essa prática traz, ela ainda pode proteger sua coluna, já que a prática fortalece o disco intervertebral. 

“O estudo mostra ser benéfico ao andar e correr na faixa de 5 a 9 km/h. Menos do que isso ou mais não traz benefícios à coluna”, explica o cirurgião especialista em coluna vertebral e presidente da Sociedade Brasileira da Coluna da Regional São Paulo, Vinicius Benites. 

Segundo estatísticas da Organização Mundial de Saúde, 80% da população apresentará dor nas costas em algum momento, sendo essa uma das dores mais comuns no mundo. Portanto, começar a prevenir o problema pode ser uma boa opção.

Via Revista Dieta Já! Ed. 267

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Texto Natasha Franco | Edição Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Ter o ciclo menstrual desregulado é um problema muito comum. E geralmente essa irregularidade menstrual é consequência de alterações hormonais. A principal causa é a falta de ovulação. “Mas outros fatores orgânicos podem levar a sangramentos anormais, como pólipos e miomas no interior do útero ou mesmo o câncer uterino”, explica Joji Ueno, doutor em Ginecologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e diretor da Clínica GERA (SP). 

Nos casos de atrasos, as pacientes que apresentam ovários policísticos têm como sintoma a falta de ovulação e o aumento dos hormônios. O médico explica que essas características acarretam, por vezes, a supressão dos ciclos.

Para um diagnóstico adequado, é preciso consultar um ginecologista para que ele possa avaliar, por meio de exames específicos, a origem do problema. Uma vez descoberta a causa, o tratamento pode ser cirúrgico ou medicamentoso. Quando se excluem as patologias mencionadas, o uso de pílula anticoncepcional pode ser indicado.

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Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Foi a partir dos 18 anos que a publicitária e blogueira Juliana Lira de Almeida Fávero, de Sumaré (SP), começou a engordar. “Saía para comer e beber com amigos e o namorado e fui perdendo o controle do meu peso. Também iniciei a faculdade à noite e trabalhava durante o dia. Com a correria, acabava me alimentando muito mal, com lanches e refeições rápidas”, conta. Dessa maneira, chegou a ganhar 10 quilos em um pouco mais de um ano. 

Foram seis anos levando a vida assim, até que, em 2010, uma amiga do trabalho a incentivou a seguir uma dieta funcional acompanhada por uma nutricionista. “Tirei o glúten e a lactose da minha vida por dois anos e eliminei 15 kg. Mantive esse peso até 2013.” Mas logo Juliana voltou para a sua alimentação habitual e, aos poucos, foi engordando. “Em um ano, eu recuperei todos os quilos que havia perdido. Fiquei desesperada e triste, pois tinha voltado à estaca zero. Então, comecei a ler e a entender um pouco mais sobre alimentação para descobrir o que eu fazia de errado e por que era tão difícil me manter magra.” 

Foi quando Juliana percebeu que deveria praticar exercícios para ganhar massa magra e manter o metabolismo acelerado — aliado a uma alimentação saudável. Ela, então, passou a treinar musculação quatro vezes por semana, apostou no HIIT (treino intervalado de alta intensidade) nos outros dois dias e buscou ajuda de uma nutricionista esportiva. A partir daí, passou a prestar atenção na qualidade dos alimentos que consumia e a experimentar pratos saudáveis que nunca tinha comido antes, como couve-flor. 

Hoje, as principais refeições incluem uma porção de proteína, uma de carboidrato complexo (mandioca, milho, mandioquinha ou arroz integral), uma de legumes de cor laranja  (abóbora ou cenoura) e folhas verdes à vontade. “Nos lanches sempre consumo um carboidrato,  com proteína e gordura boa (castanhas, queijo ou abacate)”, revela. Dessa maneira, Juliana conseguiu eliminar 13 quilos em sete meses. Em seu perfil no Instagram (@blog_dajuli), ela usa a sua história pessoal para motivar pessoas a encontrarem um ponto de equilíbrio entre corpo, saúde e autoestima.

Os segredos do sucesso de Juliana

Fartura do bem

“Tenha em casa opções de alimentos saudáveis, como frutas, cereais e iogurte sem açúcar. Assim, você não corre o risco de sair da dieta.”

Não pratique o dia do lixo

“Deixar de ter uma alimentação equilibrada um dia inteiro ou todo fim de semana pode prejudicar todo o esforço.”

Varie o cardápio

“Procure experimentar novas receitas saudáveis sempre!  Variar os sabores ajuda a se manter na linha por mais tempo.”

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

A sensação de contentamento e bem-estar libera no cérebro endorfina e dopamina, dois neurotransmissores capazes de inibir o apetite e diminuir a compulsão por doces, álcool e outros alimentos de alto teor calórico, como pizzas e lanches rápidos. “Já o contrário, ou seja, o estresse, a infelicidade, aumenta os níveis de cortisol, um hormônio que favorece o acúmulo de gordura na região abdominal”, explica Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista, de Passos (MG).

Por isso, ter uma vida equilibrada e satisfatória é essencial para o controle do peso. Segundo a médica, existem quatro pilares principais para se alcançar a plenitude. “Fazer atividades físicas de três a cinco vezes por semana, alimentar-se de maneira saudável, diminuindo a ingestão de ingredientes que causam ansiedade, como açúcar refinado e cafeína, controlar o estresse de maneira consciente, com técnicas como a meditação, e ter boas noites de sono”, enumera a médica.

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Por Caroline Randmer | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

 

No Brasil, são diagnosticados quase 60 mil novos casos por ano de câncer de mama e, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o número anual de mortes por conta da enfermidade gira em torno de 15 mil. Mas não precisa se assustar, afinal o segredo para que você não faça parte dessa estatística está, literalmente, em suas mãos.  “O autoexame deve ser feito todos os meses, sempre depois da menstruação. O certo é palpar a mama em movimentos espirais desde o mamilo até a axila, sentindo todo o tecido”, ensina Vivian Schivartche, médica radiologista do CDB Medicina Diagnóstica e CDB Premium, de São Paulo (SP). 

Se perceber alguma área dura ou bolinha, procure seu ginecologista ou mastologista. “Toda doença diagnosticada precocemente tem maior chance de cura e probabilidade de requerer tratamentos menos invasivos”, conta a especialista. E já que estamos falando do assunto, aproveite e agende uma mamografia. “O exame ainda é a melhor forma de diagnosticar o problema e deve ser realizado anualmente”, finaliza Vivian Schivartche.

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Texto Natasha Franco | Edição Isabela Leal | Fotos Getty Image



Toda mulher sabe que muitas vezes a vida precisa ser programada de acordo com o calendário, porque os hormônios da menstruação afetam o corpo de diversas formas ao longo dos ciclos de cerca de 28 dias. Até que a menstruação aconteça, tanto o emocional como o físico podem sofrer. E as cólicas menstruais, também conhecidas como dismenorreia, são protagonistas nesta história toda, ou seria melhor chamá-las de vilãs? “Essas dores pioram progressivamente e apresentam a característica de serem intermitentes, ou seja, não contínuas, como se apertassem algum órgão na sua pelve”, define a ginecologista e obstetra Viviane Monteiro, do Rio de Janeiro (RJ). 

Realmente, elas não parecem espasmos sem causa. De fato, o útero está se contraindo, e isso ocorre devido à ação de substâncias específicas. “São as prostaglandinas que geram contrações descoordenadas do útero com consequente isque mia (falta de oxigênio) do músculo e acúmulo de outras substâncias que estimulam as fibras nervosas existentes na região, gerando dor”, considera a ginecologista e acupunturista Elba Lúcia Wanderley, diretora de ensino do Colégio Médico de Acupuntura de Pernambuco (PE).

As dores são mais comuns nos primeiros dias da menstruação e podem ser acompanhadas por queda da pressão arterial, vômitos e desmaios, além de diarreia e até um leve desconforto ao urinar.

Quando buscar ajuda

Por sorte, existem algumas medidas que ajudam a conviver melhor com esse sofrimento. No entanto, quando elas não funcionam, é importante buscar um especialista, pois pode ser um problema mais grave. “Essas dores são consideradas excessivas quando passam a interferir na rotina diária da mulher, impedindo que consiga trabalhar ou estudar”, fala a ginecologista Cintia Pereira, da Rede de Hospitais São Camilo (SP). 

Veja abaixo maneiras eficazes de aliviar cólicas menstruais. Quando as práticas sugeridas aqui não funcionam, é o momento de procurar um ginecologista.

1. Escolha o anticoncepcional certo

Todo anticoncepcional com hormônios (como o DIU medicado, a pílula, o anel vaginal e até os adesivos) pode atuar reduzindo as cólicas menstruais. “O uso desses métodos bloqueia a ocorrência dos ciclos hormonais naturais da mulher e, dessa forma, diminui muito a cólica”, explica Cintia Pereira. Já o DIU de cobre não é indicado, podendo até mesmo aumentar o fluxo menstrual e as dores dessa fase.

2. Suspenda o cigarro o mais rápido possível

Fumar traz uma série de substâncias nocivas ao organismo, incluindo a nicotina, que possui, entre outros efeitos, o poder de reduzir o calibre dos vasos sanguíneos. “Esse efeito vasoconstritor atua na musculatura lisa de vários órgãos, tendo a capacidade de potencializar o quadro de cólicas”, fala a ginecologista Viviane Monteiro. Mais um motivo para deixar esse hábito para trás.

3. Aposte em massagens locais

Quando bem-feitas (leia-se: por profissionais), podem trazer diversos benefícios. “Os movimentos que estimulam as fibras nervosas periféricas, por meio de uma série de mecanismos envolvendo o sistema nervoso periférico e central, desencadeiam várias ações benéficas: analgésica, calmante e relaxante muscular”, enumera a ginecologista Elba Lúcia Wanderley. No entanto, se mal aplicadas, podem piorar o quadro; por isso, tome cuidado na escolha do massagista.

Não acabou por aqui, não! Se você quer conhecer outras maneiras eficazes de aliviar cólicas menstruais, basta garantir a edição 345 da Corpo a Corpo! Então corra para a banca ou adquira a sua CORPO aqui treino → https://goo.gl/Gqj97g

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Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock 



Criado na década de 1990 como forma de estimular a participação da população no controle do câncer de mama, o Outubro Rosa se tornou um dos mais fortes e conhecidos movimentos em prol da saúde no mundo. Todo ano, a data é celebrada com o intuito de compartilhar novas informações sobre a doença, assim como conscientizar as mulheres sobre os exames preventivos, o diagnóstico precoce e a importância do tratamento e, assim, contribuir para a redução da mortalidade por câncer de mama.

“A prevenção começa com o diagnóstico precoce do tumor por meio de visitas regulares ao ginecologista para análise visual e palpação das mamas, realização de ultrassom, mamografia a partir dos 40 anos e, em alguns casos, ressonância magnética como método complementar de investigação”, explica Mônica Stiepcich, patologista sênior do Fleury Medicina e Saúde e especialista em câncer de mama. “As mulheres com histórico familiar como mãe, avós, irmãs ou primas que tiveram câncer de mama, devem iniciar o rastreamento antes – por volta dos 30 anos, ou mesmo antes dessa idade nas pacientes com mutações genéticas de alto risco”, completa ela.

Para você ficar por dentro dos números acerca da doença, Mônica listou 8 dados importantes sobre o câncer de mama. Confira:

1. 50% dos diagnósticos de câncer de mama no Brasil são realizados em estágio avançado.

2. Se diagnosticado precocemente, as chances de cura são de 90%.

3. 57% novos casos de câncer de mama são descobertos anualmente.

4. O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por aproximadamente 28% dos casos novos a cada ano. Relativamente raro antes dos 35 anos, a sua incidência cresce progressivamente acima desta idade, especialmente após os 50 anos. O INCA (Instituto Nacional de Câncer) estimou que seriam 58 mil novos casos diagnosticados somente em 2016. 

5. A chance de ter câncer de mama até os 70 anos é de mais ou menos 1 a cada 8 mulheres. 

6. O câncer de mama é mais comum em mulheres a partir dos 40 anos, com pico de incidência entre os 50 e 65 anos.

7. A chance de ter câncer de mama abaixo dos 30 anos é em torno de 1 a cada 1600 mulheres. 

8. O rastreamento com exames de imagem (mamografia, ultrassom e ressonância magnética) nas pacientes com mutações de alto risco (por exemplo, BRCA1 ou 2, com forte história familiar) deve se iniciar aos 30/35 anos ou cinco anos antes da idade do caso mais precoce da família, de acordo com os guidelines da ONG NCCN (National Comprehensive Cancer Network).

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Ainda não é hora de ser mãe? Sem problemas. Cada vez mais comum, o congelamento de óvulos é uma alternativa viável para mulheres que desejam engravidar, mas acreditam que ainda não chegou o momento certo. “A prática garante a qualidade deles, ou seja, se uma mulher tem bons óvulos e engravidaria com facilidade, ela vai manter essa perspectiva. Porém, para isso, é importante realizar o procedimento até os 35 anos”, diz Eduardo Motta, obstetra do Centro de Reprodução Humana do Hospital Santa Joana, de São Paulo (SP). 

É relativamente simples: consiste na aspiração dos folículos dentro do ovário, com o auxílio de um ultrassom e uma leve sedação. Antes, é preciso estimular a ovulação com injeções de hormônios por dez dias. Na hora de engravidar, a gestação só será possível por meio de uma fertilização in vitro e, ainda assim, não é 100% garantida. “Para mulheres abaixo dos 35 anos, a taxa de sucesso por tentativa é de 50%. Dos 36 aos 39, esse número cai para 40% e, após os 40 anos, é menor que 20%”, explica o médico. A técnica de congelamento não apresenta riscos para as mulheres nem para os bebês.

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Por Isabela Leal | Foto Getty Image | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Quer a receita da longevidade? Quem prescreve é a bióloga americana Elizabeth Blackburn, Prêmio Nobel de Medicina em 2009, por suas descobertas a respeito dos telômeros e sua relação com o envelhecimento. 

Mas o que são telômeros? São estruturas presentes nas extremidades dos cromossomos humanos (células que contêm o DNA) e que, à medida que o tempo passa, vão ficando mais curtos. Essa redução compromete a renovação celular, a qualidade e a expectativa de vida. Portanto, a senha é preservar essas terminações “em bom tamanho” para viver feliz e com saúde e ter hábitos e pensamentos saudáveis para mantê-los alongados. 

“Depressão, estresse e ansiedade representam riscos para a manutenção do comprimento dos telômeros e podem acelerar o processo de envelhecimento celular”, explica Thais Rabanea, psicóloga especializada em neuropsicologia pelo Centro de Diagnóstico Neuropsicológico (CDN). “O modo como enfrentamos os desafios da vida são cruciais para manter o comprimento dessas células e, consequentemente, prevenir doenças, retardar o processo de envelhecimento e aumentar a longevidade”, completa Thaís. 

Em suma: a pesquisadora americana defende a teoria de que as pessoas têm o controle sobre seu envelhecimento e o poder de manter seus próprios telômeros, através de hábitos saudáveis, e destaca cinco como sendo superimportantes. Veja a seguir:

1. Dormir no mínimo sete horas toda noite.

2. Exercitar-se moderadamente – uma corrida leve ou caminhada acelerada três vezes por semana, por pelo menos 45 minutos, é suficiente, lembrando que, quanto maior o estresse, mais relevante é o papel do exercício.

3. Diminuir o consumo de açúcar – em 2014, um estudo feito com 5 mil americanos que tomavam mais de meio litro de refrigerante por dia mostrou que eles tinham 4,6 anos a mais de idade biológica.

4. Adotar dieta rica em ômega-3 (peixes, linhaça, chia, pistache, avelãs e amêndoas), grãos, verduras e frutas, descartando alimentos processados e refrigerantes.

5. Meditar – um antídoto eficaz contra a ansiedade e a depressão. Poucos minutos por dia já têm grande efeito.

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Por Karine César | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Que tal alongar o corpo durante o banho para fechar o dia com chave de ouro? Isso porque água quente aumenta a circulação de sangue no local e, com isso, ajuda a relaxar a musculatura. “O alongamento deve ser feito no pescoço, nos braços e nas costas, mas nunca nas pernas, pois há o risco de escorregar”, adverte Fabiana Murer, fisioterapeuta, ex-atleta e sócia do Insport, de São Paulo (SP). 

Como fazer

Comece de cima para baixo. Deixe a água escorrer no pescoço, incline a cabeça para a frente e faça uma leve pressão com as mãos,  mas sem exagerar. Sustente por 15 segundos e volte. Em seguida, deixe a água cair na parte de cima das costas. Cruze o braço direito à frente do corpo, na altura dos ombros, e, com a mão esquerda, puxe o seu cotovelo direito. Segure o mesmo tempo e repita para o outro lado. Lembre-se de que esses movimentos são voltados para o relaxamento — e não para a flexibilidade —, então devem ser realizados sem muita pressão.

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Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Nunca se sabe o que pode acontecer na hora da atividade física. Então, que tal montar uma espécie de “caixinha de primeiros socorros” para ter sempre na mochila da academia? Marcus Prado, professor de Educação Física da Planet Sport, de São Paulo (SP), indica o que pode entrar.  Além disso, onde você malha é importante ter itens como gaze, tala, maca e colar cervical.

1. Absorventes ou tampões de reserva e lenços umedecidos,  caso a menstruação chegue bem no meio do treino.  

2. Sprays e pomadas para dores musculares e bolsa de gelo.  

3. Medicamentos previamente indicados pelo seu médico e que já está acostumada a usar, como analgésicos,  antitérmicos e antialérgicos.  

4. Curativos adesivos e spray antisséptico para o caso de algum ferimento leve.

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Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Encostar um coração no outro vai muito além de uma demonstração de carinho... “O abraço fortalece o sistema imunológico, nos fazendo adoecer menos e nos curando mais rapidamente de desequilíbrios orgânicos, como febre, gripe ou inflamação. Ele reduz inclusive a sensação de dor e tristeza, acalma o coração e traz alegria, pois estimula a produção de ocitocina – conhecida como ‘hormônio dos vínculos emocionais’”, diz Vanessa Ary, nutricionista da Altea Nutrição Funcional, de São Paulo (SP), que segue uma linha de nutrição e tratamento integrativa. 

“Não é só a comida que nos alimenta; bem-estar e felicidade também nutrem e influenciam na bioquímica do corpo. Um abraço carregado de carinho e amor pode então equilibrar os níveis de estresse do organismo, fazendo com que diversos nutrientes – como o zinco, por exemplo, que nessa hora é desviado para reduzir o cortisol – sejam de fato direcionados para todos os outros sistemas que deles necessitam (digestão, imunidade, cabelo, pele etc.)”, completa ela.

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Por Diana Cortez | Fotos Arquivo Pessoal | Adaptação web Ana Paula Ferreira



A empresária Diana P. G. Santos, de Passos (MG), sempre foi magrinha. Mas, há dez anos, viu essa realidade mudar. “Casei e comecei a ganhar peso. Fiquei grávida aos 23 anos e tive muita dificuldade de voltar para os meus originais 50 quilos”, conta.  Diana até conseguiu eliminar parte do peso, mas os ponteiros estacionaram nos 58 quilos e ela desanimou. “Parei a atividade física e desencanei de tudo. Engordei mais 8 quilos e fui parar nos 66! Estava com 42% de gordura e apenas 23% de músculos.”

Quando batia o desespero, ela deixava de comer o que gostava.  Mas bastava ficar ansiosa para voltar aos velhos hábitos: chocolate,  sorvete, açaí com creme de avelã,  leite condensado... Para piorar, Diana ficava muitas horas sem se alimentar,  achando que perderia os quilos que ganhou.

Aos 29 anos, sedentária e com baixa autoestima, Diana tinha pouca energia, mas achava que era um reflexo da idade. Até que uma viagem com duas amigas a Balneário Camboriú (SC) a fez enxergar a realidade. “Fiquei assustada ao ver o meu corpo cheio de celulite e gordura. Um das minhas amigas, com 20 anos a mais, estava bem melhor do que eu. Então, decidi ali que iria mudar!” 

Quando voltou, uma amiga a chamou para fazer uma degustação de shakes por três dias. “Adorei o resultado. Eliminei peso e achei muito prático, pois estava trabalhando até tarde por conta do Natal e não tinha tempo para cozinhar. Substituí os meus lanches por shake.” Aliado a isso, ela passou a consumir mais água, fibras e chás. “Também deixei os refrigerantes e reduzi a bebida alcoólica. Para minha surpresa, depois de 90 dias, estava 10 quilos mais magra. Até chorei de emoção!” 

Diana resolveu intensificar o resultado investindo em aulas de pilates cross.  Ela continuou usando o shake no café da manhã e manteve as refeições equilibradas, caprichando na proteína. Resultado? “Emagreci 4 quilos e aumentei minha massa muscular para 31%. Ganhei uma definição abdominal que nunca tive”, comemora.

Os segredos do sucesso da Diana

Capriche na proteína

“Inclua alimentos ricos nesse nutriente em pelo menos três refeições, pois saciam por mais tempo e são termogênicos.”

Desafie-se!

“Experimente colocar metas de seguir uma alimentação saudável por três dias, 15 dias, um mês, dois meses... Você vai se empenhar e se motivar com o resultado!”

Malhe sempre

“Pratique uma atividade física que te dê prazer todos os dias! Assim, ela se torna um hábito gostoso e não uma obrigação.”

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