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Devido ao desconforto, muitas mulheres acabam dando

alguma desculpa para evitar relações sexuais

Foto Shutterstock

Um estudo conduzido pela Federação Brasileira de Gastroenterologia com mais de 3 mil mulheres de diferentes regiões e classes sociais mostrou que 79% das entrevistadas que declararam ter problemas de trânsito intestinal tinham suas vidas sexuais impactadas pelo desconforto

A psicóloga e terapeuta de casais Pamela Magalhães conta que nem sempre é fácil falar sobre o problema com o parceiro, e que muitas acabam dando alguma desculpa para evitar as relações.

 

 

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Por Juliana Vaz | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

Lubrificantes solúveis e hidratantes intravaginais são os principais métodos

para tratar o problema / Foto Shutterstock

Que nós vivemos uma montanha-russa hormonal todo mundo sabe: os efeitos da TPM já se tornaram comuns em qualquer roda de conversa feminina. Mas pouco se fala sobre um dos maiores desconfortos vivenciados pela mulher: o ressecamento vaginal.

Um estudo sobre o problema e como ele afeta a vida da mulher foi realizado pela Teva Farmacêutica, uma das líderes da indústria de medicamentos genéricos, que aponta dados preocupantes: 20% das mulheres entrevistadas afirmaram não saber o que é ressecamento vaginal, mesmo indo ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano; e 40% afirmaram que apesar da falta de lubrificação durante a relação sexual e o incômodo que sentiram, não pensaram que pudesse ser algo sério e que requer tratamento.  Mas é. “Mulheres jovens não costumam falar sobre o tema, pois acham que é uma fase, ou que o problema surgirá apenas quando envelhecerem”, diz Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra, de São Paulo (SP).

Fatores como pós-parto, amamentação, medicamentos usados no tratamento de câncer de mama e o uso contínuo de pílulas anticoncepcionais podem diminuir a lubrificação vaginal drasticamente. “Apesar da baixa concentração de hormônios das pílulas modernas, o anticoncepcional diminui a produção do estrogênio e altera o pH da vagina, causando o ressecamento em algumas pacientes”, explica a médica. 

Lubrificantes solúveis e hidratantes intravaginais são os principais métodos para tratar o problema; já o uso de estrogênios como forma de reposição hormonal só é indicado para mulheres que enfrentam o climatério e a menopausa.

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Por Juliana Vaz | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira

cortisol,hormônio do estresse, possui benefícios para

a saúde, indicou o estudo / Foto Shutterstock

O estresse é capaz de bagunçar o organismo. Insônia, dores musculares, pressão arterial nas alturas e alterações na pele são alguns sintomas. Mas ele também pode ser bom... Um estudo publicado no ¬ e Lancet, jornal científico do Reino Unido, comprova a tese do bem: ao analisar voluntários de 1996 a 2015, concluiu-se que o cortisol, hormônio do estresse, pode ser útil para melhorar a memória e aumentar a imunidade contra infecções

Para garantir que os níveis desse hormônio não se excedam e causem apenas efeitos negativos, Michael Zanchet, psicólogo do Centro Médico e Spa Kurotel, de Gramado (RS), diz que a chave é manter o equilíbrio emocional e físico. “O exercício garante mobilidade e energia, a alimentação entrega nutrientes, o sono regenera as células e o lazer ajuda a ‘desligar’ dos problemas.” 

Uma ferramenta poderosa para controlar o estresse e a ansiedade é a meditação. Sua aliada é a regularidade e as técnicas de respiração que podem ser realizadas em qualquer lugar. Uma boa técnica é respirar pelo diafragma. Sinta o ar inflando o peito, como se fosse um balão, e solte devagar como se estivesse soprando uma vela; descanse e repita quantas vezes desejar.

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Por Diana Cortez | Adaptação Ana Paula Ferreira

Antes e depois de Osanita Rodrigues

Fotos Arquivo Pessoal

Quem vê as curvas definidas da empresária e instablogger Osanita Rodrigues, de São Paulo (SP), não imagina o quanto ela já lutou contra a balança. Ela conta que, aos 23 anos, começou a engordar, e o trabalho e os estudos eram suas desculpas para seguir uma vida desregrada e sedentária. “Eu vivia à base de lanches, muitas vezes detonava uma pizza inteira e tomava dois litros de refrigerante sozinha! Quando tinha um tempo livre, era para curtir um happy hour ou uma balada”, lembra.  Dessa forma, os anos se passaram e os ponteiros da balança continuaram subindo até apontarem os 85 quilos!

Na tentativa de reverter a situação, a empresária tentou seguir algumas dietas, mas sem sucesso. “Ficava sem comer o dia inteiro, depois, atacava até as paredes”, brinca. Aos 34 anos, Osanita recebeu um convite para abrir uma loja de moda fitness dentro de uma academia. Foi aí que a ficha caiu e ela se deu conta de que precisava emagrecer. “Via aquelas mulheres lindas desfilando na academia e entrando na minha loja, enquanto eu nem podia sonhar em colocar aqueles looks”, fala a empresária. 

Foi então que decidiu mudar seus hábitos e sua vida. Na época, ela também se apaixonou por um professor de Educação Física. Com a ajuda dele e de uma nutricionista,  Osanita planejou a transformação de seu corpo em seis meses. “O começo foi bem difícil, pois além de reduzir a quantidade de comida,  não podia mais tomar refrigerante. Mas fui me acostumando.” 

A gata passou a comer a cada três horas, reduziu o consumo de carboidrato, investiu na salada e na carne branca e usou alguns suplementos para ajudar no ganho de massa magra. “Treinava musculação de segunda a sexta-feira, até a exaustão. Ainda fazia 30 minutos de transport, duas vezes na semana. Em seis meses, emagreci mais de 20 quilos e estava linda de biquíni branco em Maresias [cidade do litoral paulista].” 

No meio de sua transformação surgiu a ideia do Projeto Massa Magra, no Instagram, um perfil criado por ela para incentivar outras pessoas a saírem do sedentarismo e a buscarem uma vida mais saudável. Hoje, ela treina praticamente todos os dias. “É um momento de prazer. Faço diversas aulas, desde boxe com funcional até ioga.”

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Por Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Qualquer ritmo de música oferece benefícios á saúde

Foto Shutterstock

Escutar música aumenta 19% das funções cardíacas e da capacidade de exercício, de acordo com um estudo realizado pelo instituto de cardiologia da Universidade de Nis, na Sérvia.

As endorfinas, liberadas quando escutamos músicas que nos agradam, ajudam a aumentar a vascularização do organismo. E não há um ritmo específico, é simplesmente aquele que a deixa feliz.

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Por Ana Paula Ferreira

Existem dois tipos de DIU no mercado: com progesterona e de cobre

Foto Shutterstock

Mais conhecido como DIU, o Dispositivo Intrauterino é um método contraceptivo feito de plástico flexível em forma de “T” e que é introduzido no útero pelo ginecologista. Atualmente, é possível encontrar dois tipos do produto no mercado: um com progesterona, que suspende a menstruação, e outro com cobre, que utiliza espermicida (mata espermatozoides). 

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou a ampliação do acesso ao DIU de cobre, já distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nas maternidades e hospitais do Brasil. Contudo, o método ainda gera muitas dúvidas entre as mulheres. Por isso, Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra de São Paulo, listou 9 mitos e verdades sobre ele. Confira: 

1. O DIU pode atrapalhar a relação sexual

Mito! Ele possui um fio bem fino, que ajuda na hora de sua retirada, mas este item não atrapalha em nada na hora da penetração e também não prejudica a sensação de prazer da mulher. 

2. Mulheres que ainda não tiveram filhos podem usar o DIU

Verdade! A mulher que nunca teve filhos pode sim usar o DIU, mas o recomendado é consultar o médico ginecologista.

3. Há uma faixa etária ideal para o uso do DIU

Mito! Não existe idade certa para a implantação, desde que a mulher tenha recebido aconselhamento adequado sobre o uso.

4. Dói para colocar o DIU

Mito! A maioria das pacientes sente apenas um leve desconforto, como cólica menstrual, no momento da implantação.  

5. Dispositivo Intrauterino pode ser usado na fase de amamentação

Verdade! Ele pode ser usado sem preocupações por aquelas que estão amamentando, porém, o DIU com progesterona só deve ser colocado seis semanas após o parto e o sem hormônio pode ser inserido antes disso.

6. O DIU é abortivo

Mito! Não há motivos para essa associação, já que este é um método contraceptivo que impossibilita a junção do óvulo com o espermatozoide. Ou seja, o DIU atua muito antes do processo de fecundação.

7. Pode prejudicar a fertilidade da mulher

Mito! O retorno da fertilidade feminina acontece em um curto período de tempo, mesmo após uso prolongado do método.

8. Uso do DIU requer outro método adicional

Verdade! O aconselhável é que a mulher não pare de usar o preservativo feminino ou masculino na hora da relação sexual, já que o DIU não garante proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.

9. Esse método possui contraindicações

Verdade! Ele não deve ser a opção de mulheres que apresentem alguns tipos de má formação uterina ou que tenham manifestado infecções uterinas recentemente, além de mulheres virgens. 

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Por Karine César | Adaptação Ana Paula Ferreira

Tecidos que estimulam a circulação, reduzem a fadiga, evitam o mau cheiro...  A cada dia, a moda fitness lança uma nova funcionalidade para o vestuário, a fim de melhorar o desempenho e prevenir problemas de saúde. Tudo isso sem abrir mão do lado fashion! Confira abaixo nossa vitrine com 7 sugestões! 

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Por Evelyn Cristine | Adaptação Ana Paula Ferreira

Não eliminar os quilos ganhos durante a gestação pode

oferecer problemas à saúde, segundo o estudo

Foto Shutterstock

Uma pesquisa feita no Canadá apontou que o período entre três e 12 meses após o parto é o tempo ideal para eliminar os quilos a mais ganhos durante a gravidez.

Segundo o estudo publicado na revista Diabetes Care, as mães que não conseguem perder o excesso de peso dentro de um ano depois do nascimento do bebê ou engordam neste período, podem vir a sofrer com problemas de saúde como hipertensão e outros fatores que provocariam diabetes e doenças cardíacas no futuro.

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Por Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Movimentos de pilates ajudam a fortalecer os músculos

da região pélvica / Foto Shutterstock

As mudanças no corpo das mamães durante a gestação são muitas e, conforme os meses vão passando, além do inchaço e do cansaço que aumentam mês a mês, a dor na lombar também se agrava. “Os ligamentos que sustentam a coluna e o útero relaxam, e conforme o bebê cresce e ganha peso, a dor tende a aumentar”, explica Alberto Guimarães, ginecologista e obstetra, de São Paulo (SP), que destaca a má postura como um dos fatores que pioram ainda mais o desconforto. Para diminuir a sensação desagradável, é importante fortalecer os músculos e ligamentos da região pélvica com exercícios de baixo impacto, mas que trabalham profundamente a musculatura, como o pilates. Veja dois movimentos fáceis de serem realizados em casa:

→ Apoie os joelhos e a palma das mãos no chão, em quatro apoios. Mantenha as costas retas, na mesma linha do quadril. Inspire, e na hora de expirar, contraia a pelve e o abdome por dez segundos. Repita por, no mínimo, dez vezes e lembre-se de não movimentar as costas durante o movimento. 

→ Sentada no chão, cruze as pernas uma sobre a outra e incline o tronco para frente. Estique os braços, se conseguir. Mantenha-se na posição por alguns segundos e retorne lentamente.

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Por Diana Cortez | Adaptação Ana Paula Ferreira

Fisgada no quadril e formigamento na região dos glúteos

e na perna são indícios da síndrome do piriforme

Foto Shutterstock

Fisgada no quadril, formigamento na região dos glúteos e na perna e uma dor que impede de realizar exercícios que recrutem a parte de baixo do corpo. Esses podem ser indícios da síndrome do piriforme, como explica o ortopedista Antonio Alexandre Faria, de São Paulo. 

“Trata-se da compressão do músculo piriforme (localizado na região dos glúteos), que ocorre por excesso de atividade ou lesão nessa área”, diz. “O tratamento é feito com anti-inflamatórios e relaxantes musculares para aliviar a dor, além de alongamentos específicos, mas raramente é necessário cirurgia”, esclarece Antonio Alexandre.

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Por Rita Santander e Marcia Di Domenico | Adaptação Ana Paula Ferreira

A fadiga muscular é um cansaço generalizado, agravado

por dores nos músculos e articulações / Foto Shutterstock

Não há dúvida de que a atividade física traz muitos benefícios à saúde: fôlego, força, perda de peso, prevenção de doenças, bom humor. Só que, como quase tudo na vida, exagerar na dose pode desencadear prejuízos. “Se você treina todo dia até o músculo não aguentar mais, pode acabar tendo uma estafa muscular, que é o que também chamamos de overtraining e se caracteriza por um período prolongado de fadiga”, explica Thiago Soares Camargo Póca, personal trainer da assessoria esportiva Prime Life, de São Paulo.

A fadiga muscular nada mais é que um cansaço generalizado, agravado por dores nos músculos e articulações. “Essas dores são apenas parte dos sintomas”, observa Thiago. Falta de disposição para malhar, perda de massa magra e queda no rendimento também podem surgir quando você não escuta seu corpo e segue treinando. “Tem pessoas que acham que, para o exercício ser bom, tem que doer. Mas, às vezes, a dor é o alerta do corpo para que você dê um tempo”, enfatiza o profissional.

Incômodo necessário

Treinos de resistência, principalmente os que utilizam carga (como musculação, funcional e crossfit), geram microlesões nos músculos, necessárias para obter resultados e típicas de quando você adota um novo treino ou retoma as sessões depois de um tempo parada. Nesses casos, o desconforto tende a aparecer de 24 a 48 horas após a ginástica. Quando você está acostumada à atividade, o mais comum é que o corpo não manifeste essas dores, o que não quer dizer que não precise de período para se recuperar das microlesões geradas pelo esforço.

Dar esse tempo ao corpo não significa abrir mão dos treinos diários. Thiago Póca recomenda a periodização dos treinos, que vai estimular músculos diferentes em intensidades distintas, sem levá-los à exaustão. “Por mais que não seja possível isolar alguns grupos, o importante é focar em um dia quadríceps e no dia seguinte posteriores, por exemplo. A ideia é não trabalhar a mesma musculatura em menos de 48 horas, para não correr o risco da estafa muscular”, aconselha.

Em atividades que acionam sempre os mesmos grupos musculares, como corrida ou natação, é importante cadenciar o treino para não sobrecarregar o corpo. “Por isso, deve-se fazer um treino de educativo em um dia, um de explosão no outro e, no seguinte, uma treino de resistência, por exemplo”, sugere Thiago. 

A importância do sono

Dormir bem é, junto com a periodização e o descanso, uma atitude chave para evitar a estafa porque é durante o repouso que ocorre a liberação de hormônios envolvidos na recuperação muscular. Somado à falta de disposição por causa da noite maldormida, isso pode, com o tempo, resultar em perda de massa e definição muscular ou, ainda, em regressão do condicionamento físico conquistado. O dia a dia tenso de trabalho e alterações psicológicas que interferem na qualidade de sono (como ansiedade e estresse) também podem prejudicar a recuperação muscular e aumentar o risco de estafa muscular. “Nesse caso, ela estará relacionada não ao excesso de exercícios, mas à falta de recuperação adequada devido ao sono insuficiente”, conclui o personal.

Questão feminina

Comum em mulheres que treinam pesado (atletas profissionais ou não), a chamada tríade da mulher atleta afeta o metabolismo, ocasionando distúrbios alimentares, baixo índice de massa corporal, falhas na menstruação e osteoporose. “Muitas doenças da velhice estão surgindo na população jovem devido a hábitos negativos”, avalia o enfermeiro Sandro Gama, da Faculdade Anhanguera de Taubaté (SP), alertando que a diferença entre a ação benéfica e a maléfica do esporte é a dosagem.

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Por Ana Paula Ferreira

A depressão atinge cerca de 5,5 milhões de brasileiros, de acordo com estudos

Foto Shutterstock

Considerada um transtorno de humor, a depressão atinge hoje cerca de 350 milhões de pessoas no mundo todo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, estudos como o da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) mostram que a doença atinge 5,5 milhões de brasileiros.

Embora a tristeza seja o sintoma mais relacionado à depressão, seu impacto vai muito além de disso. “A depressão altera diversos sistemas do organismo, causando sintomas muitas vezes incapacitantes, principalmente quando não há diagnóstico e tratamento adequados. É importante entender que muitas vezes os sintomas físicos antecedem os sintomas mentais ou ainda podem acontecer simultaneamente”, explica a psicóloga Ghina Machado, de São Paulo.

Abaixo, a profissional indicou 7 efeitos da depressão na saúde física, que devem ser investigados para o diagnóstico.

1. Insônia 

A insônia é um dos critérios diagnósticos da depressão. A dificuldade para dormir, alterações na continuidade do sono, despertar precoce, sono leve, interrompido ou agitado são características da insônia relacionada à depressão. Estima-se que cerca de 90% dos pacientes com depressão apresentam alterações no sono. Embora a insônia seja mais comum, há também casos em que há sonolência excessiva. 

2. Perda ou ganho de peso 

A falta de apetite é uma alteração muito comum na depressão. A pessoa não consegue se alimentar e acaba perdendo peso. Porém, também há casos de ganho de peso quando o paciente aumenta a ingestão de alimentos ricos em carboidratos e açúcar, por exemplo. 

3. Dores 

Estima-se que 60% dos casos de depressão estão relacionados a sintomas orgânicos, entre eles a dor. As dores podem aparecer muito antes do diagnóstico da depressão. Isso porque os circuitos ativados pela doença estão ligados às regiões do sistema nervoso que comandam o funcionamento dos órgãos. A causa está ligada aos neurotransmissores serotonina, noradrenalina e dopamina que na depressão não funcionam como deveriam. Além de regularem o humor, essas substâncias participam do processo de inibição da dor e sensação de prazer. As dores mais comuns são de cabeça, musculares e gastrintestinais. 

4. Constrição dos vasos sanguíneos 

A depressão leva a um “desgaste” do organismo, causando reações inflamatórias devido à elevação dos níveis do cortisol, hormônio secretado em maior volume quando há estresse. Essa inflamação gera a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos, aumentando assim o risco de um infarto ou AVC, além de elevar a chance de desenvolver pressão alta e trombose.  

5. Queda da imunidade 

A depressão induz o organismo a produzir substâncias chamadas citocinas pró-inflamatórias, que afetam o bom funcionamento do sistema imunológico. Com isso, há maior risco de contrair doenças como gripes, resfriados e herpes, por exemplo.   

6. Perda da libido 

A depressão causa queda do desejo sexual. Além disso, a doença afeta a produção e a liberação dos hormônios sexuais, fundamentais para ter uma vida sexual ativa.   

7. Fadiga (cansaço) 

É muito difícil diferenciar a depressão da fadiga. Se não há nenhuma questão médica envolvida, é bem provável que seja um sintoma da depressão. 

 

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Por Marcia Di Domenico e Victoria Bassi | Adaptação Ana Paula Ferreira

O repelente deve ser aplicado por último, depois do

filtro solar e maquiagem / Foto Shutterstock

O calor traz de volta o risco de ser picada pelo Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya. Quem pratica treino outdoor fica mais exposto e, portanto, precisa ficar de olho em como se proteger. Confira estas dicas de segurança:

- Use boné ou viseira para evitar que o repelente aplicado na testa escorra com a transpiração e entre nos olhos. É importante evitar o contato do produto com mucosas como olhos, nariz e boca.

- Saiba que o mosquito tem hábitos diurnos. Portanto, capriche na aplicação do repelente se for correr de manhã ou à tarde.

- O repelente deve ser o último produto a ser aplicado na pele, por cima de filtro solar e maquiagem, quando for o caso. Escolha uma composição à base de icaridina, DEET ou IR3535, que têm efeito comprovado contra o Aedes aegypti, são liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e seguros, inclusive, para grávidas (desde que com liberação médica).

- Deixe para passar o repelente o mais perto possível do horário de sair de casa ou, no caso de uma prova de corrida, por exemplo, próximo da largada. Assim, você aproveita ao máximo o tempo de ação do produto, já que não vai reaplicá-lo durante o percurso.

- Dispense receitas caseiras contra o mosquito, pois evaporam rápido e costumam ter tempo de ação reduzido (menos de meia hora, geralmente).

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Por Ana Paula Ferreira

As próteses na mamoplastia são colocadas atrás da glândula mamária ou atrás do músculo

, ou seja, não ficam a frente da glândula / Foto Shutterstock

Ao optar pelas próteses de silicone para aumentar os seios, muitas mulheres se preocupam com a questão da amamentação e se ela será impedida ou prejudicada após a cirurgia. 

De acordo com Fábio Augusto Arruda de Oliveira, mastologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, as próteses na mamoplastia de aumento são colocadas atrás da glândula mamária ou atrás do músculo, ou seja, não ficam a frente da glândula. Além disso, nenhum dos dois tipos de incisão citados pelo especialista impede a amamentação. “A melhor técnica cirúrgica deve ser avaliada pelo médico em cada caso devido a suas peculiaridades”, afirma o profissional. “O procedimento é consolidado e muito seguro, desde que seja feito por um profissional capacitado”, completa. Portanto, apesar de interferir no tamanho ou formato, a prótese não muda a estrutura da mama e não interfere nos ductos mamários. 

Vale ressaltar que, mesmo após a amamentação, a prótese não sofre nenhum tipo de alteração – o que pode acontecer é mudar o formato da mama por causa da possível flacidez na região. 

Para as mulheres que estão em fase de amamentação e planejam se submeter à cirurgia, Oliveira indica esperar até o leite secar completamente. “Para quem ainda não fez o procedimento e pretende engravidar em breve, vale avaliar a possibilidade de esperar também”, orienta ele. 

 

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Por Marcia Di Domenico e Victoria Bassi | Adaptação Ana Paula Ferreira

Evite a ansiedade para preservar sua juventude

Foto Shutterstock

Um estudo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, relacionou a ocorrência de distúrbios de ansiedade ao encurtamento dos telômeros – as extremidades do cromossomo, que servem como uma espécie de medida da idade biológica do organismo e vão encolhendo a medida que a idade avança. 

A pesquisa revelou que pessoas ansiosas têm telômeros mais curtos do que as não ansiosas, ou seja, é como se fossem mais velhas. Quer preservar a juventude? Então pare de sofrer e se preocupar por antecipação – é isso que define o mal do século! – e encaixe mais atividades relaxantes e prazerosas no dia a dia.

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Por Marcia Di Domenico | Adaptação Ana Paula Ferreira

Praticar exercícios vai te ajudar a relaxar

Foto Shutterstock

Tem dias em que agente acorda para baixo, sem ânimo para nada. É normal, mas não quer dizer que você precisa deixar de aproveitar o dia e se conformar com o mau humor. Por que não colocar em prática atitudes que são tiro e queda para devolver o ânimo? Temos três ideias:

Explore seu ponto forte 

“Realizar alguma coisa em que você seja muito boa (pode ser cozinhar, dar um conselho ou simplesmente ajudar alguém com a declaração do imposto de renda) ajuda a reafirmar seu valor pessoal e elevar a autoestima”, fala a psicóloga Soraia Ribeiro, de São Paulo.

Relaxe 

Pratique seu exercício preferido, marque uma massagem, leve o pet para passear, namore. Se estiver no trabalho, saia para dar uma volta ou apenas pare alguns minutos o que está fazendo para meditar e respirar. Não há baixoastral que resista a uma mente tranquila.

Conclua algo pendente 

Pode parecer pouco, mas resolver um conserto em casa, levar aquelas roupas separadas para doação, ligar para uma amiga que não vê há tempos ou organizar o armário desatravanca a rotina e dá um gostinho de satisfação por ser dona da própria vida. 

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Por Ana Paula Ferreira

Cuidados preventivos são importantes para manter

a saúde em dia / Foto Shutterstock

Você se lembra quando foi sua última consulta? Se parou para pensar, é bem provável que já tenha sido há bastante tempo.

Com a aproximação do Dia Internacional da Mulher – comemorado no dia 8 de março –, é importante ressaltar os cuidados que se deve ter com a saúde do público feminino, que inclui alguns exames indispensáveis.

“Cuidados preventivos são as melhores medidas para manter a saúde da mulher em dia e devem ser realizados mesmo que elas estejam se sentindo saudáveis”, explica Maria Elisa Noriler, ginecologista de São Paulo. “Doenças descobertas no início geralmente têm maiores chances de cura, por isso, é tão importante visitar o médico regularmente.”

Abaixo, você confere 6 exames indicados pela profissional e por que eles são importantes para a saúde da mulher:

Papanicolau: É importante a realização desse exame para detectar HPV, câncer do colo de útero e diversas DSTs. Devem realizar anualmente o procedimento as mulheres que têm entre 25 e 65 anos e que já tiveram relações sexuais.

Mamografia: Este exame, que tem como finalidade estudar o tecido mamário, é o principal exame para detectar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos ou calcificações. Mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco.

Ultrassom pélvico: Este exame avalia os órgãos genitais internos da mulher (ovários, útero, trompas) e serve para detectar doenças, acompanhar a gestação e controlar a ovulação em episódios de infertilidade.

Colposcopia: É realizada para analisar a vulva, a vagina e o colo do útero para identificar inflamações ou doenças como o HPV e o câncer. Normalmente é solicitada em caso de alteração no papanicolau.

Ultrassom de tireoide: Ajuda a detectar nódulos na região e a evitar possíveis disfunções e doenças que podem prejudicar a produção de hormônios essenciais para a saúde da mulher.

Densitometria óssea: Indicado para mulheres que já passaram pela menopausa, este exame serve paramedir a densidade dos ossos, a possível perda de massa óssea, além de atuar na prevenção e no diagnóstico da osteoporose.

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Por Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

O primeiro sintoma da sífilis é uma ferida que não dói,

coça ou arde e dura até 21 dias

Foto Shutterstock

Talvez você nem imagine, mas o Brasil vive hoje uma epidemia de sífilis, como admitiu Ricardo Barros, Ministro da Saúde, ao anunciar uma campanha nacional de conscientização para a doença, no último mês de outubro. Trata-se de uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum.

“O primeiro sintoma costuma aparecer na região genital, mais ou menos três semanas após o contágio: uma ferida que não dói, coça ou arde e dura até 21 dias”, explica o ginecologista Ricardo Luba, de São Paulo. “Dentro de dois a seis meses, podem surgir manchas e ínguas pelo corpo, principalmente na planta dos pés e na palma das mãos.” Se não for tratada (o que é feito com antibióticos), a sífilis pode se tornar assintomática por até 40 anos. Nesse período, podem surgir lesões dermatológicas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas graves. “Fazer exames de sangue periodicamente e usar sempre preservativo no sexo são práticas essenciais”, finaliza o médico.

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Por Ana Paula Ferreira

Você precisa continuar cuidando da hidratação mesmo depois do Carnaval

Foto Shutterstock

Durante o Carnaval é muito comum se deixar levar pela animação e esquecer de pontos importantíssimos como alimentação e hidratação correta, que têm influência enorme na energia e no organismo.

Para você se recuperar dos exageros da folia e voltar com tudo à rotina, Carolina Pimentel, nutricionista e membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, indicou algumas atitudes que vão te ajudar nessa missão pós-Carnaval! Confira:

Repouso

Depois de curtir muito, seu corpo merece um descanso. Reserve um tempo para você no fim do feriado para recuperar as energias gastas e se preparar para a semana que vem pela frente.

Hidrate-se e revitalize-se 

Sim, o Carnaval acabou, mas você precisa continuar cuidando da hidratação. Repor os nutrientes que foram perdidos é muito importante, por isso beba muita água, chás pretos e chás verdes, água de coco e sucos com baixo teor de açúcar e alimentos ricos em água como frutas, verduras e legumes.

Refeições leves

Se alimentar bem é essencial para manter um estilo de vida saudável. Entretanto, durante o Carnaval, é comum sair da rotina, e, para voltar ao seu ritmo, opte por refeições mais leves, com cereais integrais, carnes magras e vegetais. Os substitutos parciais de refeição podem ser uma boa opção, pois eles contem nutrientes na medida certa com calorias controladas. 

Atividade física

Quem não pratica nenhuma atividade física durante o ano pode sentir as diferenças durante os quatro dias de folia. É uma ótima chance de continuar no ritmo e começar a academia ou qualquer outro exercício que sempre teve vontade de experimentar.

 

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Por Daniel Navas 

Aposte nestes cuidados para curtir o Carnaval

do começo ao fim!

Passadas as festas de fim de ano, nosso foco é um só: curtir o Carnaval. Se seus planos incluem curtir a folia do primeiro ao último dia com o mesmo pique, é bom prestar atenção ao que come e bebe durante o feriado, assim como preparar seu corpo para tanta diversão! Reunimos dicas que podem fazer toda a diferença entre um Carnaval para ficar na memória ou que acaba antes da hora.

1. Bebeu água?

Chegue na folia bem hidratada – tente beber 500 ml de água, aos poucos, antes de sair de casa – e não esqueça de reabastecer ao longo do percurso, ainda mais se o calor e a transpiração forem intensos. Se a brincadeira incluir bebida alcóolica, então, intercale os drinques com um copo de água. Água de coco e sucos de frutas também são alternativas para repor líquidos e sais minerais – o suor os leva embora e você pode sentir tontura e até desmaiar. 

2. Não vale segurar o xixi!

Ninguém merece ficar refém dos banheiros químicos ou de lugares públicos, mas é melhor correr para um deles na hora da vontade do que prender o xixi. “Urinar é importante para limpar a uretra, eliminando microrganismos que podem causar infecções urinárias”, avisa Patrick Bellelis, ginecologista e diretor da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE). Leve pedaços de papel higiênico ou um pacote de lenços umedecidos para se limpar com segurança e, se perceber que o local não está limpo, evite encostar no vaso. Com isso, você impede que bactérias sejam levadas para a região íntima e também evita doenças.

3. Vista-se para curtir

Esqueça peças com tons escuros, que retêm mais o calor. Aposte em cores claras e tecidos leves, de preferência, que permitam que o suor evapore. Para os pés, escolha tênis, os mais confortáveis – rasteiras e chinelos podem machucar e ficar pelo caminho. Ganhou bolhas nos pés? Não estoure para não infeccionar; espere que cicatrizem naturalmente. Para diminuir o atrito com o sapato e o incômodo, cubra-as com curativo ou gaze.

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Por Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Umedecer as narinas com soro fisiológico ou gel nasal

compensa os efeitos da baixa umidade do ar

Foto Shutterstock

Com a chegada do calor, está aberta a temporada do ar-condicionado – e dos desconfortos respiratórios que ele pode causar. Para prevenir, anote esses cuidados ao permanecer em ambientes com o aparelho:

1. Comece ajustando a temperatura do equipamento: o ideal é manter uma diferença de, no máximo, 8º C em comparação com o meio externo a fim de evitar choque térmico.

2. “Evite ficar na direção da saída de ar, pois o frio paralisa os mecanismos de defesa do nariz, o que pode gerar dilatação e congestão nasal e aumentar o risco de inflamação, infecções e crises de rinite e sinusite”, aconselha o otorrinolaringologista Marco Antônio Baptista, de São Paulo.

3. Limpeza e manutenção do ar-condicionado, seja de casa, seja do escritório ou do carro, devem ser feitas de acordo com o manual do fabricante se não quiser aumentar a circulação de micro-organismos no ambiente, o que pode provocar ou agravar problemas como asma e pneumonia em casos de exposição prolongada. 

4. Lembre-se de beber bastante água e umedecer as narinas com soro fisiológico ou gel nasal para compensar os efeitos da baixa umidade do ar.

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Por Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Se você se identifica com a situação, não hesite em procurar

orientação psicológica para conseguir relaxar

Foto Shutterstock

Pesquisadores noruegueses concluíram, após analisar 7 mil pessoas, que se preocupar demais com doença é prejudicial à saúde. Segundo o estudo conduzido por eles, quem sofre de hipocondria está mais sujeito a desenvolver problemas cardíacos – a ansiedade e o estresse típicos de quem é muito encanado com hábitos saudáveis aumentam a produção de hormônios e outras substâncias que aceleram os batimentos do coração e elevam a pressão arterial –, sem falar na perda de qualidade de vida de modo geral. 

Fique esperta: se qualquer sintoma diferente no corpo já deixa você em estado de alerta, procure entender a raiz da preocupação e não hesite em procurar orientação psicológica para conseguir relaxar.

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Por Ana Paula Ferreira 

Aposte nestas dicas para adaptar seu corpo à mudança de horário

Foto Shutterstock

O horário de verão chega ao fim no próximo domingo, dia 19 de fevereiro. E se você mora nas regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil – locais onde há alteração de horário –, deve sentir os reflexos da mudança nos hábitos cotidianos, especialmente na qualidade de sono e funcionamento natural do organismo. 

“Sabe-se que o organismo sofre mais quando adiantamos uma hora do que quando atrasamos uma hora, pois estamos propensos a permanecer mais tempos acordados a noite que de acordar mais cedo, porém isso não é uma regra”, explica Sergio Pontes,  clínico geral da Aliança Instituto de Oncologia.

Para fugir dos efeitos negativos que mudança de horário pode oferecer ao corpo, confira a seguir as dicas dadas pelo profissional:

- Dias antes da mudança tente dormir 10 minutos mais cedo, gradativamente, para que o organismo não sinta a alteração abrupta de 1h;

- Evite a desidratação, pois a água também ajuda na disponibilidade de energia e evita o cansaço;

- No período da noite, evite atividades exageradas como exercícios intensos e leitura longa;

- Atividades físicas leves como caminhada e alongamento podem ajudar com um efeito relaxante;

- Próximo à hora de dormir, evite ingerir alimentos pesados e com estimulantes como café, chocolate, chá preto e chá verde;

- Na hora de deitar, deixe o ambiente no quarto bem escuro, silencioso, com boa temperatura e confortável;

- Evite assistir TV ou usar celular e computador no quarto de dormir.

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Por Juliana Vaz e Victoria Bassi | Adaptação Ana Paula Ferreira

Estes modelos passeiam do esportivo ao casual numa boa

Foto Deborah Maxx

Óculos escuros precisam fazer parte dos looks de treino outdoor no verão. Confira estes modelos, que passeiam do esportivo ao casual numa boa:

1. HB, R$ 300

2. Swatch, R$ 580

3. Coca-Cola, R$ 340

4. Lema21 na eÓtica, R$ 325

5. Arnette na Luxottica, R$ 270

6. Roxy, R$ 299

7. Polaroid na Safilo, R$ 199

8. Mormaii, R$ 259

9. Havaianas, R$ 279

10. Colcci Eyewear, R$ 339

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Texto Ana Paula Ferreira 

Entenda porque ser elogiada ajuda a emagrecer

Foto Shutterstock

Além de fazer bem para sua autoestima, receber elogios pode te ajudar a emagrecer. Foi o que revelou uma pesquisa da Universidade de Waterloo, no Canadá! 

O estudo apontou que as críticas de familiares sobre a forma física das voluntárias ajudaram a provocar aumento de peso. Já aquelas que receberam elogios conseguiram manter ou até mesmo reduzir opeso durante o período. A explicação? As mulheres elogiadas se aceitam mais, o que diminui o estresse e contribui para que sejam mais ativas.

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