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Texto Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Estas dicas vão te ajudar a escolher perfumes que combinem com você!

Foto Shutterstock

Notas florais e refrescantes de perfumes, como as cítricas, são marca registrada dos dias mais quentes. Mas quem não abre mão de aromas adocicados, geralmente mais adequados ao frio, pode ficar tranquila: “Esses caminhos olfativos continuam, porém menos evidentes e com maior diversidade de frutas e toques doces, perfeitos para garantir frescor e sensualidade na medida”, comenta Verônica Kato, perfumista da Natura. Se bater dúvida na hora de escolher o perfume ideal para você, aí vão algumas dicas:

- Para saber qual o aroma e o caminho olfativo (se frutado, cítrico, adocicado, floral ou amadeirado) que mais combina com você, não adianta sentir o perfume no frasco ou no pulso de outra pessoa: teste na própria pele.

- Borrife o perfume no braço e espere pelo menos 30 minutos antes de decidir se gosta ou não. “As notas de saída evaporam nos primeiros minutos. O cheiro que permanecerá por mais tempo é o de corpo e define as características da fragrância”, explica Verônica.

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Texto Yara Achôa | Adaptação Ana Paula Ferreira

Canelite é o nome popular da síndrome do estresse tibial medial, uma inflamação que ocorre no periósteo, a membrana que reveste o osso da tíbia (canela). Para evitar o aparecimento deste problema ou após o tratamento, invista em exercícios simples de fortalecimento do músculo tibial anterior, duas ou três vezes por semana. Confira as sugestões da fisioterapeuta Tatiana Abreu.

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Texto Amábile Reis | Adaptação Ana Paula Ferreira

Fique atenta aos sinais para detectar o pré-diabetes

Foto Shutterstock

Antes de serem diagnosticadas com diabetes, muitas pessoas apresentam o chamado pré-diabetes, quando a glicose, elevada, fica entre 100 mg/dl e 125 mg/dl em jejum (na diabetes, esse número é acima de 126 mg/dl). Apesar de perigoso, esse quadro é capaz de ser revertido. O problema é que se trata de um mal silencioso. “Com o tempo e sem diagnóstico, a pré-diabetes pode acarretar doenças renais e cardíacas, danos aos olhos, aos nervos periféricos e ao intestino, que pode ficar preso ou solto, e, claro, evoluir para diabetes do tipo 2”, explica a endocrinologista Mariana Farage, do Rio de Janeiro.

Segundo a profissional, há alguns sinais que podem ajudar a indicar o quadro de pré-diabetes. Confira abaixo!

1. Visão borrada: após a alimentação, o nível de glicose aumenta e isto pode alterar a refração da luz de dentro dos olhos. Isto pode deixar a vista embaçada por até 2 horas depois da refeição.

2. Cortes e machucados demoram a cicatrizar: a microcirculação fica comprometida, havendo diminuição de chegada de nutrientes nesta região. Logo, há dificuldades com a comunicação desta área e as veias e artérias menores.

3. Neuropatia: causa dormência, formigamento ou dor nas mãos e nos pés.

4. Nefropatia: é uma lesão renal inicial e que, com o tempo, pode gerar uma insuficiência do órgão.

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Entenda a proposta do heartfulness

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Depois do buzz em torno do mindfulness, que defende colocar atenção total ao momento presente, outro tipo de meditação começa a ganhar visibilidade: o heartfulness. “A proposta é se concentrar a fim de sentir os batimentos do coração e, com isso, conseguir ser mais sensível e positivo no dia a dia”, explica Martin Portner, neurologista e mestre em neurociência, de São Paulo. 

A prática começou a ser estudada em meados dos anos 2000, nos Estados Unidos. Pesquisas indicam que exercitar a percepção da atividade cardíaca estimula a ínsula, região do cérebro envolvida no gerenciamento do humor. “O ideal é reservar 20 minutos por dia para sentar em um lugar tranquilo, fechar os olhos e controlar a respiração, de modo que a expiração seja sempre mais longa do que a inspiração”, ensina o especialista. 

A recompensa vem em benefícios à saúde – como a redução dos níveis de cortisol (o hormônio do estresse) – às emoções e aos relacionamentos.

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Texto Ana Paula Ferreira

É possível reverter a diástase com exercícios de fortalecimento em casa

Foto Shutterstock

Você já ouviu falar em diástase? Encarado por muitas mulheres após a gravidez, o problema acontece quando a distância entre os músculos abdominais não volta à forma original de imediato devido a vários fatores, como o sedentarismo e o fato de a estrutura corporal de algumas gestantes não aguentarem a pressão do crescimento do útero.

Segundo a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais, a diástase acomete cerca de 5% das gestantes. Para a fisiologista do exercício Gabriela Cangussú, especialista em exercícios pós-parto e criadora do programa Mamãe Sarada, a melhor maneira de prevenir ou tratar o problema é através da prática de exercícios físicos específicos antes e após a gestação.

Sintomas

O estufamento da barriga e a flacidez é o que mais assusta as mulheres que sofrem com a diástase. “É muito comum  as recém mamães sentirem vergonha ou terem a autoestima baixa devido ao problema”, afirma Gabriela. Além dos problemas estéticos, os sintomas mais frequentes costumam ser dores nas costas, nas pernas e na região pélvica, além da postura.

Prevenção

Mulheres que já tiveram diástase em gestações anteriores têm mais risco de desenvolvê-la. O ideal é manter um intervalo de dois anos entre uma gravidez e outra. “Além disso, é importante que a gestante adote hábitos saudáveis, com uma alimentação balanceada e a prática de exercícios de baixa intensidade. Depois do parto e da liberação do médico, as mães podem aumentar gradualmente a intensidade dos treinos”, explica a profissional.

Solução

De acordo com Gabriela, embora cada mulher tenha um tipo de corpo e que o tempo de recuperação varie de uma para outra, na maioria dos casos, é possível reverter  a diástase com atividades de fortalecimento em casa. “Prancha abdominal e exercícios sem carga são uma ótima opção para as  mamães. Tenho várias alunas que conseguiram melhorar muito o problema dedicando poucos minutos do dia para a atividade física”, conclui.

 

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Texto Yara Achôa | Adaptação Ana Paula Ferreira

Deixar de cuidar do problema pode te afastar da corrida

Foto Shutterstock

Tudo começa com uma dor chata no osso da parte da frente da perna durante o exercício. Se não tratada, ela pode evoluir para um problema sério e afastar você da corrida. Confira 4 alternativas de tratamento para a canelite

Compressa de gelo

Com ação antiinflamatória, Pode ser feita no local por 20 minutos, três ou quatro vezes ao dia, durante o período de tratamento.

Fisioterapia

Laser e ultrassom são os recursos terapêuticos usados para reduzir a inflamação e a dor.

Antiinflamatório

Como qualquer remédio por via oral, tem que ser prescrito por um médico, caso a dor seja aguda.

Acupuntura

As agulhinhas agem diminuindo a dor local.

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Se a cólica costuma tirar sua paz, aposte neste exercício!
Foto Shutterstock 

Você provavelmente já ouviu falar da ginástica íntima para combater a flacidez da musculatura genital, estimular a lubrificação, facilitar o orgasmo e prevenir incontinência urinária. Mas a lista de benefícios é maior. “Ao exercitar a região vaginal, você fortalece o assoalho pélvico e aumenta o fluxo sanguíneo na área, o que colabora para diminuir a formação de coágulos responsáveis por cólicas”, diz a fisioterapeuta especializada em uroginecologia Cátia Damasceno, de São Paulo. 

Ela ressalta que a ginástica íntima pode ser feita em qualquer lugar e a qualquer momento – até no carro, na cadeira do trabalho, no cinema, vendo televisão... Basta contrair e soltar a musculatura vaginal, como se estivesse segurando o xixi, sabe?

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Entenda como o período menstrual pode influenciar seu

rendimento no treino

Foto Shutterstock

A menstruação pode afetar minha performance esportiva?

“Sim. Além de provocar anemia, caso o fluxo seja muito intenso, devido aos altos e baixos na produção hormonal e às alterações que acontecem no organismo ao longo desse período, há o risco de sintomas como dor de cabeça, cólica, retenção de líquidos, náusea e oscilações de humor, que prejudicam o rendimento”, responde o endocrinologista Pedro Assed, do Rio de Janeiro.

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Texto Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Qual mochila de academia mais combina com você?

Foto Larissa Felsen

Estas mochilas são ótimas companhias para ir à academia: além de estilosas, comportam desde o look fitness até os snacks pré e pós treino. Confira!

1. Olympikus, R$ 130

2. Barbell, R$ 410 – Os compartimentos laterais têm divisórias para marmitas

3. Adidas by Stella McCartney, R$ 550 – Pode ser usada como mala de mão e como mochila

4. The North Face, R$ 599 – De material resistente a água e com porta-toalha externo

5. Roxy, R$ 319

6. Trinys, R$ 138

7. Puma à venda na Le Postiche, R$ 260

8. Nike, R$ 300

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Texto Ana Araujo | Adaptação Ana Paula Ferreira

Veja como o sono influencia seu desempenho na academia

Foto Danilo Borges

Um estudo publicado no periódico científico Sleep apontou que jogadores de tênis tiveram uma melhora de 42% na precisão de lances durante os treinos depois de fazerem as pazes com o travesseiro. Outro trabalho, na mesma publicação, afirmou que o tempo de resposta de nadadores para saltar do bloco de saída subiu em 17%. Já os participantes de uma pesquisa conduzida pela marca britânica de camas Bensons for Beds suportaram um terço a mais de dor, com boost na velocidade de 15% e tempo de reação 12% mais rápido ao aumentarem as horas de sono de sete para nove.

Além da questão hormonal, o sono turbina a performance graças à sua ação sobre a mente, pois é nesse momento que o sistema nervoso se recupera. “Dormir mal pode interferir diretamente na velocidade de raciocínio durante a prática esportiva, levando a equívocos que o indivíduo descansado não cometeria”, diz Corradi. “E isso não apenas prejudica o desempenho, como também pode levar a erros de execução e à diminuição do tempo de reação, aumentando o risco de lesões e de overtraining”, completa Luciane.

Outros efeitos indesejados da falta de sono são a diminuição da tolerância à dor (o que pode fazê-la largar o treino antes da hora) e maior degradação muscular – ambos causados pelo aumento do cortisol, já citado anteriormente. Em longo prazo, brigar com a cama também prejudica a maneira como o organismo controla a distribuição de glicose. “Ela funciona como um combustível e, quando é liberada de maneira inadequada, ficamos sem energia”, explica.

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Texto Ana Paula Ferreira

Saiba quais fatores podem aumentar o risco de AVC

Foto Shutterstock

Segundo dados da Organização Mundial de AVC, a World Stroke Organization, seis em cada dez mortes por Acidente Vascular Cerebral acontecem com mulheres, devido ao número aumentado de fatores de risco. Ainda de acordo com a entidade, uma a cada cinco mulheres pode sofrer um derrame cerebral. 

O AVC é um entupimento ou rompimento de vasos que levam sangue ao cérebro, o que ocasiona uma paralisia na área em que acabou ficando sem a circulação sanguínea adequada. Existem dois tipos diferentes: o isquêmico, quando ocorre o entupimento dos vasos que levam o sangue até o cérebro; e o hemorrágico, que rompe os vasos sanguíneos provocando sangramentos no cérebro. 

“Até os 50 anos as chances de AVC são maiores nos homens, porém, após essa idade, elas igualam ou até aumentam nas mulheres devido às grandes mudanças que o organismo feminino apresenta”, explica Elia Ascer, cardiologista do aplicativo Docway.Segundo o médico, o uso de pílulas anticoncepcionais (especialmente no caso de mulheres com hipertensão), a reposição hormonal após a menopausa, problemas de colesterol e diabetes, o aumento do consumo de bebidas alcoólicas e cigarro, o alto estresse e a mudança do estilo de vida da mulher acabaram aumentando os riscos da patologia.

Há uma série de fatores que contribuem para o Acidente Vascular Cerebral. Alguns deles não podem ser mudados, como a idade, por exemplo. Porém, outros fatores que podem levar ao problema, como a hipertensão, a diabetes e a obesidade, podem ser diagnosticados e tratados. “Hábitos saudáveis e prática de atividades físicas ajudam a prevenir doenças e a diminuir as chances da paciente sofrer um AVC”. 

Por isso, estar atenta aos sintomas e ao estilo de vida é fundamental para prevenir o acidente. “Com cuidados básicos e maior atenção conseguimos atenuar os danos causados pelo AVC. Ao menor sinal, a vítima deve ser levada imediatamente ao hospital, já que os danos são consideravelmente menores se o atendimento for rápido”, ressalta Ascer. “O tratamento e a reabilitação dependem das particularidades do caso, já que o AVC acontece em determinadas intensidades, desde a menor que pode não causar sequelas, as mais graves, que podem impossibilitar a pessoa de sair da cama e até levar a morte”, conclui.

 

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Texto Thais Szegö | Adaptação Ana Paula Ferreira

Entenda a influência que o intestino tem no organismo

Foto Shutterstock

A gente costuma se lembrar do intestino apenas quando temos prisão de ventre, diarreia, dor de barriga ou inchaço abdominal. No resto do tempo, nem pensamos nesse imenso emaranhado de tubos dentro do abdômen. Uma pena, pois ele esconde características que vão além do seu tamanho impressionante (se esticássemos o delgado e o grosso, eles ocupariam uma área de 250 metros quadrados) e que podem alterar o funcionamento do organismo, a qualidade de vida, o peso, a pele e até o humor. 

O aspecto mais surpreendente dessa história com certeza é o fato de que o intestino tem neurônios. Sim, estamos falando daquele tipo de célula presente no cérebro. A quantidade nesse caso é bem menor (são 500 milhões na barriga contra bilhões na cabeça), mas já é suficiente para que o órgão tenha um sistema nervoso próprio, que trabalha sem a necessidade de um comando cerebral. 

Tudo isso só é possível porque, assim como acontece na massa cinzenta, essas células liberam diversas substâncias, entre elas a serotonina, neurotransmissor ligado ao bem-estar. “Elas são responsáveis pela movimentação intestinal e pela secreção de líquidos, fatores importantes para a realização da digestão de maneira adequada”, explica Jaime Gil, gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. “Por causa da ação desses neurotransmissores e dos receptores localizados na região, o órgão ganhou o apelido de segundo cérebro”, acrescenta Eduardo Grecco, gastrocirurgião da Clínica Nomina, na capital paulista. 

Mas essas substâncias não agem na digestão apenas de maneira localizada. Elas também trabalham como mensageiros químicos, levando recados do que acontece no ventre para a cabeça através do nervo vago (que liga essas regiões), do sangue e das células de defesa. Essa comunicação é direta, eficiente e tem mão dupla. É por isso que, quando estamos nervosas ou ansiosas, sentimos aquele frio no estômago ou percebemos alterações no funcionamento do intestino. “É por essa razão também que, por meio do nosso controle emocional, podemos reduzir problemas intestinais, como a diarreia”, destaca Paulo Camiz, clínico geral do Hospital das Clínicas de São Paulo. 

Outro exemplo disso é a síndrome do intestino irritável, que faz com que a pessoa tenha cólicas, desconforto abdominal, diarreia ou constipação quando está enfrentando alterações emocionais, como preocupação, estresse ou cansaço extremo. A causa dessa síndrome ainda não foi totalmente elucidada, mas já se sabe que os portadores têm mais sensibilidade intestinal.

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Texto Fabiana Gonçalves | Edição Paula Lima | Adaptação Ana Paula Ferreira

A camisinha feminina é indicada para mulheres que não têm parceiros fixos

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Se você não tem parceiro fixo, a camisinha feminina pode ser uma ótima opção contraceptiva. O método é uma espécie de tubo feito de poliuretano (um plástico fino, macio e resistente, que não é látex), com um anel flexível de plástico em cada extremidades (uma aberta e outra fechada) para facilitar a introdução na vagina na hora da penetração ou até oito horas antes. 

É mais ou menos como uma camisinha ao contrário: que comporta o pênis e reveste a vagina, impedindo a entrada de espermatozoides. Já vem lubrificado, deve ser retirado logo após a transa e usado só uma vez.

Vale ressaltar que ela não possui contraindicações nem efeitos colaterais, portanto pode ser usada por qualquer mulher com vida sexual ativa!

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Texto Ana Araujo | Adaptação Ana Paula Ferreira

Noites bem dormidas podem te ajudar a conquistar mais músculos

Foto Shutterstock

Você rala na academia, adota treinos cada vez mais complexos, pede ajuda para o professor e para as amigas, mas, no fim do mês, sempre se pergunta “Onde foi que errei?”. Talvez esteja negligenciando um detalhe fundamental: o sono. “Ele é tão importante quanto a alimentaçãoDormir mal é como comer menos do que o necessário, o que resulta em falta de energia e, claro, muito menos vontade de treinar”, explica o médico Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Laboratório do Sono do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas), em São Paulo. E não estamos falando apenas de dormir pouco ou nada – o que os especialistas chamam de privação –, mas também da restrição, que ocorre quando o sono não tem qualidade suficiente para reparar o corpo.“Se você dorme menos de sete horas por dia ou deixa a televisão ligada durante a noite, por exemplo, está impedindo o corpo de descansar de verdade”, afirma a médica especialista em sono Luciane Mello, do Rio de Janeiro.

Em um dia, pode ser que você não sinta os efeitos negativos, mas eles vão se acumulando até causar uma queda drástica no desempenho. Não é à toa que os jogadores do time espanhol Real Madrid contam com instalações especiais para repousar entre treinos e partidas e uma equipe que os monitora durante esse período. Ou que o tenista Roger Federer já tenha declarado que precisa de 11 a 12 horas de soneca para se sentir bem, enquanto a musa do tênis Serena Williams vai para a cama por volta das 19 horas. E vamos combinar que de boa performance eles entendem, não é mesmo?

Como o organismo funciona durante o sono

Assim que você adormece, o corpo começa a trabalhar intensamente a fim de produzir substâncias fundamentais para deixá-lo novinho em folha para o dia seguinte. Uma delas é o GH, o hormônio do crescimento, fundamental para o processo de síntese de proteínas e, consequentemente, para a construção e reparação dos músculos. Também é nesse período que a melatonina entra em cena. Basicamente, ela avisa o organismo que chegou a hora de ir para a cama e o prepara para esse momento.

Como bônus, melhora a eficiência do metabolismo e ajuda a diminuir o apetite, controlando a compulsão por comer à noite. “Um estudo recente do Instituto de Ciências da Atividade Física do Esporte da Universidade Cruzeiro do Sul, de São Paulo, descobriu que a inflamação muscular decorrente do exercício físico intenso diminui com níveis adequados de melatonina”, ressalta Ricardo Zanuto, especialista em fisiologia do exercício, de São Paulo.

Nos Estados Unidos, é comum a ingestão de suplementos com esse hormônio, porém, boa parte da comunidade médica é contra seu uso. “Não existem evidências científicas de que funcionem. Além disso, seu consumo não faz muito sentido, uma vez que a melatonina é produzida naturalmente pelo organismo”, alerta Lorenzi. A redução do cortisol, conhecido como hormônio do estresse, também está sob a responsabilidade do sono.

“Em excesso, ele quebra o tecido muscular, causando perda de massa e prejudicando todo o esforço para construí-la. Daí a importância de ter um sono reparador, que equilibra a liberação”, aponta o médico do esporte e do exercício Guilherme Corradi, de São Paulo. Outro hormônio que entra em jogo na madrugada é a leptina, responsável pela sensação de saciedade e que ajuda a controlar a gula ao longo do dia seguinte. Em suma: quanto pior for sua relação com a cama, menos músculos e mais pneuzinhos.

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Texto Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

O tratamento apropriado do AVC nas primeiras quatro horas

e meia é crucial para a diminuir a chance de sequelas

Foto Shutterstock

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) causa cerca de 65 milhões de mortes anualmente no mundo e representa a primeira causa de incapacidade no Brasil. 

O tratamento apropriado de um AVC nas primeiras quatro horas e meia é crucial para garantir a sobrevivência e diminuir a chance de sequelas. Por essa razão, a empresa farmacêutica Boehringer Ingelheim criou o Programa Angels, que tem como missão oferecer ferramentas como vídeos de treinamento aos profissionais da saúde, diretrizes de atenção ao paciente sobre a importância do reconhecimento dos sinais do AVC, modelos de protocolos e diretrizes internacionais e nacionais para implementação dentro das instituições de saúde, que auxiliam na organização e melhoria da rede de atendimento ao paciente com AVC no país.

Apesar de 29 de outubro marcar o Dia Mundial do AVC, as ações da campanha acontecerão em todo o Brasil durante outubro e novembro. Dentre as iniciativas estão simpósios médicos, palestras de capacitação para profissionais da saúde e conscientização da população sobre a identificação de sinais do AVC com o apoio do Programa Angels. 

Além disso, os mutirões voltados para a população contarão com mensuração da pressão arterial, glicemia e colesterol e informar sobre os sintomas de um AVC e a necessidade de atendimento rápido. 

Confira abaixo a programação completa em todo o Brasil!

Ceará- Ação de conscientização
Local: Hospital São Mateus
Endereço: Praça do Ferreira – Rua Major Facundo, Centro, Fortaleza
Data: 04/11/2016

Ceará - Treinamentos em Hospitais
Local: Hospital São Mateus
Data: 29/10/2016

Local: Hospital Monte Klinikum
Data: 01/11/2016

Local: Hospital São Carlos
Data: 01/11/2016

Local: Hospital Geral de Fortaleza
Data: 02/11/2016

Local: Hospital Otoclínica 
Data: 03/11/2016

Local: Hospital Otoclínica 
Data: 03/11/2016

Rio de Janeiro – Ação de conscientização
Local: Auditório do Hospital Municipal Souza Aguiar
Data: 29/10/2016
Horário: 8h30 às 11h40

Local: Auditório do Hospital Nossa Senhora da Conceição
Data: 24 a 29/10/2016
Horário: 9h

Campinas – Ação de conscientização
Local: Lagoa do Taquaral
Endereço: Avenida Machado de Assis, s/n
Data: 29/10/2016

Piracicaba – Treinamentos
Local: Associação Paulista de Medicina 
Endereço: Av. Centenário, 546 - São Dimas
Data: 29/10/2016
Horário: 8h às 22h
As inscrições podem ser realizadas na Santa Casa de Saúde de Piracicaba

Ribeirão Preto – Treinamentos 
Local: Associação Paulista de Medicina 
Endereço: Av. Centenário, 546 - São Dimas
Data: 29/10/2016
Horário: 8h às 22h
As inscrições podem ser realizadas na Santa Casa de Saúde de Piracicaba

Paraná – Ação de Conscientização
Local: Mercado Municipal de Curitiba
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1865 - Centro, Curitiba
Data: 29/10
Horário: 8h às 18h

Santa Catarina – Treinamento 
Local: Auditório do Centro Hospitalar Unimed
Endereço: R. Orestes Guimarães, 905 - Centro, Joinville - SC, 89204-060
Data: 29/10
Horário: 8h30 às 16h30

Rondônia – Mutirão
Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital João Paulo II
Endereço: Av. Campos Sales - Nova Floresta, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: UPA Zona Leste
Endereço: Av. Mamoré, 3585 – Lagoinha, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: UPA Zona Sul
Endereço: R. Urtiga, 1 - Nova Floresta, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h


Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital de Base Ary Pinheiro
Endereço: Av. Governador Jorge Teixeira, 3766, Industrial, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Cemetron
Endereço: Av. Guaporé, 415, Lagoa
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Centro de Especialidades Médicas de Porto Velho
Endereço: Av. Rio Madeira - Nova Porto Velho, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Pará – Mutirão
Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital de Aeronáutica de Belém
Endereço: Av. Alm. Barroso, 3492 - Souza, Belém
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Ophir Loyola
Endereço: Av. Magalhães Barata, 992 - São Brás, Belém
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Galileu
Endereço: Rod. Mário Covas, 2358 - Coqueiro, Ananindeua
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Regional do Leste de Paragominas
Endereço: Rua Adelaide Bernandes, s/n, Paragominas
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Santo Antônio Zacarias de Bragança
Endereço: Av. Nazeazeno Ferreira, s/n, Padre Luiz, Bragança
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Metropolitano de Belém
Endereço: Rod Br-316, Km 3, s/n, Guanabara, Ananindeua
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Pronto Socorro Mario Pinotti de Belém
Endereço: Travessa 14 de Março, 500 - Umarizal
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Pará – Treinamentos
Local: Hotel Princesa Louçã 
Endereço: Av. Presidente Vargas, 882, Campina, Belém
Data: 29/10/2016
Horário: 8h15 às 17h50
As inscrições podem ser realizadas pelo telefone (91) 3265-6510.

 

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Aprenda a fazer o autoexame de tireoide

Foto Shutterstock

O desempenho da tireoide pode afetar todo o seu corpo dos pés à cabeça, já que, direta ou indiretamente, todos os processos do organismo dependem dela. “Os hormônios produzidos pela tireoide (T3 e T4) controlam a entrada de energia nas células. Logo, regulam o ritmo em que os órgãos trabalham”, explica Erivelto Volpi, cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. 

Alarme falso

Talvez você já tenha lido ou ouvido falar que a reclassificação recente de um tumor na tireoide significaria o fim da necessidade de remoção da glândula, mas não é bem assim. “Trata-se de um tumor específico, que representa cerca de 8% dos malignos de tireoide”, esclarece Erivelto Volpi. “A cirurgia continua sendo necessária, mesmo que removendo parcialmente a glândula.” Vale lembrar que nem sempre um tumor altera a atividade da tireoide, podendo ser um inimigo silencioso. Para detectá-lo, o mais eficiente é agendar um exame de ultrassom, mas um autoexame simples também pode ajudá-la a descobrir nódulos. Veja como fazer:

- Utilize um espelho de mão para observar a parte inferior frontal do seu pescoço.

- Com a cabeça inclinada para trás, beba um gole de água. Se notar alguma saliência ou elevação na região, procure um médico.

Quer conferir mais informações sobre saúde? Então corra para as bancas ou garanta a sua Corpo a Corpo aqui!

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

O funcionamento da tireoide pode influenciar outras partes do corpo

Foto Shutterstock

A tireoide fica no pescoço, abaixo da laringe, mas o desempenho dessa glândula pequenininha afeta seu corpo dos pés à cabeça. Direta ou indiretamente, todos os processos do organismo dependem dela. “Os hormônios produzidos pela tireoide (T3 e T4) controlam a entrada de energia nas células. Logo, regulam o ritmo em que os órgãos trabalham”, explica Erivelto Volpi, cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. 


Ou seja, quando essa glândula passa a produzir mais ou menos hormônios do que o necessário, o organismo entra em “crise” devido a alterações metabólicas. “Muitas vezes, não se sabe por que ocorrem essas disfunções, classificadas como hipotireoidismo e hipertireoidismo”, diz o profissional. 

Descubra como o funcionamento da tireoide interfere de diversas formas no corpo e na aparência:

Cabelo

O hipertireoidismo acelera a reposição celular do couro cabeludo, o que deixa as madeixas mais finas, oleosas e quebradiças. O hipotireoidismo, por sua vez, lentifica o crescimento dos fios, que ficam secos e grossos. Resumindo: queda livre em ambos os casos.

Peso

Como a tireoide comanda o metabolismo, seu ritmo é determinante para a direção aonde vai o ponteiro da balança.

Ossos

Pesquisas sugerem que o hipertireoidismo acelera a perda de massa óssea, e pode representar um atalho para a osteoporose.

Cérebro

Baixos níveis de hormônios tireoidianos dificultam as funções cognitivas. Quando esses índices estão nas alturas, a cabeça fica a mil por hora, causando estresse e ansiedade.

Coração

Esse cabo de guerra também se reflete nos batimentos cardíacos, que disparam ou despencam de acordo com as taxas de T3 e T4.

Fertilidade

Má notícia para quem sofre de TPM ou quer engravidar: a lista de prejuízos relacionados a essa bagunça hormonal inclui alterações no ciclo menstrual e na ovulação.

Pele

Tireoide preguiçosa? A renovação celular sai perdendo e o resultado é uma epiderme sem viço e ressecada.

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Texto Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

A mamografia é a melhor forma de diagnosticar o câncer de mama

Foto Shutterstock

O câncer de mama é o mais frequente e mata mais mulheres do que qualquer outro tipo da doença na América Latina, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), do Ministério da Saúde. Contudo, se for detectado precocemente, a paciente tem 95% de chances de cura.

A melhor forma de ter o diagnóstico da doença é através da mamografia, exame de imagem que ajuda a detectar alterações nas mamas. “Com a realização cada vez mais frequente da mamografia, tem-se diagnosticado o câncer de mama em fases mais precoce, aumentando assim a chance de cura da paciente", explica Daniela Setti, ginecologista e mastologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, de São Paulo.

Porém, seja por falta de informações claras, por medo de sentir dor durante o procedimento ou por receio do diagnóstico, muitas mulheres ainda deixam de realizar o teste. Para esclarecer algumas questões, confira a seguir 7 dúvidas sobre o assunto!

1. Sou muito jovem para fazer o exame? Qual é a idade mínima?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar nódulos mesmo que ainda não sejam palpáveis. “O rastreamento consiste em realizar mamografia anual em mulheres com 40 anos ou mais”, explica Daniela. Para mulheres com histórico familiar, a mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 35 anos de idade.

2. Ninguém da minha família teve câncer de mama. Devo me preocupar mesmo assim? 

Segundo a especialista, a maioria das mulheres que tem câncer de mama não tem histórico familiar da doença. Portanto, mesmo assim o rastreamento mamográfico deve ser feito de qualquer maneira.

3. A radiação da mamografia é arriscada?  

A mamografia utiliza raios-X para formar a imagem da mama. O risco associado à exposição à radiação é mínimo, principalmente quando comparado com o benefício.

4. A mamografia dói?

A mamografia é um exame muito rápido. Pode provocar dor em algumas mulheres, dependendo da sensibilidade individual, mas é tolerável. O desconforto provocado pelo exame é breve. De acordo com Daniela, algumas dicas podem ajudar: agende seus exames quando suas mamas estiverem menos sensíveis, ou seja, após o período menstrual; tome um analgésico antes do exame para aliviar a dor.

5. Não tenho nódulos na mama. Mesmo assim tenho de fazer mamografia?

Com o exame é possível detectar nódulos bem pequenos, que não são palpáveis. Os tumores em estágio inicial, com diagnóstico precoce, têm chance de até 95% de cura. Daí a importância da realização do exame. 

6. Tenho seios muito densos. O autoexame é suficiente para mim?

O autoexame deve ser realizado mensalmente, logo após o período menstrual, mas não é suficiente. Caso a mulher note qualquer alteração nas mamas, deverá procurar o médico imediatamente. “As mulheres que não menstruam devem eleger um dia no mês para fazer o autoexame”, ressalta a médica.

7. Faço autoexame todos os meses, então não preciso fazer mamografia?

Sim, precisa fazer mamografia a partir de 40 anos. Se sua mamografia não está clara em função das mamas densas, poderá ser feito um segundo exame de imagem, por exemplo, ultrassom ou ressonância magnética.

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Texto Ana Araujo | Adaptação Ana Paula Ferreira

Veja perfis de Instagram que podem te ajudar 

a ter mais motivação / Foto Shutterstock

Precisando de mais motivação para não sair da linha com a dieta e os treinos em dia? Para te ajudar, listamos 5 perfis do Instagram que podem te ajudar a manter o foco!

@vemcomelas 

Não é à toa que Fernanda Queiroz e Manuella Rangel possuem o título de Nike Master Trainers. Além de comidinhas fit, as treinadoras dão ideias supercriativas de exercícios, especialmente aqueles que podem ser feitos em dupla.

@thebodybook

É a conta oficial do livro de saúde, fitness e beleza de mesmo nome escrito por Cameron Diaz. O perfil traz receitas, frases motivacionais e depoimentos de mulheres. 

@correpaula 

Com o lema "#runlikeagirl" ("corra como uma garota"), Paula Narvaez aposta na corrida como instrumento de empoderamento feminino. Encontre dicas para arrasar nas pistas e sua rotina de treinos contada com muito bom humor.

@yoga_girl

É impossível não sentir paz interior ao seguir a conta da sueca Rachel Brathen, instrutora de ioga que enche a timeline de dicas práticas da modalidade e paisagens de tirar o fôlego.

@msjeanettejenkins

Procurando desempenho de campeã? Então, seguir a personal e nutricionista Jeanette Jenkins é a sua pedida. Ela compartilha treinos que podem ser feitos em qualquer lugar, sempre incentivando os seguidores a conquistarem o seu melhor corpo.

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Os videogames podem oferecer benefícios ao corpo e

à saúde! Foto Fabio Mangabeira

 

Desde que viraram febre nos anos 80, os videogames ganharam benefícios que vão além do entretenimento. Que o digam os jogos que simulam sessões de ioga, dança e até treinamento funcional.

“Os games com sensores de movimentos funcionam para trabalhar equilíbrio, concentração e coordenação motora e melhorar a postura”, diz Leandro Lazzareschi, professor do curso de Fisioterapia da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo.Para quem está sempre em busca de alternativas para relaxar e mexer o corpo sem precisar ir à academia, os jogos também funcionam. “São uma maneira divertida de queimar calorias e reduzir o estresse, e dá até para socializar, já que é possível simular competições descontraídas”, observa Roberto Gimenez, professor do curso de Educação Física da Universidade Cidade de São Paulo.

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Saiba qual a relação entre praticar atividade física e a anemia

Foto Shutterstock

Mulheres que treinam regularmente estão mais propensas a desenvolver anemia. Motivo? “O ferro presente nos glóbulos vermelhos se dilui mais para transportar o oxigênio necessário para realizar a atividade física”, afirma Camila Gomes, nutricionista da New Millen, de São Paulo. “Sem contar que esse mineral também é perdido na transpiração e na urina.” 

Não deixe de incluir carne vermelha, vegetais verde-escuros, semente de abóbora e açúcar mascavo na dieta, todos fontes do mineral. “Outra dica é incluir alimentos ricos em vitamina C no prato, uma vez que eles melhoram a absorção do ferro pelo organismo”, completa Camila.

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Texto Fabiana Gonçalves | Edição Paula Lima | Adaptação Ana Paula Ferreira

Saiba os benefícios da respiração

Foto Shutterstock

No corre-corre diário, a última coisa que passa pela nossa cabeça é ficar de olho no modo como estamos respirando. Afinal, essa ação é tão automática que a gente não precisa perder tempo pensando nela, certo? Errado. Respirar corretamente, inspirando e expirando calma e profundamente só oferece vantagens. De acordo com o professor José Roberto Leite, coordenador da unidade de medicina comportamental do departamento de psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), toda criança nasce sabendo respirar do jeito correto. “Ela enche os pulmões na inspiração e solta o ar devagarzinho, até eliminá-lo totalmente pelas narinas”, afirma.

No entanto, com o passar dos anos, a tendência é respirarmos de forma alterada. “Quando começamos a sentir medo do desconhecido, a respiração acaba se tornando rápida e ofegante como uma reação fisiológica aos acontecimentos à nossa volta”, conta José Roberto. Em outras palavras, as emoções que fazem parte da vida de qualquer adulto – medo, ansiedade, insegurança, tensão... – influenciam a maneira como o ar entra e sai do nosso corpo. E isso, por sua vez, interfere na saúde, bem-estar, na beleza e até no controle do peso. “Inspirando e expirando longa e pausadamente, você ativa o sistema parassimpático e passa a se sentir mais calma e centrada”, afirma José Roberto Leite. E esse estado de tranquilidade contribui para baixar a pressão arterial, diminuir o ritmo de pensamentos e enfrentar melhor situações de tensão.

Pele cheia de vida

A entrada maior de ar no organismo eleva a oxigenação das células e dos tecidos do corpo e resulta em ganhos para a pele, o cabelo e a aparência de modo geral. Afinal, como respirar de modo consciente garante também um sono mais tranquilo e reparador – o que é fundamental para a liberação de substâncias regeneradoras dos tecidos –, seu reflexo no espelho pela manhã tende a mostrar um rosto descansado, sem inchaço ou olheiras. Um estudo médico realizado na Índia com praticantes de exercícios de respiração guiada constatou um aumento na produção de antioxidantes no organismo dos voluntários – sabemos que essas substâncias são capazes de desacelerar o processo de envelhecimento da pele.

Peso controlado sem esforço

Entender como respirar corretamente afeta a qualidade do sono ajuda a compreender a importância disso para a silhueta: horas a menos de descanso desregulam a produção do hormônio melatonina, o que pode levar ao acúmulo de gordura. Além disso, quanto menos você dorme, mais seu organismo fabrica grelina (que estimula a fome) e menos produz leptina (que controla a saciedade). Sem falar que, quando fica mais tempo acordada, é provável que acabe atacando a geladeira e a despensa fora de hora. É também com a prática de exercícios de respiração que conseguimos dar um basta na ansiedade de um dia difícil e com isso evitar ataques à mesa. “A respiração correta não emagrece ninguém diretamente. No entanto, quando a vida e a mente estão tranquilas, você tende a se alimentar com mais equilíbrio, movida pela fome física e não por impulso, além de escolher os alimentos com mais consciência”, avalia Marcos Rojo Rodrigues, PhD em Ciência do Yoga na Índia e professor do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (USP).

Treino para a concentração

Além de conquistar um corpo mais saudável, manter a mente voltada para o ritmo respiratório é uma forma de treinar o foco e a concentração, tão importantes para a vida pessoal e profissional. “Claro que não é fácil. Começamos a observar a respiração e logo depois já nos envolvemos com os nossos problemas. O importante é voltar para o foco quando se distrair”, ensina Rojo . Ao contrário do que muita gente pensa, os exercícios podem ser feitos sempre que sentir necessidade. Está no escritório? Saia do ambiente por dez minutinhos e repita os movimentos – até no banheiro, se for necessário. “A frequência conta mais do que o ambiente em si”, diz José Roberto. 

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Texto Fabiana Gonçalves | Edição Paula Lima | Adaptação Ana Paula Ferreira

O diafragma é colocado no fundo da vagina para cobrir o colo do útero

Foto Shutterstock

O diafragma é um método contraceptivo indicado para mulheres que não querem mais tomar hormônios. Confira abaixo informações sobre este anticoncepcional!

O que é 

Dispositivo reutilizável de silicone ou látex, macio e com um aro de metal flexível, que é colocado no fundo da vagina para cobrir o colo do útero e impedir o contato com o sêmen. Só deve ser retirado de seis a oito horas após a última transa, tempo suficiente para que os espermatozoides que estão na vagina morram. Daí, é necessário lavar com água e sabão neutro, secar e guardar em um local seco e fresco, longe do sol. Também vale a pena desinfetá-lo periodicamente em água fervente, o que proporciona até três anos de vida útil à peça. “O médico é quem deve indicar o tamanho certo do diafragma para cada paciente”, avisa o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, de São Paulo..

Contraindicação 

Quem apresenta algum problema no colo do útero ou é alérgica ao látex, e não possuem infecção urinária, no colo do útero ou na vagina. Também é uma boa opção para quem não quer ou não pode tomar hormônios e deseja engravidar logo depois de pausar o método contraceptivo. 

Possíveis efeitos colaterais 

Pode causar alergia ou irritação na vagina devido ao material.
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Texto Thais Szegö | Edição Paula Lima | Adaptação Ana Paula Ferreira

Descubra se você costuma deixar tudo para depois.

Foto Shutterstock

Você deixa tudo para depois? Esta lista de situações irá ajudá-la a encontrar a resposta para essa pergunta. Escolha "sim" ou “não” em cada um dos itens e, se a maioria das respostas for afirmativa, é sinal de que é necessário aprender a administrar melhor o seu tempo e a sua rotina para que você não perca boas oportunidades na vida!

1. É comum me sentir culpada por saber que deveria estar fazendo algo mais importante no momento.

2. No fim do dia, sobram várias tarefas que eu deveria ter terminado, mas nem comecei.

3. Tenho dificuldade de entregar minhas atividades no prazo, mesmo quando ele é longo.

4. Costumo ouvir comentários dos meus amigos e colegas de trabalho sobre a minha mania de estar sempre atrasada e deixar tudo para a última hora.

5. Normalmente, eu me arrependo por não ter começado antes o que preciso realizar.

6. Muitas vezes me pego falando as seguintes frases: “já vou”, “já faço”, “já entrego”.

7. Vira e mexe, me vejo com muitas tarefas acumuladas.

8. Sinto dificuldade para me concentrar nas minhas obrigações, principalmente quando as considero chatas.

9. Quando acho que algo é muito difícil, prefiro deixar para depois.

10. Me acostumei a realizar as coisas sob pressão.

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Texto Fabiana Gonçalves | Edição Paula Lima | Adaptação Ana Paula Ferreira

Saiba como a pílula anticoncepcional pode te ajudar

Foto Shutterstock

A pílula anticoncepcional pode ser uma boa aliada para te ajudar a regular seu ciclo menstrual e diminuir dores de cólica. Veja abaixo mais algumas informações importantes sobre este método contraceptivo!

O que é 

A pílula anticoncepcional é um medicamento que combina hormônios e deve ser tomado diariamente, com ou sem intervalo entre as cartelas. Suspende a ovulação e também altera o estado do muco cervical, dificultando o acesso do espermatozoide ao óvulo.As vantagens do método? Ele diminui o fluxo menstrual e as cólicas e permite que você escolha o dia que irá menstruar. Basicamente, existem quatro tipos de pílulas. A monofásica (a mais utilizada pelas mulheres) possui estrogênio e progesterona na composição – você começa a tomar no primeiro dia da menstruação, termina a cartela e faz uma pausa de sete dias. A minipílula é uma pílula que contém apenas progesterona e pode ser usada ininterruptamente. 

“É indicada para mulheres que estão amamentando ou que têm predisposição a varizes, trombose, AVC, câncer de mama ou são fumantes”, afirma o ginecologista e obstetra Claudio Basbaum, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Também existe a pílula multifásica, que tem combinação de hormônios em diferentes dosagens, para ser usada a conforme a fase do ciclo reprodutivo. Há, ainda, o anticoncepcional que contêm os hormônios drosperinona e etinilestradiol, eficientes para amenizar os sintomas da TPM, acne e tratar a síndrome dos ovários policísticos.

Contraindicação 

Mulheres com doenças vasculares, com tumores hormônio-dependentes (como câncer de mama), hipertensão e diabetes. Nesses casos, a melhor pílula é a que traz somente progesterona, pela dosagem hormonal mais baixa.

Possíveis efeitos colaterais 

Algumas mulheres têm sangramento intermenstrual, principalmente nos primeiros meses de uso da pílula. Outras reclamam de dor de cabeça, aumento de peso, pele oleosa, náuseas, redução da libido, tensão pré-menstrual e do aparecimento de varizes. “Os problemas variam de acordo com a composição e a concentração de hormônios”, aponta Claudio Basbaum. Daí a orientação de jamais adotar qualquer medicamento sem conversar antes com seu médico.

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Texto Fabiana Gonçalves | Edição Paula Lima | Adaptação Ana Paula Ferreira

Saiba tudo sobre o anel vaginal

Foto Shutterstock

O que é 

O anel vaginal é um objeto flexível para ser introduzido no canal vaginal a fim de cobrir o colo do útero e liberar os hormônios estrogênio e progestagênio, inibindo a ovulação. Deve ser removido a cada três semanas. Reduz o fluxo e as cólicas menstruais e diminui o risco de câncer do endométrio e de ovário.

Contraindicação

Mulheres com histórico de câncer de mama ou que tenham males circulatórios, como varizes e trombose.

Possíveis efeitos colaterais

Dor de cabeça leve e incômodo por causa da presença do objeto (inclusive durante  a relação sexual) são possíveis.

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