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Texto Livia Valim | Adaptação Ana Paula Ferreira 

Falta de informação sobre a aids ainda é uma grande aliada

da disseminação do vírus na ala feminina / Foto Shutterstock

Um estudo apontou que 35% dos casos de aids registrados entre 1980 e 2014 são de mulheres. Esse número, que cresce ano após ano, tem alguma explicação. A principal é que quem faz sexo passivo, seja vaginal ou anal, é mais propenso a receber o vírus. “Em relações heterossexuais, as mulheres têm cerca de três vezes mais chances de serem infectadas do que os homens”, explica David Salomão Lewi, médico infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP). 

A falta de informação e o excesso de confiança no parceiro ainda são os maiores aliados da disseminação do vírus entre a ala feminina. Não existem dados concretos que comprovem, mas a experiência dos infectologistas que consultamos demonstra que a maioria das mulheres é infectada ao fazer sexo com seus parceiros fixos sem proteção. Estes, por sua vez, trazem o vírus para casa depois de terem relações extraconjugais desprotegidos. “Claro que a liberação sexual e a troca frequente de parceiros sem o uso de preservativo também ajudou nesse aumento”, completa David. 

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Texto Ana Paula Ferreira

Nada melhor que uma boa noite de sono para descansar e

perder os centímetros extras / Foto Shutterstock

Descansar depois de um treino intenso é tudo de bom. Além de relaxar o corpo e te deixar pronta para encarar outro dia firme e forte, uma boa noite de sono pode influenciar seu emagrecimento mais do que você pensa. Isso porque, segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Stanford (EUA), dormir bem pode ajudar a afinar a cintura e a eliminar quilos extras.

De acordo com o estudo, mulheres que dormem cinco horas ou menos por dia têm 32% mais dificuldades de perder peso do que aquelas que descansam no mínimo sete horas. Outra conclusão: noites mal dormidas aumentam em 15% o risco do sobrepeso. Para experimentar o sono dos anjos, evite comidas pesadas no jantar e adote um chazinho relaxante, como camomila ou erva-cidreira, antes de ir para a cama.  

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Veja como não deixar a rotina corrida de trabalho prejudicar sua saúde

Foto Shutterstock

Mulheres que trabalham 60 horas ou mais por semana têm três vezes mais riscos de desenvolverem problemas como diabetes, câncer, artrite, hipertensão, asma e doenças cardiovasculares, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Ohio em parceria com a Mayo Clinic, nos Estados Unidos. 

Sabendo que muitas vezes a jornada de trabalho feminina não acaba fora do escritório, dados da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde e pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), fazem ainda mais sentido: as brasileiras, apesar de terem uma expectativa de vida superior em comparação aos homens no país, ficam doentes com maior frequência. 

“Além de dividir as tarefas em casa, é importante não fazer de suas ocupações uma desculpa para abrir mão de algumas horas de sono, dos momentos de lazer, de praticar atividades físicas ou de uma alimentação saudável, hábitos que fortalecem o sistema imune e afastam a depressão, o estresse e a ansiedade, beneficiando o corpo e a mente”, recomenda Flávia Barros de Azevedo, clínica geral e geriatra do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Programe-se!

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Texto Yara Achôa | Adaptação Ana Paula Ferreira

Saiba como identificar os sintomas da canelite

Foto Shutterstock

Você começa seu treino de corrida e, após algumas passadas, sente uma pontada na canela. Com o corpo aquecido, o incômodo desaparece e você se sente segura para continuar correndo e até apertar o passo. Mas a dor volta a mandar lembrança mais tarde e, com o tempo, você percebe aquela região da perna sensível ao toque. Cuidado: pode ser a canelite querendo tirar você da pista. 

Esse é o nome popular da síndrome do estresse tibial medial, uma inflamação que ocorre no periósteo, a membrana que reveste o osso da tíbia (canela). A lesão está entre as que mais afetam os corredores, ao lado de problemas nos joelhos e tendinite no tendão-de-Aquiles. Um estudo dinamarquês recente com mil corredores detectou 254 casos de lesões, sendo que 15% delas eram canelite. 

“Essa é uma queixa frequente no consultório e aparece principalmente em decorrência de mudanças bruscas no treinamento, como aumento rápido de volume ou de intensidade, sem que o corpo esteja preparado para suportá-las”, explica o ortopedista Mario Ferretti, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. “Por isso, pode atingir tanto praticantes novatos quanto os mais experientes.” 

A fisioterapeuta especializada em ortopedia e medicina esportiva Tatiana Abreu, da Fisio Run, de São Paulo, acrescenta que a lesão também pode ser causada devido à solicitação excessiva do músculo tibial anterior, acionado quando o atleta levanta o pé para dar a passada.

Atenção aos sintomas

O principal sinal de alerta é a dor na parte mais interna da canela, que piora com o impacto da corrida. “Quando muito aguda, pode limitar ou até incapacitar a pessoa de correr”, avisa Tatiana. Se você não deseja ficar longe de seu esporte preferido, portanto, é melhor procurar ajuda médica diante dos primeiros sintomas. “O diagnóstico é basicamente clínico, com palpação da área e análise do histórico de mudanças abruptas no treinamento”, observa Mario.

Quando não diagnosticada e não tratada (leia box “Pare e trate”), a canelite pode evoluir para uma fratura por estresse. “Se a membrana óssea, que já está inflamada, continuar a receber impacto, pode ocorrer um edema (inchaço) ósseo e o surgimento de microfissuras da tíbia”, avisa o ortopedista. Nesse caso, o afastamento da pista será forçado e prolongado.

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Texto Ana Paula Ferreira

Trocar as lentes de contato dentro do praze específico é

importante para não prejudicar os olhos / Foto Danilo Borges

Quem usa lentes de contato sabe: todo cuidado é pouco! No verão, então, o cuidado deve ser redobrado. E seja por estética ou por maior conforto, muitas pessoas não abrem mão do acessório durante a temporada mais quente do ano mesmo ao entrar em piscinas, no mar ou em cachoeiras. 

Mas é importante ficar bastante atenta nestes momentos. De acordo com o oftalmologista Alexandre Misawa, do Hospital San Paolo, de São Paulo, entrar na água com a lente de contato pode provocar, além da perda do objeto, uma contaminação ou causar a colonização do estojo da lente e uma infecção do olho quando as lentes entrarem em contato com a superfície ocular novamente.

Outro problema que o uso do acessório dentro d’água pode causar é o surgimento de ameba, que é um protozoário capaz de provocar uma úlcera de córnea grave com o risco de perda de visão. 

Para evitar esse risco, o especialista aconselha o uso de óculos de natação ou, então, dar preferência às lentes descartáveis, que são próprias para durar somente um dia. Vale lembrar também a importância de trocar as lentes dentro do prazo específico para cada tipo e usá-las por algumas horas no dia, de acordo com as recomendações médicas. 

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Se você precisa relaxar, o óleo essencial de bergamota pode

te ajudar / Foto Shutterstock

Estressada, triste, exausta? Aposte nos óleos essenciais, que atuam no cérebro, equilibrando as emoções. Leve na bolsa (existem versões rollon e em gotas, para serem aplicadas nos pulsos e inaladas quando sentir necessidade) ou use para perfumar o ambiente (invista nas versões em spray ou para tomadas e difusores). A aromaterapeuta Marcia Rissato, de São Paulo, ajuda a encontrar o melhor para o seu estado de espírito.

“Preciso relaxar”

Escolha: Bergamota
Contém substâncias que atuam no sistema nervoso central regulando as descargas de adrenalina que resultam em tensão e sensação de cabeça a mil.

“Estou com uma dor de cabeça daquelas!”

Escolha: Menta
O mentol possui ação vasoconstritora – às vezes, a causa da cefaleia e da enxaqueca é o alargamento dos vasos sanguíneos e o aumento da circulação no cérebro.

“Estou completamente sem foco para trabalhar”

Escolha: Eucalipto
O eucaliptol é calmante e relaxante. Quanto mais concentrado o aroma (como no óleo essencial), maior o poder de limpeza mental, o que ajuda a trazer de volta a concentração.

“Ando com uma tristeza sem explicação”

Escolha: Rosa
Os componentes nerol e farnesol agem no sistema límbico, região cerebral que controla nossas

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Por Daniel Navas | Adaptação Ana Paula Ferreira

A transpiração ajuda nosso corpo a manter a

temperatura ideal / Foto Shutterstock

 Tem sensação melhor do que sair do treino pingando de suor, com o cabelo encharcado e a camiseta molhada? E não é só porque isso quer dizer que a aula foi boa. A transpiração também tem papel importante para a saúde: é responsável por manter a temperatura corporal estável em torno de 370C, adequada para que o organismo funcione como deve. 

Sempre que a temperatura corporal aumenta além desse nível, o cérebro envia sinais para as glândulas sudoríparas entrarem em atividade. “A transpiração é uma espécie de termorregulador natural do corpo. A perda de líquidos pela pele e mucosas é uma saída para manter o equilíbrio térmico do organismo”, explica Márcio Bacci, médico do esporte (SP).

Cheiro característico

Apesar do ponto positivo da sudorese, não dá para passar batido pelo odor ruim que algumas pessoas exalam quando transpiram. De acordo com o dermatologista Claudio Wulkan, de São Paulo, isso varia de uma pessoa para outra. “E se deve à presença de certos componentes no organismo, como ácido lático e outras substâncias, que, em proporções diferentes, favorecem o cheiro forte”, diz. 

Mas vale destacar que o suor, sozinho, não possui nenhum odor. O que acontece também é que nosso organismo abriga milhões de bactérias responsáveis pela defesa natural da pele. “Quando suamos, alimentamos esses pequenos seres, que sobrevivem e crescem em ambientes úmidos e ricos em nutrientes. Como se alimentam desse suor, as bactérias metabolizam e produzem excreções que podem resultar em um cheiro forte”, afirma a dermatologista Patrícia Maluly, de São Paulo. Para evitar desconforto, o indicado é uso de antitranspirantes, que, como o nome sugere, atuam na redução da transpiração. Desodorantes, diferentemente, apenas mascaram o cheiro. “O melhor é optar por comprar aqueles com ação bacteriostática, que vai impedir a proliferação das bactérias e prevenir o mau cheiro”, completa Bacci.

Regiões do corpo

Claro que a axila é a primeira região que lembramos quando se fala em suor. Mas há quem transpire bastante em outras partes do corpo, como atrás do joelho, embaixo dos seios, no pescoço, na cabeça. Se é o seu caso, pode ficar tranquila porque tudo isso é normal, afinal, temos glândulas sudoríparas espalhadas por todo o corpo. “Normalmente, regiões de dobras, como virilhas, atrás dos joelhos e embaixo dos seios, acabam sendo menos ventiladas, o que faz com que as glândulas precisem trabalhar mais para regular a temperatura local”, aponta Nelson Ferrari, dermatologista do Hospital Samaritano, na capital paulista.

Alerta para o suor em excesso

Algumas vezes, a transpiração independe da temperatura ambiente ou do esforço na academia e pode se tornar uma saia justa e tanto. Esse incômodo tem nome: hiperidrose. De acordo com Samar Mohamad El Harati, dermatologista da Rede D´Or São Luiz, em São Paulo, o problema pode se manifestar na infância ou adolescência, geralmente atingindo mãos, pés, axilas e cabeça, ou na fase adulta, quando a pessoa chega a suar no corpo inteiro, inclusive durante o sono. A doença não tem cura, mas sim controle com o uso de antitranspirantes específicos e procedimentos como aplicação de toxina botulínica e a simpatectomia. “No primeiro, a substância é injetada localmente e bloqueia o estímulo das glândulas sudoríparas”, explica a cirurgiã plástica Carolina Schafer, de São Paulo. A simpatectomia, indicada quando outros métodos não funcionaram, remove nervos que causam a liberação do suor pelas glândulas.

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Texto Ana Paula Ferreira 

Confira as dicas para manter seu sorriso saudável

Foto Danilo Borges

Você já sabe que alguns alimentos podem influenciar na cor dos dentes. Contudo, segundo a especialista em Dentística Estética Elaine Cristina de Almeida, não é necessário ser radical e parar de ingerir esses ingredientes. 

“A melhor solução é não exagerar e sempre escovar os dentes depois de consumi-los. Se não for possível, recorra a um copo d’água”, explica ela. 

Confira abaixo outras dicas da profissional para manter um sorriso branco e saúdavel!

- Coma uma maçã por dia. Com função adstringente, a fruta é ideal para ajudar a manter o esmalte;

- Faça bochechos com água logo após saborear alimentos mais pigmentados;

- Visite seu dentista a cada seis meses. O melhor caminho é a prevenção;

- Pare de tomar vinho pelo menos 30 minutos antes da sua rotina noturna de higiene bucal;

- Tente não incluir refrigerantes na sua dieta e, caso não consiga, beba só de vez equando. Além de ser vilões da brancura, eles não são nada saudáveis; 

- Se seu dente já estiver amarelo, o dentista é a opção mais indicada. Ele fará os tratamentos adequados, como limpeza e clareamento, que irão amenizar as manchas.

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Texto Victoria Bassi | Adaptação Ana Paula Ferreira

Antes e depois de Giovanna Azevedo

Foto Arquivo Pessoal

A paulistana Giovanna Azevedo, 20 anos, foi uma criança e adolescente gordinha: apesar de muito ativa, não ligava para a alimentação nem para a insistência dos pais para consultar uma nutricionista e começar a malhar. “Achava que eu era feliz com meu corpo. O prazer de comer sempre foi maior do que o sofrimento pelo excesso de peso. Seguia uma rotina saudável por dois ou três dias e logo desistia”, comenta. 

Aos 16 anos, depois de uma viagem traumática à praia, em que não aproveitou nada por ter vergonha de vestir biquíni, ela resolveu tomar uma atitude. “Voltei decidida a emagrecer”, lembra. “Marquei nutricionista e passei a treinar musculação com um personal duas vezes por semana.” 

Por mais que estivesse animada, o processo de reeducação alimentar foi longo e abandonar hábitos antigos, difícil. “As refeições em casa não mudaram e minhas amigas continuavam comendo as besteiras de sempre. Então, só dependia de mim fazer a minha parte e conseguir chegar aonde eu queria”, diz. E ela foi em frente: “Quando pensava em desistir, procurava lembrar o que me levou a querer perder peso”, conta. 

Pouco tempo depois que começou a malhar e comer direito, Giovanna se sentia fraca e magra demais – pudera: estava com 45 kg (para 1, 65 m). Ajustou o treino e a dieta e se concentrou em ganhar peso de forma saudável, apesar do susto em ver a balança subir após tanto esforço para fazê-la baixar!

Assim, conseguiu ganhar 9 kg se sentindo bonita e disposta. Hoje, 12 kg mais magra, Giovanna não se vê vivendo de outro jeito. “Mais do que um corpo bonito, conquistei disciplina, organização, responsabilidade e conhecimento”, diz. 

Ganhos que ela coloca em prática na rotina de treino (que inclui musculação todo dia e corrida de vez em quando) e na dieta (parou de consumir doce, pães e refrigerante). “Estou tão realizada que troquei meu sonho de fazer vestibular para medicina por estudar nutrição, já que aprendi que o alimento é nosso melhor remédio.”

Dicas da Giovanna

Devagar e sempre 
Mais do que fazer dietas restritivas (que tem prazo para acabar), a estudante defende fazer boas escolhas à mesa, para que o corpo possa mudar na medida da sua felicidade e saúde.

Coma comida
Alimentos processados, fritura e açúcar perderam espaço no prato para frutas, verduras e legumes. “A natureza é sábia e fornece tudo que precisamos. Aproveite!”

Ame seu shape
“A missão de cuidar do seu corpo é sua, ninguém vai fazer isso por você. Para conseguir mudar é preciso ter foco e determinação para se tornar uma versão melhor de si mesma.”

E você, tem uma história bacana para contar? Mande um e-mail para corpocomtudo@escala.com.br e compartilhe-a com a gente!

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Texto Ana Paula Ferreira 

Alguns alimentos podem influenciar na coloração dos dentes

Foto Shutterstock

Mesmo indo a consultas regulares no dentista e cuidando direitinho da higiene bucal, muitas pessoas reclamam da coloração de seus dentes. A causa deste incômodo pode estar relacionado ao consumo dos alimentos ácidos ou com forte pigmentação - conhecidos como cromogênicos. 

Abaixo, a especialista em Dentística Estética Elaine Cristina de Almeida, nos apontou 10 alimentos que escurecem os dentes. Confira!

Açaí: evite o excesso! Essa delícia de verão atrapalha quem almeja um sorriso branquinho. Isso porque a cor forte e escura da fruta favorece o escurecimento dos dentes.

Beterraba: apesar de ser rica em vitaminas e minerais, seu pigmento roxo pode certamente manchar a dentição.

Café: o tão amado cafezinho é um dos que mais escurecem os dentes, principalmente se for consumido com muita frequência.

Chá: alguns tipos podem ser piores que o café, já que o chá tem substâncias naturais chamadas taninos, responsáveis por manchas dentárias.

Limão: embora não seja escuro, o ácido presente na fruta potencializa a maior captação de pigmentos. E mancha!

Mirtilos, framboesas e cranberries: todas essas frutas com pigmentação mais escura podem provocar um tom escurecido ao seu sorriso.

Molho shoyu: o molho de soja é escuro, ácido e tem corantes artificiais. São características certeiras na missão de corroer o esmalte dos dentes.

Refrigerantes à base de cola: além de coloridos artificialmente, são ácidos e atacam o esmalte e a dentina. Outro ponto negativo dessas bebidas é o excesso de açúcar, que favorece o surgimento de cáries.

Vinagre balsâmico: assim como o shoyu, é escuro e pode tingir os dentes.

Vinho tinto: quanto mais escuro for o vinho, maior será a sua capacidade de manchar. É uma bebida ácida e que pode contribuir para a desmineralização do esmalte, deixando os dentes mais escuros e mais sensíveis. 

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Texto Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Estas dicas vão te ajudar a escolher perfumes que combinem com você!

Foto Shutterstock

Notas florais e refrescantes de perfumes, como as cítricas, são marca registrada dos dias mais quentes. Mas quem não abre mão de aromas adocicados, geralmente mais adequados ao frio, pode ficar tranquila: “Esses caminhos olfativos continuam, porém menos evidentes e com maior diversidade de frutas e toques doces, perfeitos para garantir frescor e sensualidade na medida”, comenta Verônica Kato, perfumista da Natura. Se bater dúvida na hora de escolher o perfume ideal para você, aí vão algumas dicas:

- Para saber qual o aroma e o caminho olfativo (se frutado, cítrico, adocicado, floral ou amadeirado) que mais combina com você, não adianta sentir o perfume no frasco ou no pulso de outra pessoa: teste na própria pele.

- Borrife o perfume no braço e espere pelo menos 30 minutos antes de decidir se gosta ou não. “As notas de saída evaporam nos primeiros minutos. O cheiro que permanecerá por mais tempo é o de corpo e define as características da fragrância”, explica Verônica.

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Texto Yara Achôa | Adaptação Ana Paula Ferreira

Canelite é o nome popular da síndrome do estresse tibial medial, uma inflamação que ocorre no periósteo, a membrana que reveste o osso da tíbia (canela). Para evitar o aparecimento deste problema ou após o tratamento, invista em exercícios simples de fortalecimento do músculo tibial anterior, duas ou três vezes por semana. Confira as sugestões da fisioterapeuta Tatiana Abreu.

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Texto Amábile Reis | Adaptação Ana Paula Ferreira

Fique atenta aos sinais para detectar o pré-diabetes

Foto Shutterstock

Antes de serem diagnosticadas com diabetes, muitas pessoas apresentam o chamado pré-diabetes, quando a glicose, elevada, fica entre 100 mg/dl e 125 mg/dl em jejum (na diabetes, esse número é acima de 126 mg/dl). Apesar de perigoso, esse quadro é capaz de ser revertido. O problema é que se trata de um mal silencioso. “Com o tempo e sem diagnóstico, a pré-diabetes pode acarretar doenças renais e cardíacas, danos aos olhos, aos nervos periféricos e ao intestino, que pode ficar preso ou solto, e, claro, evoluir para diabetes do tipo 2”, explica a endocrinologista Mariana Farage, do Rio de Janeiro.

Segundo a profissional, há alguns sinais que podem ajudar a indicar o quadro de pré-diabetes. Confira abaixo!

1. Visão borrada: após a alimentação, o nível de glicose aumenta e isto pode alterar a refração da luz de dentro dos olhos. Isto pode deixar a vista embaçada por até 2 horas depois da refeição.

2. Cortes e machucados demoram a cicatrizar: a microcirculação fica comprometida, havendo diminuição de chegada de nutrientes nesta região. Logo, há dificuldades com a comunicação desta área e as veias e artérias menores.

3. Neuropatia: causa dormência, formigamento ou dor nas mãos e nos pés.

4. Nefropatia: é uma lesão renal inicial e que, com o tempo, pode gerar uma insuficiência do órgão.

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Entenda a proposta do heartfulness

Foto Shutterstock

Depois do buzz em torno do mindfulness, que defende colocar atenção total ao momento presente, outro tipo de meditação começa a ganhar visibilidade: o heartfulness. “A proposta é se concentrar a fim de sentir os batimentos do coração e, com isso, conseguir ser mais sensível e positivo no dia a dia”, explica Martin Portner, neurologista e mestre em neurociência, de São Paulo. 

A prática começou a ser estudada em meados dos anos 2000, nos Estados Unidos. Pesquisas indicam que exercitar a percepção da atividade cardíaca estimula a ínsula, região do cérebro envolvida no gerenciamento do humor. “O ideal é reservar 20 minutos por dia para sentar em um lugar tranquilo, fechar os olhos e controlar a respiração, de modo que a expiração seja sempre mais longa do que a inspiração”, ensina o especialista. 

A recompensa vem em benefícios à saúde – como a redução dos níveis de cortisol (o hormônio do estresse) – às emoções e aos relacionamentos.

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Texto Ana Paula Ferreira

É possível reverter a diástase com exercícios de fortalecimento em casa

Foto Shutterstock

Você já ouviu falar em diástase? Encarado por muitas mulheres após a gravidez, o problema acontece quando a distância entre os músculos abdominais não volta à forma original de imediato devido a vários fatores, como o sedentarismo e o fato de a estrutura corporal de algumas gestantes não aguentarem a pressão do crescimento do útero.

Segundo a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais, a diástase acomete cerca de 5% das gestantes. Para a fisiologista do exercício Gabriela Cangussú, especialista em exercícios pós-parto e criadora do programa Mamãe Sarada, a melhor maneira de prevenir ou tratar o problema é através da prática de exercícios físicos específicos antes e após a gestação.

Sintomas

O estufamento da barriga e a flacidez é o que mais assusta as mulheres que sofrem com a diástase. “É muito comum  as recém mamães sentirem vergonha ou terem a autoestima baixa devido ao problema”, afirma Gabriela. Além dos problemas estéticos, os sintomas mais frequentes costumam ser dores nas costas, nas pernas e na região pélvica, além da postura.

Prevenção

Mulheres que já tiveram diástase em gestações anteriores têm mais risco de desenvolvê-la. O ideal é manter um intervalo de dois anos entre uma gravidez e outra. “Além disso, é importante que a gestante adote hábitos saudáveis, com uma alimentação balanceada e a prática de exercícios de baixa intensidade. Depois do parto e da liberação do médico, as mães podem aumentar gradualmente a intensidade dos treinos”, explica a profissional.

Solução

De acordo com Gabriela, embora cada mulher tenha um tipo de corpo e que o tempo de recuperação varie de uma para outra, na maioria dos casos, é possível reverter  a diástase com atividades de fortalecimento em casa. “Prancha abdominal e exercícios sem carga são uma ótima opção para as  mamães. Tenho várias alunas que conseguiram melhorar muito o problema dedicando poucos minutos do dia para a atividade física”, conclui.

 

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Texto Yara Achôa | Adaptação Ana Paula Ferreira

Deixar de cuidar do problema pode te afastar da corrida

Foto Shutterstock

Tudo começa com uma dor chata no osso da parte da frente da perna durante o exercício. Se não tratada, ela pode evoluir para um problema sério e afastar você da corrida. Confira 4 alternativas de tratamento para a canelite

Compressa de gelo

Com ação antiinflamatória, Pode ser feita no local por 20 minutos, três ou quatro vezes ao dia, durante o período de tratamento.

Fisioterapia

Laser e ultrassom são os recursos terapêuticos usados para reduzir a inflamação e a dor.

Antiinflamatório

Como qualquer remédio por via oral, tem que ser prescrito por um médico, caso a dor seja aguda.

Acupuntura

As agulhinhas agem diminuindo a dor local.

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Se a cólica costuma tirar sua paz, aposte neste exercício!
Foto Shutterstock 

Você provavelmente já ouviu falar da ginástica íntima para combater a flacidez da musculatura genital, estimular a lubrificação, facilitar o orgasmo e prevenir incontinência urinária. Mas a lista de benefícios é maior. “Ao exercitar a região vaginal, você fortalece o assoalho pélvico e aumenta o fluxo sanguíneo na área, o que colabora para diminuir a formação de coágulos responsáveis por cólicas”, diz a fisioterapeuta especializada em uroginecologia Cátia Damasceno, de São Paulo. 

Ela ressalta que a ginástica íntima pode ser feita em qualquer lugar e a qualquer momento – até no carro, na cadeira do trabalho, no cinema, vendo televisão... Basta contrair e soltar a musculatura vaginal, como se estivesse segurando o xixi, sabe?

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Entenda como o período menstrual pode influenciar seu

rendimento no treino

Foto Shutterstock

A menstruação pode afetar minha performance esportiva?

“Sim. Além de provocar anemia, caso o fluxo seja muito intenso, devido aos altos e baixos na produção hormonal e às alterações que acontecem no organismo ao longo desse período, há o risco de sintomas como dor de cabeça, cólica, retenção de líquidos, náusea e oscilações de humor, que prejudicam o rendimento”, responde o endocrinologista Pedro Assed, do Rio de Janeiro.

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Texto Juliana Vaz | Adaptação Ana Paula Ferreira

Qual mochila de academia mais combina com você?

Foto Larissa Felsen

Estas mochilas são ótimas companhias para ir à academia: além de estilosas, comportam desde o look fitness até os snacks pré e pós treino. Confira!

1. Olympikus, R$ 130

2. Barbell, R$ 410 – Os compartimentos laterais têm divisórias para marmitas

3. Adidas by Stella McCartney, R$ 550 – Pode ser usada como mala de mão e como mochila

4. The North Face, R$ 599 – De material resistente a água e com porta-toalha externo

5. Roxy, R$ 319

6. Trinys, R$ 138

7. Puma à venda na Le Postiche, R$ 260

8. Nike, R$ 300

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Texto Ana Araujo | Adaptação Ana Paula Ferreira

Veja como o sono influencia seu desempenho na academia

Foto Danilo Borges

Um estudo publicado no periódico científico Sleep apontou que jogadores de tênis tiveram uma melhora de 42% na precisão de lances durante os treinos depois de fazerem as pazes com o travesseiro. Outro trabalho, na mesma publicação, afirmou que o tempo de resposta de nadadores para saltar do bloco de saída subiu em 17%. Já os participantes de uma pesquisa conduzida pela marca britânica de camas Bensons for Beds suportaram um terço a mais de dor, com boost na velocidade de 15% e tempo de reação 12% mais rápido ao aumentarem as horas de sono de sete para nove.

Além da questão hormonal, o sono turbina a performance graças à sua ação sobre a mente, pois é nesse momento que o sistema nervoso se recupera. “Dormir mal pode interferir diretamente na velocidade de raciocínio durante a prática esportiva, levando a equívocos que o indivíduo descansado não cometeria”, diz Corradi. “E isso não apenas prejudica o desempenho, como também pode levar a erros de execução e à diminuição do tempo de reação, aumentando o risco de lesões e de overtraining”, completa Luciane.

Outros efeitos indesejados da falta de sono são a diminuição da tolerância à dor (o que pode fazê-la largar o treino antes da hora) e maior degradação muscular – ambos causados pelo aumento do cortisol, já citado anteriormente. Em longo prazo, brigar com a cama também prejudica a maneira como o organismo controla a distribuição de glicose. “Ela funciona como um combustível e, quando é liberada de maneira inadequada, ficamos sem energia”, explica.

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Texto Ana Paula Ferreira

Saiba quais fatores podem aumentar o risco de AVC

Foto Shutterstock

Segundo dados da Organização Mundial de AVC, a World Stroke Organization, seis em cada dez mortes por Acidente Vascular Cerebral acontecem com mulheres, devido ao número aumentado de fatores de risco. Ainda de acordo com a entidade, uma a cada cinco mulheres pode sofrer um derrame cerebral. 

O AVC é um entupimento ou rompimento de vasos que levam sangue ao cérebro, o que ocasiona uma paralisia na área em que acabou ficando sem a circulação sanguínea adequada. Existem dois tipos diferentes: o isquêmico, quando ocorre o entupimento dos vasos que levam o sangue até o cérebro; e o hemorrágico, que rompe os vasos sanguíneos provocando sangramentos no cérebro. 

“Até os 50 anos as chances de AVC são maiores nos homens, porém, após essa idade, elas igualam ou até aumentam nas mulheres devido às grandes mudanças que o organismo feminino apresenta”, explica Elia Ascer, cardiologista do aplicativo Docway.Segundo o médico, o uso de pílulas anticoncepcionais (especialmente no caso de mulheres com hipertensão), a reposição hormonal após a menopausa, problemas de colesterol e diabetes, o aumento do consumo de bebidas alcoólicas e cigarro, o alto estresse e a mudança do estilo de vida da mulher acabaram aumentando os riscos da patologia.

Há uma série de fatores que contribuem para o Acidente Vascular Cerebral. Alguns deles não podem ser mudados, como a idade, por exemplo. Porém, outros fatores que podem levar ao problema, como a hipertensão, a diabetes e a obesidade, podem ser diagnosticados e tratados. “Hábitos saudáveis e prática de atividades físicas ajudam a prevenir doenças e a diminuir as chances da paciente sofrer um AVC”. 

Por isso, estar atenta aos sintomas e ao estilo de vida é fundamental para prevenir o acidente. “Com cuidados básicos e maior atenção conseguimos atenuar os danos causados pelo AVC. Ao menor sinal, a vítima deve ser levada imediatamente ao hospital, já que os danos são consideravelmente menores se o atendimento for rápido”, ressalta Ascer. “O tratamento e a reabilitação dependem das particularidades do caso, já que o AVC acontece em determinadas intensidades, desde a menor que pode não causar sequelas, as mais graves, que podem impossibilitar a pessoa de sair da cama e até levar a morte”, conclui.

 

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Texto Thais Szegö | Adaptação Ana Paula Ferreira

Entenda a influência que o intestino tem no organismo

Foto Shutterstock

A gente costuma se lembrar do intestino apenas quando temos prisão de ventre, diarreia, dor de barriga ou inchaço abdominal. No resto do tempo, nem pensamos nesse imenso emaranhado de tubos dentro do abdômen. Uma pena, pois ele esconde características que vão além do seu tamanho impressionante (se esticássemos o delgado e o grosso, eles ocupariam uma área de 250 metros quadrados) e que podem alterar o funcionamento do organismo, a qualidade de vida, o peso, a pele e até o humor. 

O aspecto mais surpreendente dessa história com certeza é o fato de que o intestino tem neurônios. Sim, estamos falando daquele tipo de célula presente no cérebro. A quantidade nesse caso é bem menor (são 500 milhões na barriga contra bilhões na cabeça), mas já é suficiente para que o órgão tenha um sistema nervoso próprio, que trabalha sem a necessidade de um comando cerebral. 

Tudo isso só é possível porque, assim como acontece na massa cinzenta, essas células liberam diversas substâncias, entre elas a serotonina, neurotransmissor ligado ao bem-estar. “Elas são responsáveis pela movimentação intestinal e pela secreção de líquidos, fatores importantes para a realização da digestão de maneira adequada”, explica Jaime Gil, gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. “Por causa da ação desses neurotransmissores e dos receptores localizados na região, o órgão ganhou o apelido de segundo cérebro”, acrescenta Eduardo Grecco, gastrocirurgião da Clínica Nomina, na capital paulista. 

Mas essas substâncias não agem na digestão apenas de maneira localizada. Elas também trabalham como mensageiros químicos, levando recados do que acontece no ventre para a cabeça através do nervo vago (que liga essas regiões), do sangue e das células de defesa. Essa comunicação é direta, eficiente e tem mão dupla. É por isso que, quando estamos nervosas ou ansiosas, sentimos aquele frio no estômago ou percebemos alterações no funcionamento do intestino. “É por essa razão também que, por meio do nosso controle emocional, podemos reduzir problemas intestinais, como a diarreia”, destaca Paulo Camiz, clínico geral do Hospital das Clínicas de São Paulo. 

Outro exemplo disso é a síndrome do intestino irritável, que faz com que a pessoa tenha cólicas, desconforto abdominal, diarreia ou constipação quando está enfrentando alterações emocionais, como preocupação, estresse ou cansaço extremo. A causa dessa síndrome ainda não foi totalmente elucidada, mas já se sabe que os portadores têm mais sensibilidade intestinal.

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Texto Fabiana Gonçalves | Edição Paula Lima | Adaptação Ana Paula Ferreira

A camisinha feminina é indicada para mulheres que não têm parceiros fixos

Foto Shutterstock

Se você não tem parceiro fixo, a camisinha feminina pode ser uma ótima opção contraceptiva. O método é uma espécie de tubo feito de poliuretano (um plástico fino, macio e resistente, que não é látex), com um anel flexível de plástico em cada extremidades (uma aberta e outra fechada) para facilitar a introdução na vagina na hora da penetração ou até oito horas antes. 

É mais ou menos como uma camisinha ao contrário: que comporta o pênis e reveste a vagina, impedindo a entrada de espermatozoides. Já vem lubrificado, deve ser retirado logo após a transa e usado só uma vez.

Vale ressaltar que ela não possui contraindicações nem efeitos colaterais, portanto pode ser usada por qualquer mulher com vida sexual ativa!

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Texto Ana Araujo | Adaptação Ana Paula Ferreira

Noites bem dormidas podem te ajudar a conquistar mais músculos

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Você rala na academia, adota treinos cada vez mais complexos, pede ajuda para o professor e para as amigas, mas, no fim do mês, sempre se pergunta “Onde foi que errei?”. Talvez esteja negligenciando um detalhe fundamental: o sono. “Ele é tão importante quanto a alimentaçãoDormir mal é como comer menos do que o necessário, o que resulta em falta de energia e, claro, muito menos vontade de treinar”, explica o médico Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Laboratório do Sono do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas), em São Paulo. E não estamos falando apenas de dormir pouco ou nada – o que os especialistas chamam de privação –, mas também da restrição, que ocorre quando o sono não tem qualidade suficiente para reparar o corpo.“Se você dorme menos de sete horas por dia ou deixa a televisão ligada durante a noite, por exemplo, está impedindo o corpo de descansar de verdade”, afirma a médica especialista em sono Luciane Mello, do Rio de Janeiro.

Em um dia, pode ser que você não sinta os efeitos negativos, mas eles vão se acumulando até causar uma queda drástica no desempenho. Não é à toa que os jogadores do time espanhol Real Madrid contam com instalações especiais para repousar entre treinos e partidas e uma equipe que os monitora durante esse período. Ou que o tenista Roger Federer já tenha declarado que precisa de 11 a 12 horas de soneca para se sentir bem, enquanto a musa do tênis Serena Williams vai para a cama por volta das 19 horas. E vamos combinar que de boa performance eles entendem, não é mesmo?

Como o organismo funciona durante o sono

Assim que você adormece, o corpo começa a trabalhar intensamente a fim de produzir substâncias fundamentais para deixá-lo novinho em folha para o dia seguinte. Uma delas é o GH, o hormônio do crescimento, fundamental para o processo de síntese de proteínas e, consequentemente, para a construção e reparação dos músculos. Também é nesse período que a melatonina entra em cena. Basicamente, ela avisa o organismo que chegou a hora de ir para a cama e o prepara para esse momento.

Como bônus, melhora a eficiência do metabolismo e ajuda a diminuir o apetite, controlando a compulsão por comer à noite. “Um estudo recente do Instituto de Ciências da Atividade Física do Esporte da Universidade Cruzeiro do Sul, de São Paulo, descobriu que a inflamação muscular decorrente do exercício físico intenso diminui com níveis adequados de melatonina”, ressalta Ricardo Zanuto, especialista em fisiologia do exercício, de São Paulo.

Nos Estados Unidos, é comum a ingestão de suplementos com esse hormônio, porém, boa parte da comunidade médica é contra seu uso. “Não existem evidências científicas de que funcionem. Além disso, seu consumo não faz muito sentido, uma vez que a melatonina é produzida naturalmente pelo organismo”, alerta Lorenzi. A redução do cortisol, conhecido como hormônio do estresse, também está sob a responsabilidade do sono.

“Em excesso, ele quebra o tecido muscular, causando perda de massa e prejudicando todo o esforço para construí-la. Daí a importância de ter um sono reparador, que equilibra a liberação”, aponta o médico do esporte e do exercício Guilherme Corradi, de São Paulo. Outro hormônio que entra em jogo na madrugada é a leptina, responsável pela sensação de saciedade e que ajuda a controlar a gula ao longo do dia seguinte. Em suma: quanto pior for sua relação com a cama, menos músculos e mais pneuzinhos.

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Texto Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

O tratamento apropriado do AVC nas primeiras quatro horas

e meia é crucial para a diminuir a chance de sequelas

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O Acidente Vascular Cerebral (AVC) causa cerca de 65 milhões de mortes anualmente no mundo e representa a primeira causa de incapacidade no Brasil. 

O tratamento apropriado de um AVC nas primeiras quatro horas e meia é crucial para garantir a sobrevivência e diminuir a chance de sequelas. Por essa razão, a empresa farmacêutica Boehringer Ingelheim criou o Programa Angels, que tem como missão oferecer ferramentas como vídeos de treinamento aos profissionais da saúde, diretrizes de atenção ao paciente sobre a importância do reconhecimento dos sinais do AVC, modelos de protocolos e diretrizes internacionais e nacionais para implementação dentro das instituições de saúde, que auxiliam na organização e melhoria da rede de atendimento ao paciente com AVC no país.

Apesar de 29 de outubro marcar o Dia Mundial do AVC, as ações da campanha acontecerão em todo o Brasil durante outubro e novembro. Dentre as iniciativas estão simpósios médicos, palestras de capacitação para profissionais da saúde e conscientização da população sobre a identificação de sinais do AVC com o apoio do Programa Angels. 

Além disso, os mutirões voltados para a população contarão com mensuração da pressão arterial, glicemia e colesterol e informar sobre os sintomas de um AVC e a necessidade de atendimento rápido. 

Confira abaixo a programação completa em todo o Brasil!

Ceará- Ação de conscientização
Local: Hospital São Mateus
Endereço: Praça do Ferreira – Rua Major Facundo, Centro, Fortaleza
Data: 04/11/2016

Ceará - Treinamentos em Hospitais
Local: Hospital São Mateus
Data: 29/10/2016

Local: Hospital Monte Klinikum
Data: 01/11/2016

Local: Hospital São Carlos
Data: 01/11/2016

Local: Hospital Geral de Fortaleza
Data: 02/11/2016

Local: Hospital Otoclínica 
Data: 03/11/2016

Local: Hospital Otoclínica 
Data: 03/11/2016

Rio de Janeiro – Ação de conscientização
Local: Auditório do Hospital Municipal Souza Aguiar
Data: 29/10/2016
Horário: 8h30 às 11h40

Local: Auditório do Hospital Nossa Senhora da Conceição
Data: 24 a 29/10/2016
Horário: 9h

Campinas – Ação de conscientização
Local: Lagoa do Taquaral
Endereço: Avenida Machado de Assis, s/n
Data: 29/10/2016

Piracicaba – Treinamentos
Local: Associação Paulista de Medicina 
Endereço: Av. Centenário, 546 - São Dimas
Data: 29/10/2016
Horário: 8h às 22h
As inscrições podem ser realizadas na Santa Casa de Saúde de Piracicaba

Ribeirão Preto – Treinamentos 
Local: Associação Paulista de Medicina 
Endereço: Av. Centenário, 546 - São Dimas
Data: 29/10/2016
Horário: 8h às 22h
As inscrições podem ser realizadas na Santa Casa de Saúde de Piracicaba

Paraná – Ação de Conscientização
Local: Mercado Municipal de Curitiba
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1865 - Centro, Curitiba
Data: 29/10
Horário: 8h às 18h

Santa Catarina – Treinamento 
Local: Auditório do Centro Hospitalar Unimed
Endereço: R. Orestes Guimarães, 905 - Centro, Joinville - SC, 89204-060
Data: 29/10
Horário: 8h30 às 16h30

Rondônia – Mutirão
Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital João Paulo II
Endereço: Av. Campos Sales - Nova Floresta, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: UPA Zona Leste
Endereço: Av. Mamoré, 3585 – Lagoinha, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: UPA Zona Sul
Endereço: R. Urtiga, 1 - Nova Floresta, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h


Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital de Base Ary Pinheiro
Endereço: Av. Governador Jorge Teixeira, 3766, Industrial, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Cemetron
Endereço: Av. Guaporé, 415, Lagoa
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 24/10/2016 a 29/10/2016
Local: Centro de Especialidades Médicas de Porto Velho
Endereço: Av. Rio Madeira - Nova Porto Velho, Porto Velho
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Pará – Mutirão
Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital de Aeronáutica de Belém
Endereço: Av. Alm. Barroso, 3492 - Souza, Belém
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Ophir Loyola
Endereço: Av. Magalhães Barata, 992 - São Brás, Belém
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Galileu
Endereço: Rod. Mário Covas, 2358 - Coqueiro, Ananindeua
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Regional do Leste de Paragominas
Endereço: Rua Adelaide Bernandes, s/n, Paragominas
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Santo Antônio Zacarias de Bragança
Endereço: Av. Nazeazeno Ferreira, s/n, Padre Luiz, Bragança
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Metropolitano de Belém
Endereço: Rod Br-316, Km 3, s/n, Guanabara, Ananindeua
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Data: 25/10/2016 a 29/10/2016
Local: Hospital Pronto Socorro Mario Pinotti de Belém
Endereço: Travessa 14 de Março, 500 - Umarizal
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h

Pará – Treinamentos
Local: Hotel Princesa Louçã 
Endereço: Av. Presidente Vargas, 882, Campina, Belém
Data: 29/10/2016
Horário: 8h15 às 17h50
As inscrições podem ser realizadas pelo telefone (91) 3265-6510.

 

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Texto Vand Vieira | Adaptação Ana Paula Ferreira

Aprenda a fazer o autoexame de tireoide

Foto Shutterstock

O desempenho da tireoide pode afetar todo o seu corpo dos pés à cabeça, já que, direta ou indiretamente, todos os processos do organismo dependem dela. “Os hormônios produzidos pela tireoide (T3 e T4) controlam a entrada de energia nas células. Logo, regulam o ritmo em que os órgãos trabalham”, explica Erivelto Volpi, cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. 

Alarme falso

Talvez você já tenha lido ou ouvido falar que a reclassificação recente de um tumor na tireoide significaria o fim da necessidade de remoção da glândula, mas não é bem assim. “Trata-se de um tumor específico, que representa cerca de 8% dos malignos de tireoide”, esclarece Erivelto Volpi. “A cirurgia continua sendo necessária, mesmo que removendo parcialmente a glândula.” Vale lembrar que nem sempre um tumor altera a atividade da tireoide, podendo ser um inimigo silencioso. Para detectá-lo, o mais eficiente é agendar um exame de ultrassom, mas um autoexame simples também pode ajudá-la a descobrir nódulos. Veja como fazer:

- Utilize um espelho de mão para observar a parte inferior frontal do seu pescoço.

- Com a cabeça inclinada para trás, beba um gole de água. Se notar alguma saliência ou elevação na região, procure um médico.

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