Seja por incômodos ou questões estéticas, o número de mulheres que optam pela mamoplastia vem crescendo a cada dia. Veja como a redução de mamas funciona

Texto Bárbara Rossi | Adaptação Ana Araujo

Anitta fez mamoplastia redutora

Anitta está no time de famosas que aderiram à mamoplastia redutora

Foto: Divulgação e Reprodução/Instagram

O crescimento pela busca da mamoplastia redutora (sejam os seios naturais ou conquistados com implante de silicone) está sendo apontado como uma tendência no universo da cirurgia plástica estética. No Brasil, mais de 140 mil procedimentos do tipo foram feitos em 2013.

Na maior parte dos casos, o médico faz incisões na borda inferior das aréolas, descendo verticalmente até o sulco inframamário e, depois, horizontalmente na parte inferior da mama, formando um T invertido. “Então, a glândula é exposta e fazemos a retirada do excesso de gordura e do tecido mamário e também de qualquer sobra de pele”, explica Eduardo Kanashiro, cirurgião plástico (SP). O reposicionamento das aréolas é feito logo em seguida. Não é uma regra, mas bastante comum colocar uma prótese pequena na mesma cirurgia. “Os implantes são colocados se a estrutura da glândula não permitir uma modelagem adequada da mama. Nesses casos, eles garantem a sustentação dos seios”, esclarece o médico.

O pós-operatório

A recomendação nos primeiros sete dias após a redução de mama é fazer repouso. O retorno ao trabalho deve ficar para a semana seguinte. É preciso usar sutiã cirúrgico, não levantar os braços nem fazer qualquer esforço físico até 30 dias depois da cirurgia. E só após dois meses é que atividades físicas estão liberadas, principalmente as voltadas para os membros superiores.

As cicatrizes

“O tamanho delas depende da quantidade de pele retirada. Na grande maioria das vezes, elas formam um T invertido, que começa na aréola e vai até o sulco abaixo da mama”, fala Eduardo Kanashiro. Em alguns casos, quando a redução é pequena, pode-se fazer o corte apenas ao redor da aréola. As marcas costumam ficar mais avermelhadas e evidentes nos dois meses seguintes à cirurgia, mas vão clareando com o passar do tempo. Após um ano, elas já devem estar mais discretas.

Revista Corpo a Corpo | Ed. 321