Como aproveitar o Carnaval ao máximo, brincar, beijar, sem chegar perto das DSTs (doenças sexualmente transmissíveis)

Arrume um jeito de ter sempre uma camisinha por perto para não correr o risco de contaminar-se

 

Dados de DST no Brasil

Há dois jeitos de você prevenir-se contra as DSTs: não "chegar junto", ou seja, não transar, ou proteger-se com o uso da camisinha. Para poder aproveitar tudo o que a folia tem de bom, a segunda alternativa é a menos limitante e a mais eficiente. "Muitas outras medidas têm sido estudadas, especialmente para a prevenção de contaminação pelo HIV. Há estudos mostrando que gel vaginal e comprimidos, que contêm medicações usadas para tratar HIV, podem também prevenir a infecção. Mas o uso dessas medidas ainda está em estudo", conta Fábio Leal.

"Por enquanto, a camisinha é a melhor medida e deve ser usada  em todas as relações sexuais", completa o médico. A proteção que ela confere contra as doenças sexualmente transmissíveis varia de caso para caso. Com a aids, por exemplo, chega bem pertinho dos 100%. "Em relação à sífilis, é mais de 90%, enquanto para o HPV, essa proteção chega a 80%. No caso desta doença, o número é menor porque o vírus pode ser transmitido antes mesmo da penetração, por meio do contato com as lesões na região genital, como as verrugas", explica Alberto Chebabo, infectologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ)