As formas do seu corpo falam muito sobre sua personalidade. Mulheres com seios grandes são acolhedoras e protetoras; bumbum saliente significa autoritarismo... Desvende mais de sua personalidade com a linguagem corporal

Os problemas estéticos também revelam nossa personalidade

 

Sabe aquela celulite que insiste em estar na sua perna? Ou a espinha na testa que teima em nascer bem no dia daquela festa? Assim como o tamanho ou o formato das partes do corpo, os "defeitinhos" que comprometem a beleza também revelam traços da nossa personalidade. Confira! 


Celulite:
o estudo da linguagem corporal acredita que essas toxinas são provenientes da retenção de sentimentos de mágoas, nervosismo e raiva. Seria uma forma de a mulher se punir por não ter coragem de assumir o que quer. Portanto, o primeiro passo para se livrar da celulite é varrer os ressentimentos para fora e tentar compreender que cada um tem seu jeito de ser. 


Estrias:
nesse caso, a pele representa como nos comunicamos com o mundo. Ter muitas estrias significa uma grande dificuldade para se expressar.


Acne:
quem apresenta espinhas tem uma visão pessimista da vida. São muito críticas consigo mesmas e com os outros. Não é à toa que o problema surge na adolescência, fase em que os jovens se sentem incompreendidos pelo mundo e cheios de conflitos.


Papo:
aceitar críticas não é o forte de quem tem esse probleminha, tanto que essas pessoas reagem agressivamente quando alguém as avalia de forma negativa. Fazem tudo certo para não correr o risco de ser repreendidas.


Flacidez:
indica falta de força de vontade e iniciativa para tocar a vida em frente. Em geral, quem sofre com esse mal não enfrenta desafios e vê dificuldade em realizar a mais simples tarefa.


Vasinhos e Varizes
: a má circulação sanguínea, origem do problema, revela que o fluxo das vontades e dos pensamentos está paralisado. A pessoa se sente presa a determinada situação e frustrada com sua vida, mas não tem coragem de mudar por acreditar que deve aceitar as coisas como elas são.

Unhas roídas: o hábito denuncia ressentimento e mágoa de pais ausentes ou repressores.