Problema muito recorrente durante o verão, a micose pode ser evitada com algumas dicas de cuidados básicos. Saiba mais sobre o problema e mantenha-se longe da contaminação!

Por Redação Dieta Já | Foto Shutterstock | Adaptação Ana Paula Ferreira



A micose é um problema muito recorrente durante o verão, uma vez que o calor e a maior umidade dessa época do ano favorecem a proliferação de fungos. Sendo assim, o jeito é ficar atenta a cuidados básicos para não deixar a doença aparecer.

Aumento do suor, ambientes úmidos e quentes, e permanência com roupas de banho molhadas por longo tempo são só alguns exemplos de situações que facilitam a contaminação.

Sinais e tratamento

O tipo mais frequente de micose durante o verão é a pitiriase versicolor, que acomete principalmente a pele do tronco. “Esse tipo de contaminação pode ser notada por manchas brancas, róseas ou pardas”, explica Alba Clausen, dermatologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. “Normalmente, a pessoa só percebe que está com essa micose quando se expõe ao sol e as áreas acometidas não bronzeiam devido aos fungos”, completa. Mas nem sempre é simples diagnosticar os primeiros sinais da micose, por isso, é indicado evitar ao máximo a contaminação.

A solução para o problema, em geral, não é complexa e utiliza medicação antifúngica tópica ou sistêmica. Vale ressaltar, contudo, que o tratamento requer disciplina e não deve ser descontinuado antes do prazo recomendado pelo médico.

Dicas para evitar a micose

De acordo com Alba, estas 7 dicas podem livrar de forma simples qualquer pessoa da micose:

1. Secar bem as dobras do corpo ao sair do banho, lembrando-se da virilha, das axilas, e dos espaços entre os dedos das mãos e dos pés. “Isso é muito importante, pois os fungos gostam de lugares, quentes, úmidos e fechados. Um secador de cabelos na temperatura fria pode ajudar”, afirma a profissional.

2. Evite roupas úmidas em contato com a pele por muito tempo, principalmente para quem está de férias na praia ou na piscina.

3. Lembre-se de usar chinelos em saunas, academias, vestiários e chuveiros públicos.

4. “Objetos pessoais como toalhas, sapatos, meias e chinelos não devem ser compartilhados. Essa é outra forma de contaminação. Por isso, não empreste e nem pegue emprestado de ninguém”, alerta Alba.

5. Evite o uso de sapatos fechados por muito tempo e o uso do mesmo sapato por dias seguidos.  A dica da dermatologista é expor os sapatos ao sol após o uso, fazendo a troca diária para não haver risco.

6. Prefira roupas íntimas de algodão, que permitem maior ventilação da pele e absorvem mais umidade.

7. Leve seu material à manicure quando não houver garantia de que as ferramentas do estabelecimento são devidamente esterilizadas.