O ácido mandélico causa pouca irritação na pele e é usado em peelings para tratar manchas e atenuar rugas e oleosidade. Saiba mais sobre e como usá-lo

Texto Karina Hollo | Adaptação Ana Araujo

Ácido mandélico é usado em peelings contra manchas

Ácido mandélico é usado contra manchas de pele e rugas

Foto: Christian Parente

O ácido mandélico é retirado das amêndoas amargas e é mais suave que o ácido glicólico. Tem ação clareadora (inclusive para melasma), e indicação anti-idade (o tratamento deve ser mantido por meses ou até anos para as rugas e marcas de expressão desaparecerem gradualmente). Como peeling, trata fotoenvelhecimento, hiperpigmentação e acne. “Gosto que seja usado à noite porque, apesar de não ser tão fotossensibilizante como o retinoico, pode causar uma dermatite de contato em exposição ao sol e deixar a pele muito sensível ou avermelhada – formando manchas na pele”, alerta a dermatologista Claudia Marçal, de Campinas. Pode ser usado isolado ou associado a outros clareadores, como o ácido kójico.

“O ácido mandélico é um alfahidroxiácido com moléculas grandes, por isso um dos mais seguros. Versátil, previne o envelhecimento, auxilia o controle da oleosidade e das manchas e pode ser usado no corpo”, completa o dermatologista Jardis Volpe, de São Paulo.

Experimente: Melan Off Clareador, Adcos, R$ 180. Com ácido kójico e mandélico, que auxilia a redução das manchas e no processo de rejuvenescimento da pele envelhecida pelo sol.

Revista Corpo a Corpo | Ed. 328

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