Relembre as mulheres que foram ícones de beleza, consideradas as mais bonitas do mundo nas últimas décadas
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O que uma mulher precisa ter para ser considerada ícone de beleza? Seios fartos, pernas longas, bumbum avantajado, costelas aparentes... A Corpo a Corpo listou as mulheres que foram os maiores ícones de beleza e ditaram os padrões das últimas décadas para você se inspirar. Confira!
Fotos: Reprodução
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Divas dos anos 50 - Brigitte Bardot
Os seios fartos e a cintura fina tornaram a francesa Brigitte Bardot um dos maiores símbolos sexuais do anos 50. A frente de seu tempo, a diva escandalizou a sociedade da época pela rapidez com que substituia seus parceiros. Brigitte amava o Brasil, mais precisamente, Búzios, no Rio de Janeiro. Graças às inúmeras visitas, a cidade ganhou um busto em sua homenagem e uma orla apelidada com seu nome. Dica: no make de Brigitte, não faltava delineador
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Marilyn Monroe (1926 -1962)
Competindo com Brigitte Bardot nos anos 50, Marilyn Monroe surgiu para provar que Os Homens Preferem as Loiras (filme estrelado pela diva em 1953, que deu início ao jargão usado até hoje). Seios fartos, cintura marcada e lábios carnudos maquiados com batom vermelho viraram a marca registrada da diva. O que poucos sabem é que, na verdade, Marilyn nasceu morena
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Diva dos anos 50 - Elizabeth Taylor (1932 - 2011)
Elizabeth Taylor não foi apenas ícone de beleza, mas também de força e atitute. Desafiando os valores da época, Liz se casou 8 vezes; duas delas com o galã Richard Burton, que conheceu nas filmagens de Cleópatra (1963). Durante a vida, teve sérios problemas com alcoolismo e drogas e ajudou a arrecadar fundos para campanhas na luta contra a AIDS. No rosto escultural de boneca, foram os olhos azuis-violeta, uma cor bem rara, que chamaram a atenção. No currículo, Liz acumulou duas estatuetas do Oscar pelos filmes Disque Butterfield 8 (1960) e Quem Tem Medo de Virginia Woolf (1966)
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Divas dos anos 60
Ná década de 60, a magreza entrou em cena. Com 1,67 m e 42 kg, a modelo Lesley Hornby (primeira e segunda foto, em cima) revolucionou os padrões de beleza da época. De tão magrinha, ela foi apelidada de Twiggy (twig siginifica graveto, em inglês). Em paralelo, a atriz Audrey Hepburn (1929 - 1993, foto da direita) transformou o estilo clássico e delicado em tendência. Estrelou cerca de 30 filmes, entre eles, Bonequinha de Luxo (1961) e foi uma das atrizes mais premiadas da história, com Oscar, Tony, Grammy e Emmy. A busca por mulheres voluptuosas continuava, fato que deu status a Sophia Loren. Nada magérrima e com cabelos volumosos, a diva italiana tinha 98 cm de busto, 64 cm de cintura e 98 cm de quadril, bem diferentes das medidas de Audrey: 81 cm de busto, 50,8 cm de cintura e 90 cm de quadril
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Divas dos anos 70 - Jane Fonda e Farrah Fawcett
Farrah Fawcett (1947 - 2009, esquerda e centro) não só lançou a tendência dos cabelos volumosos e repicados, como foi um dos maiores símbolos sexuais dos anos 70. Ela ficou famosa em 1976 com o papel da Jill Munroe, na série de TV Charlie's Angel (no Brasil, As Panteras). O poster de maiô vermelho (esquerda) vendeu 8 milhões de cópias e virou inspiração para outros ensaios fotográficos feitos até hoje. Sua Palyboy foi a segunda mais vendida da história. Jane Fonda (direita), é uma das únicas atrizes consideradas ícones de beleza das últimas décadas que atua até hoje. Foi premiada com dois Oscars: um pelo filme Klute (1971), e outro por Amargo Regresso (1978)
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Divas dos anos 80
Madonna não é apenas um ícone de beleza. A Material Girl lançou tendência na música, moda e atitudes. Os videosclipes da cantora, com cenas picantes, quebraram os tabus da época. O sutiã cônico (primeira foto) virou marca registrada da cantora. Aqui no Brasil, os olhos estavam voltados para outra loira: Vera Fischer (centro, abaixo). Os escândalos da vida pessoal da atriz não ofuscaram sua beleza, que dura até os dias de hoje. Vera fez seu último ensaio sensual para a Playboy aos 48 anos. Na mesma época, Sônia Braga chamou a atenção com a personagem Gabriela, da novela homônima. A cena em que ela sobe no telhado para pegar uma pipa invadiu o imaginário dos homens
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Divas dos anos 90
Começava a década das top models. A lei aqui era ser alta, magra e definida, como Cindy Crawford (charmosissíma com uma pinta acima dos lábios) e Naomi Campbell. Aliás, a modelo negra abriu caminho para outras afrodescencetes se destacarem também. "Quanto mais, magra melhor" era o lema das mulheres que se inspiravam em Kate Moss. A busca pela magreza excessiva deu abertura à era da bulimia e anorexia. Lady Di já era considerada um ícone de beleza desde que se casou com o Princípe Charles, em 1981. Mas foram suas atitudes e a coragem de se separar de um monarca que deram notoriedade a ela. Pamela Anderson foi uma das precursoras do time das "turbinadas". A loira ficou famosa pelos seios fartos que exibia no seriado Baywatch, usando um maiô vermelho (semelhante ao de Farrah Fawcet, lembra?). Julia Roberts virou inspiração das mulheres quando interpretou uma prostituta no filme Uma Linda Mulher (1990) por três motivos: fazer par com Richard Gere, dar a volta por cima e passar um banho de loja caprichado
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Divas dos anos 2000
As mulheres que se tornaram ícones de beleza nos anos 2000 foram aquelas que lançaram alguma tendência. Nesta década, a magreza e as curvas acentuadas caminharam de mãos dadas. Beyoncé e Jennifer Lopez fizeram o bumbum avantajado voltar à tona, sem ser sinônimo de vulgaridade. Angelina Jolie tem um rosto estonteante e os lábios carnudos mais desejados (por homens e mulheres). Gisele Bundchen provou que um rosto cheio de sardas e um nariz pontudo não são empecilhos e se tornou a modelo mais bem paga do mundo.
Fotos: ReproduçãoE aí, quem mais você elege como ícone de beleza?






















