Bailarina desde os 3 anos de idade, a apresentadora Sarah Oliveira uniu a dança ao pilates para manter a forma e equilíbrio mesmo com a rotina corrida e a gravidez. Confira!

Texto Amanda Nicácio | Edição Helô Oliveira | Adaptação Ana Araujo

Sarah Oliveira é adepta do balé e pilates

Bailarina de formação, Sarah Oliveira aproveita a experiência em prol de seu corpo

Foto: Fausto Roim

Quem observa a atitude e o estilo rock ‘n’roll de Sarah Oliveira, apresentadora do programa Calada Noite, do GNT, nem imagina que ela já foi bailarina do conceituado Estúdio de Ballet Cisne Negro. “Comecei a fazer balé muito novinha, aos 3 anos. Infelizmente, aos 23, precisei focar nos estudos de Rádio e TV e não consegui levar a dança adiante”, conta.

Foi durante as aulas de balé que Sarah Oliveira teve o primeiro contato com o pilates. “A modalidade não era muito conhecida na época, mas alguns bailarinos praticavam e acabei me interessando”, lembra. Há quase quatro anos, ela faz um treino elaborado pela professora e fisioterapeuta Rosana Seixas (SP), que mescla conceitos de suas duas paixões. “Na aula, que dura 50 minutos, misturamos exercícios de balé e pilates para dar flexibilidade, equilíbrio, fortalecimento, coordenação e consciência corporal”, explica Rosana.

Mesmo com a rotina atribulada, que inclui as gravações do programa, projetos secundários e os cuidados com a filha, Chloé, Sarah não deixa os exercícios de lado. “Se não consigo fazer aulas com a Rosana, malho na Competition (SP). Mas não pego pesado, não! Brinco que não faço musculação, e, sim, fisioterapia”, diz.

Quando o assunto é dieta, a apresentadora conta que tem uma preferência natural por alimentos saudáveis e, portanto, nunca precisou fazer grandes sacrifícios. “Gosto muito de alimentos orgânicos. Desde criança, pedia para minha mãe comprá-los no mercado. É algo espontâneo”. Em seu cardápio, não entra carne vermelha nem sal em excesso, mas os docinhos estão liberados. “Adoro chocolate, torta de banana e bolo de coco caseiro! Como sobremesa todo dia e não me privo de nada. Como não sou intolerante, não preciso cortar glúten e lactose. O importante é se alimentar bem, sem paranoias e radicalismos”, afirma.

Revista Corpo a Corpo | Ed. 322