Adepta dos exercícios desde os 20 anos, hoje a atriz se divide entre diversas modalidades de atividades para manter a forma!

Por Manuella Menezes | Foto Yuri Sardenberg | Adaptação Ana Paula Ferreira

Leticia Spiller costuma treinar na academia do prédio

Foto Yuri Sandenberg

Impossível não notar que o tempo só fez bem a Leticia Spiller no quesito corpo. Ela lembra que até os 15 anos era magrinha, aí começou a ganhar bumbum, peito, bochecha... Foi na época em que virou paquita no Xou da Xuxa e devorava sem medo tudo o que tinha vontade. Aos 20 e poucos, o prazer de comer foi substituído pelos exercícios. 

Nessa fase, conheceu a aula de dança contemporânea do professor Jean Marie, na Sauer Danças, no Rio de Janeiro, que até hoje é uma de suas atividades preferidas. “Dançar sempre foi uma paixão: me traz bem-estar e autoestima. Quando passo muito tempo sem praticar, vou ficando doente, triste. É a falta de endorfina!” 

Para driblar a dificuldade de marcar um personal por causa da agenda cheia, o jeito é ir para a academia do prédio nos horários livres e fazer sua série no kinesis (aparelho com roldanas que permite simular movimentos de vários esportes). “Foco nas pernas e tento não sacrificar muito os braços”, diz. Para completar a malhação, ela alterna o aeróbico no elíptico e na bike com corridas na areia da praia.

Sempre jovem com ioga

Pensa que acabou? Ainda há espaço para a ioga na rotina da atriz. “Descobri a prática aos 25 anos. Comecei a estudar a hatha ioga com o objetivo de trabalhar a mente, além do corpo. Acordava às seis da manhã, praticava sozinha, em jejum, durante uma hora e meia, e depois ficava com meu filho, que era pequeno, o resto da manhã, antes de trabalhar. Tenho vontade de voltar a fazer com a mesma aplicação.” Se é difícil conseguir horinhas a mais para se dedicar à prática completa da modalidade, sempre sobram alguns minutos reservados para os ritos tibetanos, sequência com cinco posturas da ioga que Letícia faz todo dia ao acordar. “É uma meditação e uma forma de acordar o corpo”, fala. “Depois deles, estou pronta para encarar minha agenda de compromissos. E se não vou conseguir fazer outra atividade, pelo menos é algo que movimenta meu metabolismo.”

A atriz adotou o hábito há oito anos, depois de conhecê-lo durante uma filmagem em Paraty. Na ocasião, um massagista local falou sobre o livro A Fonte da Juventude, de Peter Kelder. Na narrativa, um coronel reformado do exército britânico que viveu no Tibete conheceu por lá exercícios simples para melhorar a saúde e o preparo físico. Esses cinco ritos seriam o segredo dos lamas tibetanos para evitar os danos do envelhecimento e perpetuar a juventude do espírito. “Não sei por que ele começou a falar comigo, mas me interessei e achei que tudo fazia sentido. Nunca mais parei de praticar”, conta.

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