Alguns pontos como postura, passada e apoio fazem toda a diferença no treino de caminhada. Confira!

Por Karine César | Foto Danilo Tanaka | Adaptação Ana Paula Ferreira

A passada deve ser na maior amplitude que você

conseguir / Foto Danilo Tanaka

Apesar de cada pessoa ter o seu jeito particular de caminhar, é preciso ficar atenta a alguns detalhes que fazem toda a diferença para a eficiência do movimento:

Postura 

O corpo precisa estar ereto, com o tronco um pouco inclinado à frente, ombros para trás e braços e antebraços levemente flexionados, acompanhando o movimento das pernas alternadamente para dar equilíbrio. A primeira parte do pé a tocar a manta da esteira são os calcanhares. Em seguida, o apoio se transfere para a região lateral e, então, para os dedos, que dão o impulso.

Passada 

Deve ser na maior amplitude que você conseguir — desde que seja confortável. “Não adianta dar passos gigantes e prejudicar a mecânica do movimento”, orienta Rafael Rocamora. A pessoa não pode sentir nenhum incômodo na articulação do joelho.  A recomendação é para que comece com passadas curtas e vá aumentando à medida que for se adaptando.

Apoio 

Geralmente, as esteiras possuem barras laterais para segurança. “Quem não está acostumada a caminhar no aparelho sente aquele medo inicial de cair. Por isso, é comum segurar nas hastes. Porém, assim que se sentir confortável, pare de utilizá-las”, aconselha Felipe Kutianski. O hábito de apoiar as mãos enquanto caminha altera a postura do tronco e a marcha, afetando toda a biomecânica.  Além disso, impede a coordenação de braços e pernas.

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