Quem disse que os dias de folga são desculpas para abandonar as atividades físicas? Veja como adaptar o treino de spinning para a bike na praia e mantenha o corpo enxuto durante toda a temporada

Por Marjorie Zoppei | Edição Karine César | Foto Priscila Prade | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Se o assunto é secar alguns quilinhos, as aulas de bike estão no topo da lista das academias. E se o spinning for levado para o ar livre, o contato com a natureza ainda ajuda a combater a depressão.

Ambos fortalecem os sistemas cardiovascular e respiratório, aceleram o metabolismo e fortalecem a musculatura. Porém, o terreno instável e a influência do ar pelo vento dão maior resistência muscular a seus glúteos, panturrilhas, coxas e abdome. “O pedal na areia equivale a uma aula de resistência de força intensa, com uma variação da frequência cardíaca de 75% a 85%”, descreve Sandro Nunes, personaltrainer, de São Paulo.

Abaixo, listamos os comparativos entre spinning e bike na praia. Confira:

- Gasto energético → Bike
Durante 30 minutos na areia, o gasto chega a 500 calorias, enquanto o spinning torra em média 400.

- Maior tonificação muscular → Spinning
A aula preparada pelos professores enfoca o estímulo direto dos músculos.

- Mais habilidade → Bike
A instabilidade do terreno exige mais equilíbrio e força.

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