Cada um é indicado para um momento do treino. Saiba quais são as diferenças entre os alongamentos para faze-los corretamente!

Texto Thais Szegö | Foto Bo Campos | Adaptação Ana Paula Ferreira

Entre seus benefícios, o alongamento dinâmico favorece a flexibilidade,

coordenação e agilidade / Foto Bo Campos

Para muita gente, alongar é sinônimo de esticar a perna para trás, tentar encostar a mão na ponta do pé, passar o braço por trás da cabeça, segurando o movimento por alguns segundos. Mas se a ideia é deixar o corpo em ponto de bala para o exercício, de qualquer modalidade, existe um jeito melhor de cumprir essa etapa do treino. “Diferentemente do alongamento estático, em que você segura determinada parte do corpo em uma posição, o dinâmico (ou balístico) envolve o balanço repetido da região que está sendo alongada, levando a contrações musculares que favorecem a flexibilidade, a coordenação, a agilidade, a velocidade e a potência”, comenta Michel Campos, professor da Reebok Sports Club, em São Paulo. 

Um estudo do American College of Sports Medicine comprovou a importância do alongamento dinâmico, mostrando que ele deixa músculos e articulações mais flexíveis e aumenta a amplitude dos movimentos. 

O ideal é que esse tipo de alongamento entre em cena antes do treino (o estático, por sua vez, promove um efeito de relaxamento progressivo dos músculos e é mais indicado para depois da aula).“Isso porque recruta o corpo de forma global, aquece músculos e tecidos conjuntivos, lubrifica as articulações e melhora a performance com risco menor de lesão”, completa Michel.

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