Pessoas ativas conseguem manter o nível de glicose alto no sangue por mais tempo, o que se traduz em maior resistência. Com a pílula, o indivíduo tem o mesmo efeito, só que sem o esforço físico. Saiba mais!

Por Karine César | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira



De sedentária a condicionada sem treino: é o que promete a pílula do exercício. Um experimento publicado recentemente na revista científica Cell Metabolism revelou que, com oito semanas de tratamento e sem nenhum tipo de treinamento, os ratos que consumiram a pílula conseguiram correr 110 minutos a mais que os outros. 

Em testes anteriores com camundongos, o composto GW já havia conseguido alguns efeitos na saúde similares aos da prática regular de exercícios, como o aumento do gasto de energia. No entanto, a substância não demonstrou nenhuma influência sobre a resistência dos animais.  Então, os pesquisadores se voltaram para o gene PPARD, que é acionado pelos exercícios. Funciona assim: as pessoas ativas conseguem manter o nível de glicose alto no sangue por mais tempo, o que se traduz em maior resistência. Com a pílula, o indivíduo tem o mesmo efeito, só que sem o esforço físico. E você, trocaria a sua dose de endorfina por uma cápsula?

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