Quem disse que os dias de folga são desculpas para abandonar as atividades físicas? Veja como é possível transformar o treino de tênis em frescobol para manter o corpo em movimento mesmo durante a temporada de férias

Por Marjorie Zoppei | Edição Karine César | Foto Priscila Prade | Adaptação web Ana Paula Ferreira



Esporte das musas Maria Sharapova, Anna Ivanovic e Anna Kournikova, o tênis mescla trabalho aeróbico e anaeróbico. Ele emagrece, dá força e explosão. “Já o frescobol não exige tantos reflexos de movimento, pois não tem muito deslocamento dos pés (footwork), flexões e extensões de joelhos”, atenta Glauco Pereira, coordenador técnico da Play Tennis, de São Paulo (SP). Por estas razões, o desgaste acaba sendo menor.

Quando for trocar o esporte indoor pelo de areia, jogue na parte dura, à beira-mar. A água na altura do tornozelo dificulta um pouco mais a execução dos movimentos, consumindo 15% a mais de calorias. Como, na maioria das vezes, apenas um dos braços é requisitado, seria importante realizar um trabalho de compensação com o outro lado.

Comparações

- Gasto energético → Tênis

Pela necessidade de um número maior de deslocamento dentro da quadra, o tênis consome 480 calorias em uma hora de jogo. A expectativa do frescobol é de 380.

- Maior tonificação muscular → Tênis

Com uma quantidade maior de movimentos, o tênis trabalha os músculos dos membros inferiores e superiores. O frescobol limita-se aos superiores.

- Mais habilidade → Tênis

O frescobol se restringe a um golpe apenas. No tênis, há mais de 15 variações.  Quem joga tênis, joga frescobol. O contrário nem sempre acontece.

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